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Procon autua 16 lojas virtuais por descumprimento à “lei da entrega”

O número representa o total de sites de comércio eletrônico vistoriados pelo órgão em operação realizada entre os dias 18 e 25 de novembro.
A Fundação Procon-SP autuou nesta sexta-feira (27/11) 16 lojas virtuais por descumprimento à lei estadual que obriga as empresas a fixar uma data e turno para a entrega de produtos ou realização de serviços.

O número representa o total de sites de comércio eletrônico vistoriados pelo órgão em operação realizada entre os dias 18 e 25 de novembro.

No total, a investida, que não se resumiu só às empresas de internet, fiscalizou 71 estabelecimentos comerciais, dos quais 46 foram flagrados em desrespeito à lei.

As empresas autuadas vão responder a processo administrativo e poderão se defender. Ao final do trâmite, com base no artigo 57 da Lei 8.078/90 (Código de Defesa do Consumidor), elas podem receber multas que variam de 212 reais a 3,2 milhões de reais. A definição do valor depende da gravidade da infração e do poder econômico da empresa autuada.

A Lei 13.747, em vigor desde 8 de outubro deste ano, estipula que as empresas fixem data e turno para a entrega de produtos e realização de serviços. Esses turnos são das 8h às 12h, das 12h às 18h e das 18h às 23h.

Conforme a legislação,a companhia deve informar previamente as datas e turnos disponíveis. O consumidor pode escolher por um dos três.

Veja a relação das lojas virtuais autuadas pelo Procon-SP.

*Casas Bahias (www.casasbahia.com.br)
*Compra Fácil (www.comprafacil.com.br)
*Dufry (www.dufryshopping.com.br)
*Fast Shop (www.fastshop.com.br)
*Livraria Cultura (www.livrariacultura.com.br)
*Livraria Melhoramentos (www.livrariamelhoramentos.com.br)
*Livraria Saraiva (www.saraiva.com.br)
*Lojas Americanas (www.americanas.com.br)
*Magazine Luiza (www.magazineluiza.com.br)
*Netshoes (www.netshoes.com.br)
*Ponto Frio (www.pontofrio.com.br)
*Sacks (www.sacks.com.br)
*Submarino (www.submarino.com.br)
*Telefônica (www.telefonica.com.br)
*TIM (www.lojatim.com.br)
*Ultrafarma (www.ultrafarma.com.br)

Fonte: IDG NOW


Lançada a Campanha Papai Noel dos Correios 2009

Planeta Voluntários apóia Papai Noel dos Correios 2009

“Voce não precisa acreditar em Papai noel,  mais pode ser um”

O que é:
O Projeto Papai Noel dos Correios é uma ação corporativa, desenvolvida em todas as 28 diretorias regionais, que tem como foco principal o envio de carta-resposta às crianças que escrevem ao “Papai Noel”. O objetivo central é manter a magia do Natal.

A quem se destina?
O destinatário do projeto é a criança que envia pelos Correios uma cartinha ao Papai Noel. As cartas que partem das comunidades carentes em todo o País são separadas e colocadas à disposição da sociedade para quem quiser adotá-las. Ou seja, nem todas as crianças carentes serão necessariamente atendidas.

Como é feita a triagem?
Inicialmente são descartadas as correspondências que não contêm remetentes ou as com endereços repetidos. Portanto, não adianta mandar mais de uma carta, pois não se trata de sorteio. Assim, é importante o correto preenchimento do nome e endereço do destinatário, com CEP. Cartas de adultos não são atendidas, bem como pedidos de medicamentos, celular, MP3, DVD, notebooks e afins. Os critérios de atendimento de pedidos são razoabilidade e possibilidade.

Cada Regional tem um método de trabalho para classificação e seleção das cartas destinadas para adoção, considerando diversos fatores, tais como: tamanho da área abrangida, número de correspondências, número de adoções, número de voluntários envolvidos, etc.

Em 1997, a iniciativa transformou-se em projeto corporativo, passando a ser desenvolvida em todas as 28 Diretorias Regionais da empresa.

Números:
Desde a criação do projeto o número de correspondências vem aumentando. Abaixo, os dados dos últimos quatro anos:
Ano  Cartas recebidas  Cartas respondidas  Cartas adotadas
2005====395.183==========145.474=======130.655
2006====501.605==========177.549=======226.934
2007====792.760==========231.552=======357.971
2008====1078.711=========365.446=======464.481

Quem pode colaborar?
Todas as pessoas da sociedade podem colaborar, tanto como voluntários para auxiliar na leitura e triagem das cartas, como para adotar um pedido. Para isso, basta entrar em contato com os Correios de sua região .

* Os interessados em adotar uma cartinha podem procurar, de 09 de novembro a 18 de dezembro, em uma unidade dos Correios mais próxima de sua casa.

 

Nós, do Planeta Voluntários, convidamos você a servir e a apoiar os outros com Devoção e compaixão.

Faça você também uma criança sorrir neste Natal.

Seja Voluntário você Também!
Planeta Voluntários -A maior Rede Social de Voluntários e ONGs do Brasil !!! 

Lançada a Campanha Papai Noel dos Correios 2009

“Voce não precisa acreditar em Papai noel,  mais pode ser um”

O que é:
O Projeto Papai Noel dos Correios é uma ação corporativa, desenvolvida em todas as 28 diretorias regionais, que tem como foco principal o envio de carta-resposta às crianças que escrevem ao “Papai Noel”. O objetivo central é manter a magia do Natal.

A quem se destina?
O destinatário do projeto é a criança que envia pelos Correios uma cartinha ao Papai Noel. As cartas que partem das comunidades carentes em todo o País são separadas e colocadas à disposição da sociedade para quem quiser adotá-las. Ou seja, nem todas as crianças carentes serão necessariamente atendidas.

Como é feita a triagem?
Inicialmente são descartadas as correspondências que não contêm remetentes ou as com endereços repetidos. Portanto, não adianta mandar mais de uma carta, pois não se trata de sorteio. Assim, é importante o correto preenchimento do nome e endereço do destinatário, com CEP. Cartas de adultos não são atendidas, bem como pedidos de medicamentos, celular, MP3, DVD, notebooks e afins. Os critérios de atendimento de pedidos são razoabilidade e possibilidade.

Cada Regional tem um método de trabalho para classificação e seleção das cartas destinadas para adoção, considerando diversos fatores, tais como: tamanho da área abrangida, número de correspondências, número de adoções, número de voluntários envolvidos, etc.

Em 1997, a iniciativa transformou-se em projeto corporativo, passando a ser desenvolvida em todas as 28 Diretorias Regionais da empresa.

Números:
Desde a criação do projeto o número de correspondências vem aumentando. Abaixo, os dados dos últimos quatro anos:
Ano  Cartas recebidas  Cartas respondidas  Cartas adotadas
2005====395.183==========145.474=======130.655
2006====501.605==========177.549=======226.934
2007====792.760==========231.552=======357.971
2008====1078.711=========365.446=======464.481

Quem pode colaborar?
Todas as pessoas da sociedade podem colaborar, tanto como voluntários para auxiliar na leitura e triagem das cartas, como para adotar um pedido. Para isso, basta entrar em contato com os Correios de sua região .

* Os interessados em adotar uma cartinha podem procurar, de 09 de novembro a 18 de dezembro, em uma unidade dos Correios mais próxima de sua casa.

 

Nós, do Planeta Voluntários, convidamos você a servir e a apoiar os outros com Devoção e compaixão.

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Twitter já é mais frequentado que Orkut, diz pesquisa.

Embora o Facebook seja apenas uma ameaça ao reinado do Orkut entre as redes sociais no Brasil, o site do Google começa a perder força em média semanal de visitas. Segundo pesquisa feita pela InPress Porter Novelli em parceria com a empresa de monitoramento E-life, o brasileiro acessa o Orkut entre duas a quatro vezes por semana, em média. Já o Twitter, que exige interação praticamente em tempo-real, recebe visitas de um mesmo usuário até 7 vezes na mesma semana, indicando hábito diário.

Apesar de perder em frequência, o Orkut ainda é a rede social com o maior número de usuários cadastrados: quase 90%, contra 80% do Twitter e YouTube, e 57% do Facebook. A pesquisa ainda ressalta que a forma de interação do usuário com o site varia entre as redes analisadas, com o Twitter sendo mais usado para a leitura de notícias, enquanto o Orkut serve para contato entre amigos.

Fonte: Link – Estadão


PayPal prepara ingresso no Brasil e agita a concorrência

Mesmo que entrada do PayPal no País não passe de indícios, UOL admite já estar se preparando para competir com gigante de pagamento eletrônico.

Ainda que a popularização do e-commerce no Brasil venha tornando os meios de pagamento eletrônicos cada vez mais conhecidos e usados no País, há um motivo para as empresas do setor não esperarem 2010 com tanta expectativa: o PayPal, comprado pelo eBay em julho de 2002 por 1,5 bilhão de dólares.

O gigante de pagamentos eletrônicos já se movimenta para uma operação no país, contratando o escritório de advocacia David do Nascimento Advogados Associados para gerir suas marcas online, segundo apurado pelo IDG Now!.

Não bastasse o diretor de estratégia do PayPal, René Pelegero, ter admitido a intenção de montar um escritório no País durante o evento E-Commerce Summit, realizado em São Paulo no final de outubro, dois outros indícios corroboram a iminente operação nacional.

Em novembro, o PayPal não apenas anunciou o suporte a 24 novas moedas (incluindo o Real), mas também, sem alarde, começou a aceitar a retirada de fundos a partir de 32 bancos brasileiros, incluindo Bradesco, Itaú, Citibank, Santander, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil.

O quanto essa entrada do PayPal no mercado de comércio eletrônico brasileiro, cujo faturamento deverá crescer 28% para 10,5 bilhões de reais em 2009, ameaça os players nacionais?

Quem fala mais abertamente sobre a suposta ameaça do PayPal é o UOL, responsável pelo serviço de pagamento eletrônico PagSeguro, lançado em julho de 2007 após a compra da startup nacional BrPay.

O diretor de projetos especiais do UOL, Ricardo Dortas, chega a relacionar a reformulação do PagSeguro, totalmente reescrito na linguagem Java, com a possibilidade do início de  atividades do PayPal no País.

Novo Vietnã no UOL
“O UOL está sem preparando, sem dúvida. Toda a alteração de plataforma que fizemos, com migração e incorporação à base (de assinantes do portal), agregando milhões de novos usuários, é para nos preparamos para competir”, afirma o executivo.

Para exemplificar a postura do portal, Dortas relembra a maneira como o UOL se preparou para a entrada da América Online no Brasil em 1999.  Para tentar intimidar o site norte-americano, o então presidente do portal, Caio Túlio Costa, declarou à imprensa um nada político “benvindos ao Vietnã” à operação brasileira da AOL.

“No nosso caso, em que estamos competindo em mercado aberto, sem dúvida que não ter tido presença mais forte de um ou outro estrangeiro nos tem beneficiado”, afirma Dorta.

A estratégia do UOL para fazer frente ao PayPal se apóia tanto no desenvolvimento de novas ferramentas, como o PagSeguro Mobile, serviço para celulares já disponível no portal sem qualquer divulgação, como na popularidade do portal.

Para exemplificar seu potencial poder no setor, Dorta cita como clientes do PagSeguro os 11 milhões de assinantes que o UOL tem.

Segundo ele, este é o número de clientes com contas no portal que estão preparados para ativarem a ferramenta de pagamento eletrônico.

O portal, porém, não comenta nem o número de usuários ativos nem a quantidade de transações realizadas pelo PagSeguro, se restringindo a admitir que o número de negócios em novembro deverá ser 20% maior que o registrado em outubro.

O PagSeguro pode ser apontado como principal rival do PayPal no Brasil não apenas pelo poder que o portal confere à ferramenta, mas também pelos acordos já costurados com serviços de comércio eletrônico no País.

Além da integração com todos os produtos ofertados pelo UOL, o PagSeguro se beneficia dos acordos costurados com serviços de comércio eletrônico como Casas Bahia, Livraria Cultura e Mentez, responsável pela monetização do popular aplicativo para Orkut Buddy Poke.

Segundo Dorta, o UOL tem contatos com a B2W, holding responsável pelas operações online do Submarino e da Americanas.com, e com o Ponto Frio, mas enfrenta o ceticismo demonstrado pelos grandes varejistas quanto a plataformas de pagamento eletrônico.

O princípio da segurança que faz com que lojas pequenas e médias recorram a pagamentos eletrônicos não se aplica aos maiores varejistas, já que “quem compra nas Casas Bahia, sabe que, se (o produto) der problema, vai na filial que problema será resolvido”.

“A grande proposta de valor (que o UOL tenta oferecer às gigantes de e-commerce) é a base de usuários crescente e que pode fazer suas compras fazendo apenas um login”, que transformariam os serviços em “carteiras eletrônicas”, explica ele.

Mercado Pago não liberado
Ao contrário do UOL, o Mercado Livre é mais reticente quanto ao assunto, a começar pela sua ferramenta de pagamento eletrônico: o Mercado Pago só pode ser usado dentro do site de leilões no Brasil e não há prazo definido para que isto mude.

Ainda que o Brasil seja responsável por cerca de 60% tanto do faturamento como do lucro do Mercado Livre nos 12 países onde atua, a solução de pagamento eletrônico criada internamente está disponível de maneira independente apenas para Argentina, Chile e Colômbia.

Por que não o Brasil? “É uma boa pergunta. Temos um cuidado especial quando falamos sobre Brasil”, afirma o diretor de marketing do Mercado Livre no Brasil, Helisson Lemos. Os brasileiros representam mais da metade dos 40 milhões de usuários cadastrados no Mercado Livre.

“Ainda estamos construindo a plataforma brasileira”, já que “cada país tem seu sistema financeiro com suas peculiaridades”, diz o executivo, sem confirmar possíveis negociações do Mercado Livre com bancos e instituições financeiras para a versão nacional.

Embora não adiante planos, Lemos confirma que o Mercado Livre tem interesse de liberar o Mercado Pago para além das transações nos leilões, citando o crescimento da participação do pagamento eletrônico no balanço do serviço.

No terceiro trimestre, cerca de 900 mil transações pelo Mercado Pago movimentaram cerca de 114 milhões de dólares na América Latina, aumento tanto no número de negócios (6,19%) quanto na receita (39,8%) em comparação ao mesmo período de 2008.

MoIP segue passos do PagSeguro
Sem a rivalidade do Mercado Livre, restam aos serviços menores se espelharem no UOL para tentarem abocanhar melhores participações de mercado.

É o caso da MoIP, serviço fundado em Belo Horizonte em 2007 por dois colegas da Universidade Federal de Minas Gerais, que chamaram um terceiro contato para ajudar a administrar o negócio.

Dois anos após ter sido lançado, o MoIP teve 65% da sua participação comprado por parceria entre o portal iG, da Brasil Telecom, e a holding Ideasnet.

“Tivemos a sorte de ter alinhamento de pensamento. O iG sentia necessidade de ter produto como o nosso e a Ideaisnet, que já tinha tido a BrasPag, queria investir no setor”, conta o cofundador e presidente do serviço, Igor Senra.

Em junho, o Grupo Sílvio Santos pagou 25 milhões de reais pelo BrasPag, em aquisição que não deverá significar concorrência a PayPal, PagSeguro ou mesmo MoIP no Brasil.

Segundo o diretor da BrasPag, Svante Wester Berg, não há planos de expandir a área de atuação das grandes empresas para “clonar” plataformas de pagamento eletrônico para pessoas físicas ou pequenas lojas online.
 
A compra da participação no MoIP (por valor não revelado) fez com que o iG não apenas usasse o MoIP como forma de vender seus pacotes corporativos no iG Empresas como também o integrasse aos outros produtos do portal, explica Senra.

A movimentação é semelhante à feita pelo UOL com o PagSeguro – ferramenta externa é assimilada e adaptada para ganhar relevância usando a popularidade do portal.

Atualmente, o número de transações da plataforma beira as 55 mil transações. A integração com venda de produtos ofertados pelo iG deverá alavancar consideravelmente o número, segundo o executivo.

O MoIP, porém, carece ainda de acordos externos: a plataforma é ofertada por desenvolvedoras de solução de e-commerce como Jet, EZ Commerce e Tray Sistemas, o que coloca o PagSeguro em vantagem no que tange a acordos estratégicos.

Procurado pela reportagem do IDG Now!, o PayPal não respondeu aos contatos.

Fonte: IDG Now – Por Guilherme Felitti, do IDG Now!


Lojas do Bom Retiro apostam em vendas on-line para facilitar vida dos consumidores

Nada de metrô lotado, sacolas pesadas nas mãos, congestionamento nas calçadas estreitas do Bom Retiro, em São Paulo, ou receio de assalto no trajeto para casa. Boa parte das peças à mostra nas vitrines da rua José Paulino e das vielas das redondezas, tradicional reduto de comércio de roupas e acessórios, pode ser vista da telinha do computador e comprada pela internet.

É a face no século 21 de um bairro que recebe 70 mil pessoas por dia, número que chega a dobrar na época do Natal. Segundo a Câmara de Lojistas do Bom Retiro, 30% dos 1.200 comerciantes da região já criaram suas lojas virtuais. “Roupas e sapatos, compro pessoalmente. Mas produtos que não precisam de prova, como os jogos de cama, mesa e banho, adquiro pela internet”, conta a coordenadora administrativa Adriana Fernandez de Souza, 37, moradora do bairro de Itaquera, zona leste. “Além de ser mais prático, economizo o que iria gastar de condução.”

Natan Sztamfater, da PortCasa, fatura R$ 600 mil mensais com a loja virtual; comércio facilita vida de sacoleiros que viajam para comprar

No último ano, Adriana acessou oito vezes a internet para consumir em lojas do Bom Retiro. Sua maior compra on-line foi de R$ 500 na PortCasa, que ganhou versão virtual há um ano e meio, quatro meses depois da inauguração do prédio na rua da Graça, paralela à José Paulino.

“É como se o cliente estivesse comprando no Bom Retiro, só que por meio de um clique, de qualquer lugar, a qualquer momento”, afirma Natan Sztamfater, diretor da PortCasa.

A loja virtual recebe cerca de 320 mil acessos mensais. Cada visitante navega por 11 páginas em seis minutos e o faturamento já corresponde a 50% do registrado pelo endereço físico.

“Em época de crise, as empresas estão buscando alternativas para aumentar o faturamento e o comércio eletrônico é uma boa opção”, diz Pedro Guasti, diretor da e- bit, consultoria que atua no setor de e-commerce nacional. “Enquanto o varejo tradicional não tem expectativa de crescimento neste ano, o comércio virtual deve crescer de 20 a 25%. O faturamento deve chegar aos R$ 10 bilhões em 2009.”

Na mira dos lojistas estão paulistanos que economizam as saídas de casa em nome da praticidade e sacoleiros de todo o Brasil, incentivados a trocar as longas viagens pelas transações via internet.

“Minha estratégia foi atender esse cliente que vinha de longe”, diz Nivaldo Ferreira Junior, dono do BiroShop e vice-presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas do Bom Retiro. “Em vez de ele gastar com comida e passagem, pode consumir mais em produtos. Compra hoje e amanhã está tudo na transportadora.”

Nos primeiros meses, o site do negócio de bolsas e cintos recebia 200 visitas ao mês. Hoje, um ano depois, são mil acessos diários. Não é de uma hora para a outra que a clientela se torna adepta do comércio eletrônico.

Para conseguir atrair e manter esse público, a primeira premissa é garantir segurança ao consumidor. Para isso, não adianta só colocar o site no ar, é preciso ter uma estrutura por trás do ambiente virtual que mostre que o empreendimento trabalha com seriedade.

Só na PortCasa, que fatura R$ 600 mil por mês, dez pessoas atuam no call center. Não se trata de um serviço de vendas pelo telefone, mas, sim, um apoio à clientela que ainda não está habituada às compras on-line.

O estoque merece atenção. Com o aumento das vendas, é preciso prever uma quantidade de produtos destinados só aos clientes virtuais, que na hora da compra devem ser informados sobre o prazo de entrega. “Tenho um estoque específico para o site”, diz Nivaldo, do BiroShop. “Trato como uma loja à parte.”

O lojista investiu R$ 40 mil para montar a loja virtual, somados os gastos com equipamentos e software. Por trás da telinha trabalham 17 funcionários: 12 no call center, 2 separando as encomendas e 3 produzindo fotos dos novos produtos para que o site seja atualizado todos os dias. “Economizo. Uma luva [ponto comercial] custa cerca de U$$ 200 mil [R$ 400 mil] por quatro anos. Um aluguel, cerca de R$ 20 mil mensais”, diz Nivaldo.

Uma pesquisa da e-bit mostra que o consumidor aprova a iniciativa. O índice de satisfação na compra on-line é próximo a 86% no país. “Os comerciantes perceberam que vender pela internet é uma possibilidade de ganho, adequaram o site ao cliente e trabalham sério”, diz Pedro Guasti, diretor da consultoria que disponibiliza em sua página a avaliação das lojas virtuais feitas pelos consumidores. Vale uma conferida antes de sair clicando.

Seus direitos

O consumidor on-line tem até sete dias para desistir da compra, contados a partir do recebimento do produto, caso se arrependa do que comprou, mesmo que o produto não apresente defeito. Deve receber todo o dinheiro de volta, inclusive o valor do frete

Em caso de troca, a loja só tem de pagar as despesas com o frete se o produto for diferente do comprado ou apresentar defeito. Quando o cliente realiza uma troca não obrigatória por lei, como a numeração errada de um sapato, é ele quem arca com o frete.

Fonte: Folha Online


Fisco de SP pede a site dados de clientes

A Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo notificou o Mercado Livre, empresa americana que abriga e intermedeia vendas de lojas virtuais na América Latina, a apresentar a movimentação de vendas e os dados cadastrais dos 200 maiores usuários do comércio virtual, segundo a Folha apurou.

O Mercado Livre confirma a notificação e informa, por meio de sua assessoria de imprensa, que tem como prática “colaborar permanentemente com as autoridades, fornecendo as informações necessárias de acordo com as solicitações oficiais”.

Na terça-feira passada, a Fazenda paulista realizou ações de fiscalização para participar da Operação Nacional de Combate à Sonegação Fiscal, realizada pelos Ministérios Públicos dos Estados e da União.

A ação mais importante, denominada Matrix, ocorreu no comércio eletrônico, com a participação de cerca de cem fiscais da Fazenda paulista e da Receita Federal e policiais. Dez locais em São Paulo e no interior, onde pessoas físicas e jurídicas realizam negócios por meio da internet, foram alvos da fiscalização.

O fisco tem indícios de que essas pessoas físicas e jurídicas faturem cerca de R$ 60 milhões por ano, mas declarem que movimentam apenas 4% desse valor.

Em julho, a Fazenda paulista informou que iria apertar o cerco às lojas virtuais que não pagam impostos, tanto que encaminhou neste mês à Assembleia Legislativa projeto de lei que faz mudanças na legislação do ICMS para facilitar a fiscalização e a cobrança de imposto devido no comércio virtual.

O projeto de lei obriga as empresas que operam na internet a informar dados cadastrais (como endereço e CNPJ) e de vendas feitas pelas lojas virtuais, inclusive das empresas que operam em intermediação e gerenciamento de vendas.

As vendas virtuais devem movimentar R$ 10 bilhões neste ano, valor 22% maior do que o negociado no ano passado, segundo estimativas do setor.

O fisco informa que tem dificuldade para identificar e localizar quem são os donos dos sites de vendas. Com regras específicas para o comércio eletrônico, a Fazenda paulista entende que será mais fácil saber quem é esse contribuinte virtual e cobrar dele o imposto.

O foco das ações do fisco são os sites que operam de forma irregular e driblam o pagamento de impostos, e não as lojas e provedores legalmente estabelecidos. Com a nova legislação, os sites de intermediação da internet que não informarem ao fisco o que for solicitado, como as operações comerciais feitas em ambiente virtual, serão responsabilizados solidariamente a pagar o ICMS devido.

Estima-se que hoje 20 mil sites atuem no país na venda de bens de consumo (exceto carros, passagens aéreas e produtos usados). Há cinco anos, eram 4.000. Um único site de venda de eletroeletrônicos monitorado pela recém-criada Supervisão de Fiscalização de Comércio Eletrônico da Fazenda paulista faturou no ano passado R$ 6 milhões, mas não recolheu um centavo de ICMS.

Fonte: Folha Online – Por: FÁTIMA FERNANDES e CLAUDIA ROLLI da Folha de S.Paulo


Com vídeo à frente, tráfego na web deve crescer seis vezes até 2012

Tráfego na internet vai aumentar seis vezes até 2012 em relação a um período de cinco anos, devido ao uso maior de vídeos on-line

O tráfego na internet vai aumentar seis vezes até 2012 em relação a um período de cinco anos, devido ao aumento na visualização e na postagem de vídeos on-line. A previsão foi dada em um fórum sobre internet na quarta-feira (18).

De 2007 a 2012, “o tráfego irá crescer em sêxtuplo”, disse o vice-presidente da Cisco durante o Internet Governance Forum (IGF, na sigla em inglês), que ocorre no Egito durante esta semana.

“[O tráfego] está crescendo 46% ao ano, e [o crescimento] é conduzido pelo vídeo”, disse. “O vídeo é o condutor. Não há questões a se fazer sobre isso.”

O vídeo supera barreiras de linguagem, conteúdo local e alfabetização, diz ele, enquanto usuários interagem mais facilmente com a internet.

O fórum no Egito reúne mais de 1.500 representantes do governo, sociedade civil, ONGs e setor privado de mais de cem países, com o intuito de discutir o futuro da internet.

Fonte: Folha Online


Microsoft mostra primeiros esboços do Internet Explorer 9

A Microsoft mostrou os primeiros trabalhos no desenvolvimento do navegador Internet Explorer 9, um browser cuja performance precisa ser melhorada para fazer frente aos avanços da concorrência. O anúncio do desenvolvimento da nova versão do IE foi feito na quarta-feira (18), em um mercado no qual a líder em softwares vem perdendo espaço.

Microsoft mostrou os primeiros trabalhos no desenvolvimento do novo navegador IE 9

Segundo Stephen Sinofsky, presidente da divisão Windows Live, a empresa trabalha no novo browser há apenas três semanas –logo, o lançamento não é esperado em um futuro próximo, segundo a revista norte-americana “PC World”.

Os eixos fundamentais do IE9, segundo o executivo, será o desenvolvimento no padrão HTML 5 (responsável pela organização e formatação das páginas de internet) e na velocidade do navegador (um dos pontos frágeis do IE, admitido pela própria Microsoft), a partir de modificações no Javascript.

De acordo com Sinofsky, outro ponto trabalhado no navegador é o uso do processamento da placa de vídeo –gráficos e animações serão abertos por intermédio dela, deixando de sobrecarregar o processador principal.

Fonte: Folha de São Paulo – Informática


Mesbla prepara volta como loja online destinada a mulheres

Nova empresa licencia marca de Mansur para montar operação focada em consumidoras; versão de testes deverá estrear no final de novembro.

 A Mesbla, famosa varejista nas décadas de 70 e 80, prepara uma volta ao mercado brasileiro, desta vez em um serviço de comércio eletrônico focado exclusivamente na comercialização de produtos para mulheres.

Uma empresa chamada TeleMercantil, formada exclusivamente para montar uma operação de e-commerce focada no universo feminino, fechou contrato com a família Mansur, detentora da marca Mesbla, para explorar o nome em um site com previsão de lançamento para testes no final de novembro.

Segundo o diretor executivo da TeleMercantil, Steve Chen, o contrato com a família Mansur permite que a marca seja utilizada por vinte anos e prevê compartilhamento do faturamento do serviço. O executivo não informou o valor do investimento feito pela TeleMercantil.

Chen explica que a operação online da Mesbla não tem relação com as dívidas acumuladas pela companhia na década de 90, quando foi comprada por Ricardo Mansur. Em 1999, tanto a Mesbla como o Mappin faliram, com credores entrando na Justiça para reaver dívidas que chegavam a 1 bilhão de reais.

“A empresa que faliu foi a Mesbla Departamentos. A Mesbla S.A. continuou sendo atualizada (no Instituto Nacional da Propriedade Industrial) todo ano desde então”, o que fez com que marcas do grupo, como Tucano, Anexo e Alternativa, além da própria Mesbla, continuassem em posse de Mansur e não envolvidas na dívida bilionária, explica Chen.

Assim como a família Mansur, empresas parceiras no lançamento da Mesbla na internet, como a eHub para logística, Esfera para administração e divisão contábil e J3P para comunicação, CRM e SAC, receberão porcentagens sobre o faturamento da operação.

O primeiro estágio da operação da Mesbla online deve começar no final de novembro, quando o site de e-commerce será aberto para cerca de 75 mil consumidoras selecionadas que poderão testá-lo. A Mesbla usará este período como um exercício para a entrega e envio de produtos, explica o diretor de atendimento da J3P, Giuliano Pereira. “Existe uma grande preocupação, já que a força da marca Mesbla é muito grande. Não queremos errar”.

Segundo o Pereira, o grupo será selecionado entre leitoras do Bolsa de Mulher, portal gerenciado pela holding Ideiasnet voltado ao mundo feminino que fechou parceria com a TeleMercantil.

Após os testes, a TeleMercantil pretende abrir o acesso da Mesbla para o público em geral em abril de 2010. Atualmente, Pereira contabiliza cerca de 60 fornecedores que já assinaram com contrato com a companhia.

Segundo o executivo da J3P, a operação online da Mesbla pretende atingir um perfil feminino que definiu como “mulher-ponto-com”: “uma mulher atuante, mãe, executiva, que quer tempo pra ficar com filho e marido e viajar”, fugindo do estereótipo da mulher dona de casa.

A estratégia terá dois desdobramentos evidentes: a Mesbla online “não terá eletrodomésticos da ‘mulher na cozinha’, mas aparelhos para o bem estar feminino, como depiladores, celulares, tocadores de MP3 e chapinha” e contará com conteúdos complementares às informações dos produtos, com dicas sobre moda, decoração, cosméticos, perfumaria, maquiagem e cabelo.

“Como existe tanto uma lacuna de serviço para mulheres (das classes) A e B como tendência de crescimento no consumo online pelas mulheres, surgiu a ideia de transformar a Mesbla em um portal da ‘mulher-ponto-com’”, explica.

Atualmente, o site da Mesbla conta apenas com uma introdução que permite que fornecedores interessados em comercializar seus produtos se cadastrem para que sejam avisados sobre o início da operação.

Fonte: IDG Now Por Guilherme Felitti


YouTube encurta caminho entre usuários e serviços noticiosos

O maior site de videos da internet lançou o YouTube Direct, em que TVs e sites de vídeo online poderão obter vídeos captados pelos cidadãos-jornalistas, além de poder, inclusive, pautar esses vídeos.

O serviço funciona de maneira simples: um site de notícias anuncia que quer imagens de determinado evento. Quando o usuário sobe o vídeo, ele vai direto para uma página interna, fechada para o editor do site em questão, que pode aprovar ou reprovar o filme. Se o filme for aprovado, ele entra no ar tanto no site em questão quanto no YouTube, com link para a página em que o vídeo foi postado.

Ainda, o serviço faz que seja mais fácil para os editores entrarem em contato com o autor do filme, para verificar informações e checar detalhes. “Organizações de notícias sempre querem verificar o conteúdo que usam”, diz Steve Grove, diretor de notícias e políticas do YouTube.

Segundo Steve Grove, diretor de notícias e políticas do YouTube, o objetivo do novo serviço é “incentivar o upload de vídeos bons, de olho no reconhecimento que o autor das imagens terá na mídia”.

Fonte: Blog Estadão por Heloisa Lupinacci