A expectativa da consultoria e-bit é que o comércio eletrônico fature R$ 20 bilhões em 2011, um crescimento de 30% em relação a 2010. Entretanto, é preciso que o empreendedor online fique atento à questão da confiabilidade nos processos de pagamento, já que, assim como toda transação virtual, há riscos, regras e prazos a serem cumpridos. De acordo com a CyberSource, o valor dos golpes em transações on-line no mundo está em torno de US$ 10 bilhões ao ano – no mercado brasileiro o total supera US$ 500 milhões. E, se o site não transmitir confiança ao consumidor virtual logo na primeira venda, certamente, sua credibilidade ficará prejudicada.

“Apesar das diversas ferramentas disponíveis hoje para assegurar proteção ao consumidor, muitos sites desconhecem ou ignoram estes processos de segurança. Consequentemente, o consumidor acaba se sentindo inseguro em efetivar sua compra pela internet”, afirma Robson Tavarone, sócio e diretor comercial do site de compras coletivas Ótima Oferta, que permite ao consumidor acesso a todas as normas do site e ao valor dos descontos. O pagamento é realizado por meio da operadora Pagamento Digital, pois, dessa forma, caso a oferta não atinja o número mínimo de compradores, o site irá ressarcir o consumidor que já havia efetuado o pagamento.

“Além disso, a Pagamento Digital não repassa dados financeiros aos vendedores, garantindo proteção ao consumidor, já que, de posse desses dados, o fraudador pode roubar a identidade do consumidor e efetuar compras em seu nome.” Outra vantagem, segundo ele, é que, ao realizar uma compra on-line em uma loja credenciada, existe a opção de bloquear o pagamento, caso o consumidor não receba o produto em até 14 dias.

Garantia de sigilo é essencial para a segurança da operação

Para evitar eventuais problemas nas transações financeiras, Robson Tavarone aponta as seguintes dicas:

Proteja os dados financeiros do cliente: Para garantir sigilo nos dados confidenciais, como números de cartões de crédito, aposte na tecnologia SSL, que exige que uma conexão segura seja negociada entre o navegador do cliente e o servidor web de uma empresa. Depois dessa negociação, todas as comunicações de dados são criptografadas com as chaves de 56 bits (alta) ou 128 bits (muito alta) – está última, utilizada pelo Ótima Oferta.Proteja as informações pessoais do cliente: Além de proteger dados financeiros, é essencial que o site armazene as informações pessoais do cliente em um banco de dados seguro.Disponibilize no site todas as informações necessárias ao cliente: Facilite ao cliente o acesso à política de privacidade, às normas do site e às informações quanto à entrega, troca e devolução.Ofereça diversos meios de pagamento: Permitir que o cliente efetue o pagamento por meio de cartão de crédito, saldo virtual, boleto bancário e transferência on-line transmite tranquilidade e maior confiança.Disponibilize canais de contato: Ofereça diferentes opções de contato do cliente com o site como telefone, chat, e-mail e redes sociais. Permita que o cliente escolha qual a melhor forma de contatar a empresa.
Ao desenvolver um projeto para sites de compras coletivas, leve essas dicas em consideração.

Fonte: E-Commerce News

Projeto de Lei define critérios de comercialização para sites e parceiros
31/05/2011 12:42

O Projeto de Lei (PL) 1232/2011, do deputado federal João Arruda (PMDB/RJ), propõe regulamentar as compras coletivas e definir critérios de comercialização tanto para os sites que atuam com esta modalidade do comércio eletrônico como para os estabelecimentos que realizam parcerias comerciais com os sites. Dentre as exigências sugeridas na proposta estão a obrigatoriedade de as empresas indicarem no site ou no anúncio de ofertas a quantidade mínima de compradores para a concretização da venda; o prazo do comprador para usufruir da oferta; o endereço e telefone da empresa responsável; entre outras.

Para Robson Tavarone, sócio e diretor comercial do site de compras coletivas Ótima Oferta, o projeto será uma excelente oportunidade para tornar a atividade ainda mais atrativa aos estabelecimentos comerciais, já que, hoje, muitos dos envolvidos neste negócio ainda não têm seus processos bem alinhados e preparo para lidar com a estratégia, gerando insatisfação tanto por parte do consumidor como da empresa que estabelece a parceria comercial com o site.

“O projeto promete impor normas que serão decisivas para orientar os sites e os estabelecimentos a utilizarem a compra coletiva da forma mais produtiva possível, seguindo à risca seus procedimentos de modo a deixar todas as partes envolvidas beneficiadas e satisfeitas. Neste sentido, temos orgulho pelo fato de o Ótima Oferta estar totalmente adequado às normas do PL 1232/2011, já que sempre primamos pela excelência na prestação de nossos serviços”, afirma Tavarone.

Muito se tem falando em Compras Coletivas nos últimos meses, mas a pergunta que não quer calar é: Veio realmente para ficar? Ou é apenas mais uma febre da internet?

A resposta é bem simples e categórica! Não só veio para ficar como já é uma realidade no Brasil, como já é no Exterior!

As compras coletivas caíram realmente no gosto do povo brasileiro, porque já é nosso costume brigar e “chorar” por descontos em todas as compras que fazemos.

A realidade das compras coletivas é tão grande em nosso país, que grandes empresas e pessoas famosas estão desenvolvendo ou entrando em sociedade a essas empresas. Entre esses casos podemos citar o apresentador Luciano Huck que comprou 5% do Peixe Urbano.

Também temos o caso do Google que tentou comprar o site número 1 do mundo nesse segmento, que é o Groupon, por US$ 6 bilhões de Dólares. Tendo a empresa recusado a oferta, querendo assim manter a linha e postura de estratégia que atua desde o início.

Nós da Agência Vibe, que também temos uma visão muito realista desse segmento de mercado do Comércio Eletrônico, também estamos apostando nossas fichas nesse segmento. Aonde lançaremos no dia 05/01/2011 nacionalmente o site de compras coletivas www.OtimaOferta.com.br, com o diferencial de atendermos aos usuários como atendemos hoje aos clientes da agência. Com muito carinho e dedicação. Tanto que nossos consultores da área comercial somente estão trazendo Ofertas de Verdade para todos.

Os números não mentem, já é público e notório que esse segmento está a todo o vapor e a cada dia crescendo mais. O que vejo nesse segmento daqui para frente é justamente cada uma das grandes empresas como a nossa em um futuro muito breve começar a apostar em Nichos de Mercado. Criando Sub-Sites por assim dizer com ofertas geradas somente dentro daquele tipo de segmento. Um exemplo é criar um Sub-site aonde será ofertado somente Clínicas de Estéticas, SPAS etc…

Sendo assim o próprio consumidor ficará muito atento aquele tipo de oferta que está exposta e será muito mais fácil dele poder achar nessa imensidão da WEB o que ele realmente procura.

Um bom exemplo é que hoje já existem sites que já estão anunciando os produtos em um Funil para a cidade de São Paulo dividindo a mesma em Blocos por Zona de atuação.

Quem sai ganhando com toda essa inovação é o consumidor que irá comprar produtos ou serviços de qualidade a preços inacreditáveis. Não perca a oportunidade de visitar o site do Ótima Oferta em janeiro. www.OtimaOferta.com.br

O Site Blindado, empresa especializada em segurança para web sites focada no e-commerce, anunciou que está disponibilizando uma ferramenta gratuita desenvolvida pela companhia que permitirá aos usuários detectarem se uma determinada plataforma está protegida ou não de vulnerabilidades. Através dela os usuários saberão se o site está seguro antes de acessarem o link, evitando que um site comprometido danifique seu computador.

Para incentivar o download e promover sua marca que é fortíssima neste segmento o Site Blindado concebeu um Hot Site somente para esta finalidade, bastando ao usuário apenas baixar e instalar em seu navegador, com suporte ao Internet Explorer e Firefox. Depois de finalizado este procedimento, sempre quando for realizada alguma busca no Google o Plug-in se encarrega de apontar aqueles sites que são considerados pela empresa como seguros, e aqueles classificados como inseguros.

Para o diretor do Site Blindado, Mauricio Kigiela, esta ferramenta se trata de uma inovação importante para o mercado de e-commerce brasileiro, colaborando para que o medo presente em muitos consumidores que evitam esta modalidade de comércio somente por não se sentirem seguros seja eliminado.

 “Isso é um marco na história da segurança na internet. O consumidor ainda é resistente a compras pela web por conta da segurança e agora terá muito mais facilidade na hora de checar a confiabilidade de um portal antes do clique em qualquer loja virtual. A iniciativa visa algo muito maior: democratizar a internet e agir em prol do crescimento do comércio eletrônico, uma vez que estamos trazendo ferramentas que incentivam o consumo online e de forma segura”, explica Mauricio Kigiela, Diretor da Site Blindado S/A. Para acessar o Hot Site clique aqui

Fonte: Site E-Commerce News http://ecommercenews.com.br

Fecomercio altera metodologia da PCCV e, em parceria com a e-bit, passa a acompanhar o e-commerce na Região Metropolitana de São Paulo

O comércio eletrônico faturou R$ 7,8 bilhões no Brasil de janeiro a julho deste ano, um crescimento de 41,2% em comparação ao mesmo período do ano passado. Esse faturamento supera o total de vendas dos shoppings centers da Grande São Paulo, no mesmo período, estimado em R$ 7,2 bilhões. Os dados resultam de uma pesquisa desenvolvida pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) em parceria com a empresa e-bit.

A maior presença do e-commerce no varejo levou a Fecomercio a rever a metodologia de apuração da Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista (PCCV), desenvolvida mensalmente desde 1970. A partir de agora, o comércio eletrônico passa a ser acompanhado como um segmento do varejo, denominado, dentro da pesquisa, como “e-PCCV”.

“Sempre dentro do objetivo de se manter moderna e adequada ao perfil do varejo, a PCCV vem sofrendo, ao longo dos anos, atualizações técnicas e metodológicas, buscando preservar o seu reconhecido grau de precisão e de confiabilidade, em função da dinâmica que caracteriza o segmento comercial e que exige aprimoramentos constantes”, afirma o diretor executivo da Fecomercio, Antonio Carlos Borges. “Incorporamos na PCCV o faturamento acompanhado pela e-bit nas transações de vendas efetuadas pela internet como forma de reconhecimento à crescente e inegável expressividade que o segmento vem assumindo no âmbito do varejo brasileiro”, acrescenta.

O processo de incorporação dos dados relativos ao e-commerce na PCCV exigiu uma revisão profunda da metodologia, o que permitiu viabilizou a apresentação de informação inédita em levantamentos de conjuntura varejista: o volume mensal estimado das vendas, em valores monetários, para todas as atividades pesquisadas pela PCCV e e-bit. Dessa forma, chegou-se ao valor de R$ 55,62 bilhões o faturamento total do varejo na Grande São Paulo nos sete primeiros meses do ano, expansão de 10% sobre o mesmo período do ano anterior.

De acordo com o diretor de marketing e produtos da e-bit, Alexandre Umberti, a parceria estabelecida é positiva para os dois lados. “A presença da e-bit em indicadores importantes como os da Fecomercio consolida ainda mais a empresa como referência em informações de e-commerce, além de acrescentar ao PCCV números importantes de um mercado que vem ocupando um espaço cada vez maior na economia brasileira”, afirma o executivo.

O e-commerce movimentou R$ 1,25 bilhão, de janeiro a julho de 2010, na RMSP, alta de 29,3% ante igual período de 2009. Em julho, o segmento correspondeu a 2,3% do total das vendas na Grande São Paulo. “Estima-se que o comércio eletrônico cresça na ordem de 30% ao ano e, se isso acontecer, nos próximos dois anos as vendas desse segmento tendem a superar as de lojas de departamentos e de móveis e decoração. O comércio eletrônico deixará de ser, no futuro, a nona força do varejo paulista para ficar em sétimo lugar”, projeta Borges.

As estimativas da e-bit indicam que o comércio eletrônico deve fechar o ano de 2010 com um faturamento da ordem de R$ 14,3 bilhões, uma expansão de 35% em relação ao ano anterior. Como referência, esse valor supera, segundo cálculos da Assessoria Econômica da Fecomercio, 10% superior a o orçamento do Programa Bolsa Família de 2010; a soma dos orçamentos anuais de cinco ministérios (Comunicações, Cultura, Meio Ambiente, Esportes e Turismo), e também representa 6,5 vezes o orçamento anual do Ministério da Cultura; corresponde à venda 350 mil veículos; e equivale ao valor gasto, anualmente, por todas as famílias brasileiras com roupa feminina; e maior do que a despesa total das famílias do País com gás doméstico.

Para o total do varejo na Grande São Paulo em 2010, a Fecomercio projeta um crescimento total de 7% (6,6% no varejo tradicional e 25% no eletrônico). A única variável que pode comprometer tal prognóstico, alerta a Assessoria Econômica da Federação, é a prorrogação por um prazo muito extenso do ciclo de altas na taxa básica de juro, contaminando, assim, os custos dos empréstimos para pessoas físicas.

Nos primeiros sete meses do ano, as lojas de eletrodomésticos e eletroeletrônicos registraram as maiores altas no varejo da Grande São Paulo, com expansão de 23,8% nas vendas em relação ao mesmo período de 2009. Em seguida, com alta de 15,7% na mesma base comparativa, veio o setor de vestuário, tecidos e calçados. Considerando o faturamento, os supermercados lideram o varejo da RMSP, ao atingir R$ 18,98 bilhões, elevação de 4,7% ante o mesmo período do ano passado.

De acordo com a Assessoria Econômica da Fecomercio, a prolongada continuidade, em níveis positivos, dos indicadores determinantes do consumo – renda, emprego, crédito, inflação e confiança do consumidor – e a ausência de ameaças a esse cenário, no curto prazo, mantêm e mantiveram as vendas em níveis aquecidos no primeiro semestre e em julho passado, dando um tom otimista para o desempenho do comércio até o final deste ano.

Fonte: E-Bit

 

Bob Bernstein

Após ser demitido por conta da recessão na economia americana causada pela crise em 2008, o corretor de imóveis Bob Bernstein, de 60 anos, resolveu empreender na internet e criar empregos, em vez de procurar por um. “Como todo mundo, eu me perguntei, o que eu faço agora?”, lembra.

A solução foi encontrada na internet. Juntou-se à DevHub.com, start-up que desenvolve sites, e criou doze negócios diferentes, entre eles o DealstoVegas.com, agência de descontos em viagens, o Outtrek.com, loja de artigos esportivos ao ar livre, o Careersquick.com, centro de pesquisa de emprego, e o RXCare.org, site dedicado à comparação de cotações de seguros de saúde.

Até o momento, o negócio mais lucrativo Bernstein é o ZipQuote.com. O negócio está indo tão bem que moveu para fora da plataforma DevHub e agora trabalha integralmente na empresa. Além disso, está investindo na divulgação e em estratégias de marketing.

O empreendedor diz estar absolutamente satisfeito com o rumo de sua vida e seus negócios. “Eu consigo trabalhar em casa, estou totalmente concentrado no que faço, porque sei que é tudo por minha família e o nosso futuro, e estou construindo um negócio que é meu. É absolutamente gratificante e totalmente satisfatório. Eu poderia fazer isso dezesseis horas por dia”, diz.

Fonte: Site PEGN

O faturamento do comércio eletrônico deve fechar 2010 com R$ 15 bilhões

 O Índice e-bit / Internet Segura atingiu 87,29% nos meses de julho e agosto, o melhor desempenho desde fevereiro de 2009, quando o número começou a ser divulgado. O resultado empatou com o recorde anterior, também de agosto do ano passado. De acordo com a camara-e.net (Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico) e com a consultoria e-bit, que medem o índice de confiança, o faturamento do comércio eletrônico deve fechar 2010 com R$ 15 bilhões, contra R$ 10,8 bilhões em 2009 e R$ 850 milhões em 2001.

O indicador de confiança do e-consumidor reflete a média de satisfação das pessoas que fizeram compras em lojas de comércio eletrônico conveniadas com o programa de avaliação da e-bit. Hoje, o Brasil conta com 70 milhões de usuários de internet, sendo que 43 milhões possuem conta de internet banking. Dados de 2009 dão conta ainda de que o País tem 17,2 milhões e–consumidores, mas esse número deve crescer para 23 milhões ao final deste ano.

Para o estudo, consumidores são convidados a responder duas pesquisas de satisfação: a primeira após realizarem uma compra em uma das 2.500 lojas conveniadas à e-bit e outra imediatamente após a entrega do produto. O total de questionários recolhidos passa de 1 milhão.

Fonte: PEGN – http://revistapgn.globo.com

Sites hospedados na Locaweb são invadidos por hacker turco;

Publicado: 20 20UTC setembro 20UTC 2010 em Sem categoria
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O serviço de hospedagem brasileiro Locaweb sofreu hoje ataque de um hacker turco que tirou diversos sites do ar. Ainda não se sabe a quantidade exata de páginas que sofreram o ataque. Segundo informações de um dos clientes da Locaweb, os sites que estavam em servidores Linux foram afetados, mas os que tinham seus arquivos em máquinas com Windows não tiveram problemas.

“Imagem de um site invadido”

O hacker praticou algo conhecido como deface. Ele encontrou uma falha nos servidores da empresa que permitia que arquivos fossem inseridos numa pasta sem permissão para escrita. Assim, vários sites tiveram suas páginas iniciais substituídas pelas criadas pelo hacker. Segundo outro cliente, o ataque aconteceu duas vezes: uma de manhã e outra vez por volta das 16h.

A solução para reverter o deface é simples: basta logar no FTP do servidor, deletar os arquivos index.htm, index.html, index.php e default.php e fazer upload novamente da versão anterior que, espera-se, foi salva localmente e não na web.

A assessoria de imprensa da Locaweb confirmou que o ataque aconteceu, mas não sabe informar ainda a extensão dos danos. Até o momento da publicação desse post, vários sites ainda apresentavam a imagem deixada pelo hacker enquanto que outros já haviam sido consertados pelos próprios administradores. A empresa não tem previsão de quando a situação será normalizada.

Atualização às 19h38 | A Locaweb entrou em contato com o Tecnoblog para informar que não confirma os ataques dessa sexta. De acordo com a assessoria, não há informações sobre o assunto no momento. Enquanto isso, o website da captura de tela acima continua com a mensagem original do hacker.

Atualização às 19h56 | Recebemos um comunicado oficial da empresa:  ”A Locaweb, líder em hosting na América Latina segundo a IDC, informa que está analisando os comentários em relação a alguns sites terem sido alterados indevidamente. Os clientes que solicitaram informações serão avisados assim que a verificação for concluída.”

Fonte: Info

Ambiente criado pela MoIP Pagamentos para desenvolvedores favorecerá criação e inovação de plataformas, aplicativos e serviços utilizando suas ferramentas

A MoIP Pagamentos, empresa especializada em pagamentos e gerenciamento de transações on-line, lançou nesta terça (24) o MoIP Labs, portal direcionado a desenvolvedores com um conjunto de APIs abertas (application programming interface, interfaces que permitem a integração de serviços e aplicações de terceiros à plataforma de pagamentos do MoIP). “Essa é uma ferramenta para acelerar e catalizar o processo de criarmos os meios de pagamentos que as pessoas precisam para seus negócios”, afirma Igor Senra, CEO do MoIP Pagamentos

Esse ambiente foi criado para possibilitar que esses usuários desenvolvam novas aplicações, sistemas e combinações, incluindo e-commerce, e-wallets, aplicações móveis, sistema de doações, marketplace e até pagamento de salários. “O MoIP inicia mais um ambiente colaborativo com foco na criatividade de desenvolvedores de software ao redor do mundo, para ajudar a criar novos aplicativos de pagamentos on-line”, diz Senra. Essa ferramenta é pioneira no segmento de pagamentos em rede na América Latina.

O site MoIP Labs fornecerá aos desenvolvedores toda a documentação técnica, ferramentas para desenvolvimento de aplicações (teste e homologação), guias de referências e o sandbox, ambiente de testes idêntico ao real e que simula pagamentos sem valor monetário. Com esse ambiente, o desenvolvedor pode realizar transações, deixando o e-commerce ou a aplicação preparados para diversas situações, sem ter que necessariamente usar um cartão de crédito de verdade. Há ainda um fórum, destinado a impulsionar a colaboração entre engenheiros e desenvolvedores MoIP, que também estará integrado ao novo portal.

Qualquer desenvolvedor pode utilizar este novo ambiente sem qualquer custo e sem necessidade de se tornar cliente da MoIP Pagamentos no caso de criar uma ideia interessante dentro do sistema. Ainda assim, essa liberdade toda, mesmo com seus riscos, não assusta a empresa. “A maior parte das pessoas inscritas não são nossas clientes, mas acreditamos que é uma boa forma de atraí-las”, afirma Senra. “É quase uma fidelização automática, porque o desenvolvedor entra em um ambiente atraente, conhece melhor nossas ferramentas e já sai dali pensando, ‘É isso que eu quero’.” Só na terça-feira de lançamento foram 600 inscritos e a empresa espera chegar aos mil até esta sexta.
A MoIP pagamentos foi criada em 2007 e hoje possui mais de 115 mil clientes cadastrados, movimentando o montante financeiro de R$ 350 milhões em e-commerce. Os passos iniciais para a criação do MoIP Labs foram dados já em 2008.

Desenvolvedores interessados devem entrar em contato no labs@moip.com.br, @moiplabs ou labs.moip.com.br para saber mais sobre o programa.

Fonte: Site PEGN www.globo.com/pegn

Por meio dessa rede de contatos profissionais, pequenas empresas contatam clientes, divulgam seus serviços e captam investimentos para seus negócios

Há aproximadamente um ano, o português Fernando de Freitas trocou seu cargo de diretor numa empresa do ramo de plásticos para empreender em um negócio próprio. Trouxe para o Brasil um braço da Harco, empresa europeia que comercializa insumos químicos. Um dos maiores desafios de Freitas e, talvez, da maioria dos pequenos e médios empresários, vem sendo entrar no mercado, estabelecer contato com potenciais clientes e conseguir vender o seu produto. No caso da empresa de Freitas, a Harco, o mercado para seu produto é muito restrito, e seus principais clientes são grandes companhias, como a Petrobras.

A solução encontrada pelo empresário para chegar até essas empresas foi utilizar o LinkedIn, uma rede social mundial, lançada em 2003 nos Estados Unidos, voltada exclusivamente para contatos profissionais. Basicamente, Freitas criou um perfil, alimentou o espaço com vasto material de divulgação do produto que sua empresa oferece e enviou mensagens para diretores, presidentes e gerentes de grandes empresas – como a Petrobrás – que poderiam abrir portas para ele. A princípio, a tática parece um tanto quanto simples, entretanto, para a empresa de Freitas os resultados foram mais do que satisfatórios: ele recebeu respostas positivas de cerca de 70% das mensagens que enviou.

Participação brasileira no LinkedIn
O LinkedIn atualmente reúne mais de 75 milhões de usuários cadastrados em todo o mundo. O grupo detentor da rede detectou no Brasil uma grande oportunidade de ampliar esse número e lançou, em abril deste ano, a versão em português do site, que já conta com mais de 2 milhões de usuários. “Acreditamos muito no mercado brasileiro. Muitos empresários estavam nos perguntando sobre esse país, queriam fazer negócios com o Brasil e entrar em contato com empresas e profissionais daqui”, comenta Arvind Rajam, vice-presidente de operações internacionais do LinkedIn.

Esse portal de relacionamentos pode ser uma importante ferramenta para esses empresários, uma vez que disponibiliza uma série de recursos de grande utilidade para esse público. Além do seu perfil profissional, o usuário tem acesso a grupos de discussões, pode buscar pessoas específicas cadastradas na rede usando diferentes filtros, entre outras coisas. “Apostamos no LinkedIn pois é uma ferramenta que possibilita aos pequenos empresários entrar diretamente em contato com pessoas-chave de outras empresas, que, talvez, eles demorassem muito para conseguir contatar”, explica Rajam. Esse foi o caso de Freitas. “Eu consegui entrevistas, marquei reuniões e até já fechei contratos. Tudo por intermédio dessa rede”, conta.

Entretanto, facilitar o contato direto com grandes companhias não é a única oportunidade que essa rede pode proporcionar ao pequeno empresário. No LinkedIn há um espaço destinado a rodadas de debates e discussões de temas relacionados ao mundo empresarial. “As empresas estão buscando sempre experts nas mais variadas áreas. Mostrar as suas qualificações e participar dos debates de forma séria, com respostas que agreguem, é um excelente passo para o sucesso”, diz Rajam. Esse tipo de interação realmente funciona. Freitas conta que, por meio da participação em debates e rodadas de discussão via LinkedIn, foi contatado por uma empresa americana e agora, além de gerir a Harco, também presta serviços de consultoria para essa companhia.

Recentemente, um caso chamou a atenção dos membros da rede. Por meio do LinkedIn, Frank Hannigan, um empresário escocês, enviou 700 mensagens para possíveis investidores. Em uma semana recebeu 200 respostas, e após 8 dias já tinha conseguido uma quantia de US$ 230 mil (aproximadamente R$ 400 mil) para tocar o seu negócio. O brasileiro Alberto Blanco, diretor da Grudaemmim, uma agência de comunicação e relacionamento digital, passou por uma situação semelhante. Ele foi contatado, via LinkedIn, por duas empresas de venture capital querendo investir em seu negócio. “Esses investidores são focados em empresas de redes sociais e, por meio do meu perfil, chegaram até o meu negócio”, conta. O contrato ainda está em fase de negociação, mas a ponte que o LinkedIn fez entre a empresa de Blanco e os investidores, sem dúvida, contribuiu muito para que o processo fosse mais ágil.

Em tempos de globalização e da explosão dos contatos via internet, ferramentas como essa podem funcionar como verdadeiros catalisadores de negócios. Abordar uma pessoa que você ainda não conhece pelo LinkedIn é uma boa ideia quando você está abordando a pessoa certa. “Basicamente, tudo o que uma rede de contatos como essa faz é aumentar o potencial e o alcance das pequenos e médias empresas”, finaliza Rajam.

Fonte: Site PEGN – http://revistapegn.globo.com