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Natal e 13º salário puxam venda do varejo eletrônico

As vendas do varejo eletrônico vão se manter aquecidas até o final do ano, mesmo com a elevação dos juros e a valorização do dólar, prevêem especialistas em e-commerce. A perspectiva de ausência de reajustes de preços, pelo menos até o Natal, vai compensar a piora nas condições de financiamento, afirmam analistas. A expectativa da e-bit, empresa de informações do setor, é de incremento de 35% nas vendas em 2008 sobre o ano anterior, ante 10% do varejo tradicional.

A professora do Programa de Administração do Varejo (Provar) da Fundação Instituto de Administração (FIA), Patrícia Vance, afirma que o maior número de lançamentos de produtos à venda na Internet, principalmente no último trimestre, acaba segurando os preços médios. Nessa época, há muitos lançamentos e queima dos estoques com promoções, explica Patrícia. O e-flation do Provar de outubro, que mede os preços na rede mundial de computadores, teve quedas nas categorias de cine e foto (-4,9%), eletroeletrônicos (-3,4%), informática (-0,7%).

O diretor geral da e-bit, Pedro Guasti, destaca que final do ano é responsável por aproximadamente 20% das vendas totais do ano na Internet, que vão atingir R$ 8,5 bilhões neste ano, na projeção do e-bit. “Não estamos blindados contra a cirse, mas temos agora a injeção do 13º salário e o Natal”, avalia.

De acordo com Guasti, outro fator importante que vai impedir a alta dos preços na Internet é a concorrência no setor. O diretor-geral lembra que, neste mês de outubro, o Wal-Mart lançou seu portal de vendas na Web e que o Grupo Pão de Açúcar ampliou em R$ 40 milhões os investimentos em e-commerce até 2010.

Fonte: Correio do Povo

Revolução do e-commerce está começando

SÃO PAULO – O Brasil é um mercado em plena expansão para o comércio eletrônico, que deve crescer 40% em 2008.

 

O CEO do Pontofrio.com, Gérman Quiroga, apresentou a estimativa na sua apresentação no Seminário INFO sobre E-commerce na era da Web 2.0, realizado nesta segunda-feira (20) em São Paulo. Segundo ele, o mercado brasileiro já é maduro para o e-commerce e deve alcançar de 8 a 10 bilhões de reais em 2008. “As lojas virtuais são como barcos a vela, com o vento soprando ao favor”, disse.

 

No mundo virtual, o mais importante é ser veloz, na opinião de Quiroga. “Para isso, é importante que a operação de e-commerce seja independente, para tomar decisões na velocidade exigida, pois os ciclos de decisão são mais curtos”, disse.

 

Na visão de Quiroga, para crescer ainda mais, o e-commerce pode aprender muito com o mercado norte-americanos, que deve fechar 2008 obtendo 150 bilhões de dólares em vendas online, o que equivale a 6% do valor total de todo o varejo. O CEO do Pontofrio.com observa que nos EUA há diversos casos em que a loja virtual vende quase tanto quanto a loja física: o site TigerDirect.com, especializada em eletrônicos e informática, já obtém 45% das vendas da marca.

 

No mundo virtual, o cliente ganha poder, observa Quiroga. “O boca a boca e o boca no trombone ganham força”, disse. Por outro lado, seus hábitos na internet são acompanhados constantemente. Quiroga cita a Amazon como um exemplo de site que conhece profundamente o seu cliente. “A Amazon foi a precursora e ainda hoje é uma grande escola para os varejista, que sabe o que o cliente gosta”, diz. Para conseguir isso, o site promove a interação com o cliente, que produz o próprio conteúdo do site e faz recomendações. “É um poder viral, que contamina outros internautas.

Fonte: Revista Info


Ponto Frio quer 2º lugar no e-commerce

A rede de lojas Ponto Frio pretende buscar o segundo lugar no comércio eletrônico brasileiro com a reforma da loja virtual Pontofrio.com.

Além da reestruturação do site, a marca – hoje a segunda maior varejista de eletroeletrônicos e móveis do país – criou há dois meses a Pontofrio.com Comércio Eletrônico S.A., responsável pela gestão dos negócios na web, informa o DCI.

A idéia é participar ativamente de um mercado que, segundo dados da consultoria e-bit, movimentará R$ 8,5 bilhões este ano. 

Conforme o CEO do PontoFrio.com, Germán Quiroga, a meta é ampliar a participação de mercado da empresa no e-commerce, que hoje fica em cerca de 4%.

O principal player deste segmento no país tem 50% das vendas nacionais. Pudera: sob a marca B2W, a companhia detém as vendas na web das Americanas, do Submarino e do Shoptime, tendo faturado mais de R$ 5 bilhões em 2007.

Além do Ponto Frio, disputam a vice-liderança do e-commerce brasileiro o Extra.com.br, Magazine Luiza, Pernambucanas e Lojas Colombo, entre outros varejistas com faturamento anual entre R$ 200 e R$ 400 milhões.
 
Para Quiroga, a tendência é que ocorra uma descentralização no comércio eletrônico nacional, tendo em vista a estréia do Wal-Mart no final de setembro e a expectativa em torno da chegada da Casas Bahia e do Carrefour, mantidas de pé pelas empresas para ainda este ano.


Faça um Plano de Negócios para montar sua Loja Virtual

Este artigo não descreve como você deve fazer para criar um Plano de Negócios para montar sua Loja Virtual, para isso existem algumas alternativas, tais como:

O que eu quero passar para vocês é a necessidade de analisar alguns itens importantes que devem fazer parte do seu plano de negócios.

QUE PRODUTO VENDER PELA INTERNET

Um item importante é definir qual produto vender pela InterNET, mas não falo isso para quem já tem uma empresa e um produto definido e está apenas iniciando as vendas pelo comércio virtual, e sim para aqueles que enxergam uma grande oportunidade trabalhar com comércio eletrônico.

Minha dica é, inove, embora ainda exista muito espaço para vendas pela InterNET, basta ver a quantidade de internautas ativos no Brasil. A maioria ainda não é um e-consumidor, a maioria ainda não faz compras pela internet, então, mesmo que o número de internautas não cresça, que é impossível de acontecer, o comércio eletrônico mesmo assim tem muito a conquistar. Câmera Digital e Notebook são produtos que muitos vendem pela InterNet, procure vender produtos específicos de alguma área não muito explorada, ou você quer brigar com a B2W.

Vou citar alguns exemplos interessantes:

www.e-meias.com.br é uma loja virtual que vende assinatura de meia social masculina, isso mesmo, você assina um pacote e recebe periodicamente meias em sua casa.

Os criadores devem ter se baseado no sucesso do www.blacksocks.com que em 2006 faturou US$ 2 milhões com 30 mil assinantes. Estão errados eles? De jeito nenhum, pena que você não conheceu o blacksocks primeiro, né? E se conheceu, pena que não agiu.

Outro site de grande sucesso é o www.woot.com que trabalha vendendo um único produto por dia, começando a ser vendido à 00h01min e quando acabarem as unidades disponíveis no estoque, acabam também as vendas nesse dia, pois um produto novo só entra disponível para venda amanhã. E seguindo também esta mesma linha, está prometida para dia 30/11, a inauguração da loja virtual www.LiquidaJa.com.br.

TIPOS DE COMÉRCIO ELETRÔNICO

Você precisa escolher com que tipo de comércio eletrônico vai trabalhar, precisa definir entre estes:

- B2B (empresa x empresa)

Empresas que vendem apenas para outras empresas.Ex: Loja de material para escritório que vende apenas para empresas cadastradas.

- B2C (empresa x consumidor)Empresas que vendem para o consumidor.

Ex: www.WatchSystem.com.br e www.ActionGame.com.br.Eu poderia dar exemplos como Americanas.com e Submarino.com, mas sempre vão me acompanhar falando sobre pequenos e médios empresários, certo?

- C2C (consumidor x consumidor)Consumidor vendendo para consumidor.

Ex: www.MercadoLivre.com.br e www.eBay.com.- B2G (empresa x governo)

Negócios entre empresas e o governo.Ex: www.ComprasNet.gov.br.

- B2E (empresa x funcionário)Portais de vendas exclusivo para os funcionários desta mesma empresa.

Principalmente para você, iniciante em vendas pelo comércio eletrônico, o mais indicado é o B2C, mas lógico que depende muito do produto que anteriormente escolheu para trabalhar.

ESTOQUE

Uma certeza você já pode ter, seu cliente, o e-consumidor, tem muuuuiita pressa para receber o produto que ele comprar em sua loja, então, seguem algumas observações importantes.

Se você já tem uma empresa e vai vender os produtos que já trabalha com eles, ótimo, pois além de você já ser um comerciante e estar acostumado com reposição de estoque, o produto que você vender na loja virtual vai estar integrado ao seu estoque da loja física, isso significa que você já deve tê-lo para pronta entrega.

Você que não tem dinheiro para investir em estoque, procure ter uma parceria com seu fornecedor para retirar diariamente o que vendeu pela loja virtual, mas lógico, desde que tenha fácil acesso, e que isso não traga um problema para sua empresa, pois você precisa trabalhar e não ficar parado horas no trânsito de uma grande cidade. E se o produto nem fica em sua cidade, esqueça, vamos para outra opção.

Ter produtos em consignação no estoque é o sonho de toda nova empresa, ter produtos consignados já foi muito mais difícil do que hoje em dia, mas claro, depende muito do tipo de produto que vai trabalhar. É a opção “mais barata” para ter o produto para envio imediato. É necessário muita disciplina quando se trabalha com produtos consignados, pois além de você se tornar responsável por uma certa quantia em valores que não são seu, muitas empresas também “embolam” o financeiro por não prestar contas corretamente ao fornecedor, mas um dia “a casa pode cair” e então vai ter que devolver os produtos ou pagar por eles.

O ideal é você comprar com sabedoria os produtos que vai vender e mantê-los em estoque, pois muitas vezes nessa compra você consegue ótimos descontos, fazendo aumentar seu lucro ou se resolver repassar esse desconto ao internauta, pode gerar mais vendas baseadas em preço.

SISTEMAS

Você já escolheu o produto, já decidiu que em tipo de comércio eletrônico vai atuar, já sabe como vai trabalhar com o estoque, e aqui você pode escorregar e brecar o andamento de sua loja virtual.

Existem sistemas gratuitos de loja virtual, onde basta um pouco de conhecimento de programação e sua loja já esta no ar, mas:

  • E o resto?
  • Essa loja é segura para o internauta efetuar um pagamento?
  • Ela atende sua necessidade?
  • Ela tem backup dos dados dos seus clientes?

Não sou contra sistemas gratuitos, mas este assunto precisa ser muito bem analisado.

Meu conselho para um iniciante em vendas pela internet é utilizar um sistema padrão, que serve para a maioria dos tipos de produtos e vocês podem alugar (valor mensal mais alto) ou comprar (valor mensal menor). Um item bem interessante que precisa ser analisado é que geralmente estes sistemas incluem em sua mensalidade, melhorias e atualizações na programação, e isto é muito importante.

Quando sua loja já estiver consolidada, e caso algum detalhe desse sistema padrão lhe incomode, você pode contratar a criação de um sistema baseado na sua necessidade, mas é claro, o custo de um sistema deste tipo pode ser astronômico dependendo da empresa contratada e dos detalhes de que precisa, mas com certeza vai “cair como uma luva” em seu produto.

EMPRESA

Não pretendo neste artigo me aprofundar neste assunto, mas é claro, você tem que emitir nota fiscal para seu cliente e precisa pensar com calma nestes assuntos:

  • Contador
  • Contrato Social
  • Nota Fiscal
  • Impostos
  • Funcionários

FORMAS DE PAGAMENTO

Uma loja virtual tem que oferecer o máximo de formas de pagamentos possíveis para o internauta, segue a maioria delas com soluções online:

Você sendo pessoa jurídica, precisa fazer contratos com cada uma das formas de pagamentos que desejar oferecer para o seu cliente. Junto com cada contrato vêm taxas mensais fixas.

Operadoras de Cartão de Crédito

As taxas fixas variam muito dependendo do banco junto ao qual você pede o contrato. Se você pede o Visa através de um banco que tem algum tipo de parceria com o Visa, pode ser que não tenha uma cobrança mensal. Recentemente através do Unibanco, conseguimos para um lojista a isenção mensal na taxa do Visa, mas não conseguimos a isenção no Mastercard. Não estou indicando o banco Unibanco, e sim constatando o que recentemente conseguimos, podia ser que outro banco isentasse as taxas mensais duas operadoras.

Além da possível taxa fixa, as operadoras de cartão de crédito cobram uma porcentagem sobre cada venda, e essa porcentagem varia de acordo com os produtos que vai vender, mas podemos dizer que na média fica em torno de 4,5%.

Bancos

Oferecer várias contas em banco é interessante quando vai integrar pagamentos por transferência online e não para oferecer mais opções de contas para depósito.

Depósito bancário inclusive é uma péssima opção de pagamento, pois atrapalha muito administrativamente a identificação dos depósitos recebidos. Imagine que você vende CDs e a maioria custa R$ 20,00 e a taxa de entrega para São Paulo Capital fica R$ 4,50, e você num mesmo dia recebe 20 pedidos de 1 cd, que tem o mesmo valor de produto e mesma taxa de entrega. Sua conta bancária acusa 15 depósitos de R$ 24,50 e você tem que descobrir quem pagou. Como identificar o pedido, se o cliente não lhe enviou uma cópia do depósito por fax ou email?

Financeiras

Não é uma das formas de pagamentos mais utilizadas pelas lojas virtuais, mas é uma opção que pode ser muito boa para determinado público que você deseja atingir.

Também gera bastante descontentamento com a loja virtual, pois o se internauta compra utilizando a financeira, e ela não aprovar o financiamento, isso acontece muito, ele fica insatisfeito com a loja, que nada podia fazer.

Gateway de Pagamentos

É uma rápida solução de formas de pagamentos e também gera redução dos custos iniciais de pequenas ou iniciantes empresas.

Firmando um único contrato com algum Gateway de pagamento, você disponibiliza rapidamente para seus clientes a maioria das formas de pagamentos disponíveis e também oferece o parcelamento de suas compras, com taxas de juros menores do que as das financeiras. Sem burocracia nenhuma, sua loja já passa a disponibilizar todos os cartões de crédito como forma de pagamento para seus clientes.

Nosso próximo artigo será exclusivamente sobre Gateways de Pagamentos.

FORMAS DE ENTREGA

Além da rapidez, é importante nos preocuparmos com os custos que seu cliente terá com a taxa de entrega, por isso, procure fazer o contrato do serviço e-Sedex com os correios, que é uma modalidade exclusiva para empresas que atuam no comércio eletrônico, e a taxa de entrega que eles oferecem é bem diferente do Sedex tradicional. Existem alguns requisitos para firmar o contrato de e-Sedex, e um deles é um consumo mínimo mensal em torno de R$ 600,00 em serviços de entrega.

Você pode oferecer também entrega por motoboy, caso seu produto se encaixe com esse tipo de transporte e se seu sistema de loja virtual permite você configurar uma área limite, pois se efetuarem um pedido vindo de Alagoas com entrega por motoboy e sua empresa fica em Curitiba, como fazer?

Entrega por encomenda normal ou PAC são mais baratas dependendo da região, mas demoram muito no prazo de entrega e isso pode gerar insatisfação no seu cliente, pois mesmo sendo ele que escolheu a entrega lenta por ser mais barata, a impaciência vai acontecer.

Muitos tipos de produtos precisam de transportadoras, pois os correios não aceitam todos, levam em consideração o tamanho e peso do produto. Entregar uma geladeira, por exemplo, apenas uma transportadora pode te ajudar.

PUBLICIDADE

Não existe venda sem publicidade, então, não existe loja virtual sem publicidade.

Existem casos e casos, mas uma loja virtual inicialmente nasce para o Brasil e não para seus parentes e amigos comprarem nela, muito menos para seu bairro ou cidade. Não importa se você tem parcerias que divulgam gratuitamente sua loja virtual. Se você quer mesmo ter sucesso no comércio eletrônico, faça publicidade “paga” na internet.

Publicidade de loja virtual se faz na internet, que é exatamente onde está o seu cliente.

São diversos os canais de publicidade via internet, e um deles, sempre com certeza se adapta melhor ao seu produto:

- Servidores de Procura (Google, Yahoo, MSN Live)Você não pode ficar fora, mas o resultado…

- Comparadores de Preço (Buscapé, Zura, Bondfaro)Se o seu diferencial é preço, aqui é o seu lugar.

- Links Patrocinados (Google Adwords, Yahoo Search Marketing)Não importa seu produto ou serviço, tudo pode ser anunciado.

- Banner (imagem)Método muito utilizado no início da publicidade na internet, hoje tem um pouco mais força devido a também fazer parte dos anúncios em links patrocinados.

- Email MarketingFale com seu cliente sempre, mas com o seu cliente.

Não faça SPAM, não use cadastros que o email não tenha sido autorizado exatamente para você.- Áudio/PodCast

Muito utilizado para matérias e estudos específicos, gerando divulgação de marca.- Vídeo/VideoCast

Também ganha força através de anúncio em links patrocinados.Bastante utilizado para campanhas de marketing viral.

CONCLUSÃO

Aparentemente são muitos detalhes, mas que, sem ação, não servem pra nada.

Arregace as mangas e comece a pensar nestas informações que fazem parte de um plano de negócios e analisar como você também vai pegar uma fatia desse sensacional mercado de vendas pela internet.

Artigo originalmente publicado em www.Ecommerce.TV.br.


Internautas usam vídeo-currículo como diferencial na busca de emprego

Apesar de ainda ser pouco conhecido, o vídeo-currículo vem ganhando adeptos entre os que querem mostrar logo no primeiro contato uma forma diferente de se expressar. Especialistas em recursos humanos afirmam que a ferramenta é uma forma interessante de apresentação, principalmente para vagas em empresas que valorizam a inovação e a tecnologia.

“Sem dúvida, é um diferencial”, afirma a especialista em recursos humanos e professora do curso de Administração da Universidade Ibirapuera, Teresinha Covas Lisboa.

A gerente de conteúdo do site Canal RH, Marisa Torres, diz que páginas na internet voltadas para a apresentação de vídeos, como o YouTube, impulsionaram a utilização do vídeo-currículo como uma ferramenta de contratação.

A empresa de Torres fornece desde maio do ano passado a possibilidade das informações profissionais em vídeo. Atualmente, 2.162 currículos estão cadastrados no site, sendo que apenas 22 são em formato de vídeo.

“[O vídeo-currículo] ainda é muito novo e ainda tem uma resistência natural, pois o vídeo é mais conhecido como entretenimento”, explica. Para ela, a vantagem do vídeo-currículo é que o selecionador já tem uma primeira impressão da pessoa sem precisar marcar uma entrevista.

Simples

As apresentações não precisam contar com grandes produções e podem ser feitas em câmeras de vídeos, fotográficas ou até por celulares. “O modelo é caseiro. O selecionador vai entender que não é uma coisa profissional.”

Ela não recomenda que sejam enviados arquivos de vídeos muito pesados por e-mail para não travar a caixa de mensagem do selecionador. Uma alternativa é hospedar o vídeo em algum site, como o YouTube, e enviar o link no próprio currículo convencional.

No Youtube existem vários vídeo-currículos cadastrados, como o do jornalista gaúcho Carlos Rodrigo Nascimento.

Na hora de gravar o vídeo, a professora recomenda ao candidato o mesmo caminho traçado em um currículo comum: ser objetivo, destacando os últimos empregos e as especializações, sempre considerando o cargo para o qual pretende concorrer.

“Demonstrar as habilidades e competências para a função almejada, sem excessos, é sempre uma boa tratativa. Evite usar muitos adjetivos, a prolixidade e cuidado com a falta de informações sobre os cargos anteriormente ocupados. Isso pode denotar que você quer ocultar algum aspecto”, explica.

Fonte: Folha Online


Itens vendidos pela internet têm deflação de 1,99% em outubro

Os preços dos produtos comercializados pela internet tiveram deflação de 1,99% em outubro na comparação com setembro, segundo o índice e-Flation, que mede a variação de preços dos produtos vendidos pela rede mundial.

De acordo com o indicador, elaborado pela escola de negócios da Fundação Instituto de Administração (FIA) em parceria com a consultoria Felisoni & Associados, divulgado nesta sexta-feira, 24, os produtos que registraram a maior queda foram os da categoria cine e fotos, com 4,98%, seguidos por eletroeletrônicos, que tiveram deflação de 3,47%. Na seqüência aparecem os grupos telefonia e celulares, com 1,86%; livros, 1,14%; informática, 0,70%; e linha branca, 0,61%.

O recuo, no entanto, não foi suficiente para atingir outros itens do e-commerce, que registram inflação, como perfumes e cosméticos, 1,93%; eletroportáteis, 1,88%; CDs e DVDs, 1,34%; e brinquedos, 0,49%.

Para o coordenador geral do Provar (Programa de Administração do Varejo), da FIA, Cláudio Felisoni de Angelo, o varejo se prepara para o lançamento de novos produtos, realizando promoções para se desfazer dos modelos mais antigos. “O indicador apurado para outubro sinaliza que os impactos da crise internacional ainda são moderados sobre os preços, prevalecendo os efeitos relacionados à sazonalidade do varejo e aos preparativos para as vendas do final do ano.”

O e-Flation de outubro, avaliado a partir da segunda quinzena do mês anterior à primeira do mês em referência, acompanha as mudanças realizadas a partir de abril de 2008: a composição da cesta de produtos foi alterada com base nas vendas totais por categoria em 2007, apuradas pela e-bit, 71,2% dos itens vendidos na internet e avaliados pelo indicador; a categoria “produtos para casa” foi substituída por “eletroportáteis”; e a criação do grupo “cine e fotos”. Todas as demais sofreram revisão e ampliação dos produtos que compõem suas cestas, com base nas listas de mercadorias mais vendidas nos sites preferidos pelos internautas.

Fonte: TI-Inside Online


Criminosos usam informações da web para ameaçar internautas

Golpistas coletam dados em diferentes sites ou com a invasão do PC. Grupo de empresários chegou a sofrer ameaça de seqüestro via e-mail.

Atentos às informações pessoais disponíveis na internet, criminosos passaram a usar esses dados para ameaçar internautas. Ao conseguir obter informações sobre rotina, família e amigos, os golpistas podem constranger e também aterrorizar seu alvo. As informações usadas como ferramenta para esse tipo de golpe podem ser obtidas em redes sociais, em outros tipos de sites ou até mesmo após a invasão do computador da vítima.

Uma delegacia em Curitiba é especializada em crimes cometidos pela internet. As investigações são lentas e difíceis, porque do outro lado da rede existe alguém que sabe como se esconder e despistar. “Você não tem como saber se ele pretende simplesmente aterrorizar, causar constrangimento ou se ele quer agredir, quer se aproximar e tentar uma violência ou até matar a vítima”, afirma o delegado Demétrius Oliveira. 

Vítima desse golpe, um homem que usa a internet como ferramenta de trabalho diz que nunca freqüentou páginas de relacionamento ou salas de bate-papo. Mesmo assim, passou a receber mensagens de alguém que parecia conhecer cada passo que ele dava. “Comecei a receber alguns e-mails, dizendo: ‘Ó, esteve em São Paulo, como foi lá?’”, lembra. Logo vieram as ameaças. “O problema é que começou a envolver família, com ameaças de que algo aconteceria ao meu filho no dia seguinte”, conta.

Em uma mensagem enviada a um grupo de empresários, uma quadrilha prometeu seqüestrar um deles. Dizia estar perseguindo o grupo e conhecer a rotina de cada um. Depois os criminosos exigiram dinheiro para não cumprir as ameaças.

Em outro caso, o computador de uma mulher foi invadido. Informações pessoais se tornaram uma arma contra ela e as amigas. “Ameaça de morte, de estupro, de violência, diziam que iam me violentar, ameaça de assalto”, diz. “Temos uma grande suspeita, mas não temos como provar. Espero que provem, que eles paguem pelo que estão fazendo e espero ter minha vida de volta”, continua.

O delegado dá dicas para que os internautas não sejam vítimas desse tipo de golpes. “O ideal é que evidentemente se evite passar muitas informações pessoais, fornecendo endereços e aspectos íntimos e de familiares que possam subsidiar um criminoso na coleta de informações.”

Fonte G1 – SP


Loja Virtual Lafaiete

A empresa Lafaiete líder em movelaria médica e hospitalar, contrata a Agência Vibe, para desenvolver sua loja virtual, para agora também comercializarem o seu produto também online, dando assim mais um canal de vendas para os seus clientes.

“Escolhemos a agência Vibe, entre tantas outras, por conta de sua proposta inovadora e muito clara dentro do segmento e-commerce. Também pudemos perceber que a equipe da Vibe, é muito conhecedora do mercado de E-commerce e desenvolvimento de lojas virtuais, aonde com certeza irá nos agregar e muito para nosso mais novo segmento que é justamente loja virtual” Marcio Guimarães – Responsável Téc. Loja Virtual


Consumidor tem duas caras na era da web 2.0

SÃO PAULO – Não basta ter um bom site de e-commerce, mas atender bem o cliente online, que é mais exigente.

Segundo Fernando Madeira, diretor do Terra América Latina, o consumidor tem duas caras, uma online e outra offline. “Quando está online, ele fica muito mais exigente, quer respostas rápidas, se não gosta de algo ele publica críticas no seu blog, quer ligar por telefone, mandar e-mail”, disse.
Madeira participou da mesa “Quando a vida é só online” do Seminário INFO sobre E-commerce na era Web 2.0, realizado nesta segunda-feira (dia 20) em São Paulo, ao lado de Carlos Alberto Teixeira, diretor de inovação da Gol, e Luiz Gonçalvez, diretor de serviços e soluções da Dell.
Na internet, é importante ficar atento ao canal de comunicação com o cliente, afirma Gonçalvez, da Dell. “Os clientes se manifestaram por meio de blogs que queriam usar diferentes distribuições de Linux e atendemos ao pedido deles”, disse. 
A usabilidade do site é outro fator essencial para o sucesso de uma empresa que concentra suas vendas na internet, na opinião de Fernando Madeira, do Terra. “Percebemos que a loja de músicas Sonora era muito difícil de usar, levava 20 horas de aprendizado. Resolvemos reformular completamente a interface para que ela entregue aquilo que o internauta procura”, disse.
Madeira afirma que o Terra tem se empenhado em garantir sua presença nas redes sociais. “Temos uma equipe que colocou o Sonora no Orkut e o TV Terra no MySpace.”
Para atender bem ao cliente internauta, é preciso também caprichar nas formas de pagamento, observa Teixeira. “Oferecemos o celular como meio de pagamento e percebemos que ele atende aos clientes que não tem cartão de crédito.”
A venda em lojas físicas e a oferta no site não competem entre si, mas se complementam, na visão de Gonçalvez, da Dell. “Quem vê uma máquina na loja, pode ir ao site para comprar uma máquina com algumas particularidades e quem vai ao site pode ir à loja para comprar um computador para pronta entrega. São propostas que reforçam a venda uma da outra.”

Matéria publicada no site http://info.abril.com.br/aberto/infonews/102008/20102008-29.shl 

Escrita por Kátia Arima, da INFO


Compra na internet também é com elas

As mulheres já se equiparam aos homens em compras de produtos nas lojas virtuais, em 50% a 50% do número de pessoas que fazem tal operação – chegando a ultrapassá-los em alguns meses deste ano segundo dados da e-bit. Em 2000, elas representavam 37% desse universo. Segundo a consultoria, esse número pode ser explicado pela rotina da mulher moderna, que trabalha fora, cuida da casa, das compras e ainda estuda. Conseqüentemente, essas consumidoras buscam ganhar tempo e dinheiro.

E, geralmente, encontram isso na rede, já que alguns produtos são mais baratos do que nas lojas tradicionais e não é necessário bater pernas em shopping para realizar a pesquisa de preços. Basta um clique.

A análise se baseia no crescimento da contribuição feminina para o rendimento familiar, que aumentou 56% no último censo de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), paralelamente à sua maior participação nas compras virtuais.

Mas, surpresa: as mulheres ainda gastam menos que os homens nessas compras virtuais. Enquanto eles gastam por compra, em média, R$ 375, elas gastam R$ 272.

O segredo está no tipo de objetos que preferem consumir. Enquanto os homens optam majoritariamente por artigos de informática e eletrônicos, as mulheres buscam livros, artigos de beleza e saúde e para cama, mesa e banho.

A biomédica Rafaela Arabe, 27 anos, comprou um telefone recentemente pela rede e também utiliza o meio para consumir eletrônicos e produtos de beleza, além dos livros da faculdade, que somente encontra em livrarias especializadas. Porém, diz que já diminuiu a freqüência por cautela. “O pós-venda às vezes deixa a desejar. Tive um problema com uma máquina digital, procurei o Procon e ganhei a causa”, conta. “Agora, só compro coisas que não dêem tanto trabalho, como secador de cabelo”.

Os fatores que faz em com que Rafaela e outras consumidoras ouvidas optem pelo meio são sempre dois: preço e comodidade. “Na internet tenho mais tempo para pesquisar e na loja não tem tudo”, diz.

Há quem vá mais além. De livros até a compra de 20 itens apenas na mudança de apartamento, a assistente administrativa Cristiane Fernandes Araújo, 27 anos, não esconde sua predileção pela rede para adquirir objetos como ferro de passar , máquina de lavar, liquidificador, batedeira e jogo de lençol. “Há boas promoções. Costumo comprar em sites confiáveis, que podem oferecer a opção de entregar tudo em casa, sem frete e rapidamente.”

A analista de sistemas Rosemary Zanatta, 36 anos, também elogia os negócios na rede, principalmente depois que sua filha, hoje com 2 anos, nasceu. Ela chega a comprar, em média, cinco itens por mês nas lojas virtuais. “Hoje faço compras no supermercado pela internet e compro brinquedos. Assim, uso mais meu tempo com coisas que têm realmente importância, como ficar com minha filha”, completa.

Até a beleza tem endereço na rede. Rosemary também compra cosméticos profissionais, que não encontra em lojas e são mais caros nos salões.

Marília Almeida

Jornal da Tarde – SP