O e-commerce, e suas facilidades para quem compra e vende pela internet
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Talvez pouca gente saiba do que se trata a expressão e-commerce. Agora se usarmos a expressão compras on-line, ou vendas pela internet, com certeza as pessoas vão sentir mais facilidade para lidar com o tema.
Esta nova modalidade de comércio vem chamando atenção de todos, principalmente de pequenos lojistas, que vendem todos os tipos de produtos, desde artigos para decoração, à roupas e sapatos. O que mais atrai esse público é a facilidade em abrir sua loja virtual. Hoje em dia o lojista pode contar com sites que oferecem toda assessoria necessária para esta modalidade de comércio. Basta que ele saiba escolher qual oferece as melhores ferramentas para facilitar a administração de sua loja, e que disponha das mais avançadas tecnologias para que ele possa trabalhar com o que há de melhor em termos de e-commerce, além de hospedagem, sistema pré – configurado para cada tipo de comércio específico, suporte on-line para tirar qualquer dúvida que o lojista possa ter, e com a vantagem de contar com ótimos preços.
A maior acessibilidade à internet, que nos últimos anos vêm atingindo todas as classes econômicas, incluindo a “C” e a “D”, somado ao fato de que cada vez mais pessoas têm acesso à rede mundial de computadores em suas casas, ajudam a tornar o comércio eletrônico mais popular. Ainda pode-se somar a tudo isso o fato de que os preços praticados on-line são mais acessíveis, em relação aos praticados no comércio tradicional.
Se você ainda não comprou pela internet, com certeza conhece alguém que já experimentou adquirir produtos pelas lojas virtuais. As razões que geralmente levam alguém a seguir por esta opção são, primeiramente, a facilidade de comprar em casa, sem enfrentar grandes filas, multidões nos shoppings centers, a luta pela vaga para estacionar o carro, entre tantos outros problemas que enfrentamos no dia – a – dia das compras. Outro fator que também atrai os consumidores é a variedade de produtos disponíveis na internet, onde você pode encontrar desde os últimos lançamentos, até peças raras, de colecionadores, somados a comodidade dos sites comparadores de preço que apontam as melhores ofertas, e tudo isso a um clique do seu mouse.
A segurança que estes sites oferecem também conta na hora de colocar no papel as vantagens das compras on-line. Todas as lojas virtuais devem oferecer segurança e praticidade aos seus clientes, e uma das maneiras de provar para o consumidor que a loja realmente é segura é entregando produtos de qualidade, no prazo determinado. O internauta, por sua vez, pode tomar alguns cuidados básicos, como verificar se o site possui o cadeado de segurança, que é o que evita o extravio dos dados cadastrados pelos clientes nas lojas.
Para garantir ainda mais a credibilidade, e a segurança que as lojas on-line oferecem, existem sites que dão certificados de qualidade para as que são melhores avaliadas pelos próprios clientes.
Mas a principal vantagem das compras pela internet, sem dúvidas, se deve ao fato do poder estar nas mãos do consumidor. O lojista que procura se adequar da melhor maneira para atender o seu cliente trabalha exclusivamente pensando em como conquistá-lo, como ganhar sua confiança. Nesta modalidade de comércio não existe mais a expressão “por detrás dos panos”, tudo tem que ser feito da maneira mais clara e profissional para que o cliente se sinta seguro para realizar suas compras.
E se o cliente se sente seguro, com certeza indicará a loja para amigos, familiares, ou fará uma divulgação em sua página, ou site, pessoal da internet.
O e-commerce, ou vendas pela internet, como você preferir, nos propõe uma revolução no nosso jeito de fazer compras.
Onde quem manda é o consumidor, e o lojista não tem mais que se preocupar com grandes despesas de manutenção da loja, como ponto de vendas, prateleiras, estoque…Divulgando sua loja corretamente, e sabendo administrá-la, a mantendo sempre atrativa e garantindo a entrega dos produtos, ele terá menos dor de cabeça do que tendo que acordar cedo todos os dias, indo até a loja, e esperando os clientes chegarem.
Se você já é um empreendedor do ramo, ou um e-consumer (consumidor on-line) já sabe do que eu estou falando, mas se ainda não experimentou, eu recomendo a experiência. Tenho certeza que você ficará “conectado” nesta novidade!
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Comércio Eletrônico, produtos reais!
Podemos definir comércio eletrônico como sendo o ato de adquirir produtos e serviços através de meio eletrônico.
Tendo em vista a definição acima, entendemos que o comércio eletrônico começou com as vendas pelo telefone após a segunda metade do século 20 as quais tornaram-se viáveis pelos catálogos impressos e pelos programas de televisão que divulgavam os produtos e informavam um número de telefone para ligar e adquirir os produtos. Portanto o comércio eletrônico na sua mais pura concepção é anterior ao advento da internet.
Com o avanço da internet, o comércio eletrônico se tornou mais acessível entre as diversas pessoas e tomou um formato mais global, visto que a internet possibilitou a globalização das informações.
O comércio eletrônico tem como seu pilar principal a credibilidade que o vendedor transmite ao consumidor, visto que o consumidor em momento algum tem a certeza da idoneidade do vendedor, do estado dos produtos a serem adquiridos e ainda mais da capacidade do vendedor de entregar o produto desejado no prazo acordado pelo preço pactuado, portanto o comércio eletrônico é um comércio baseado em fé e desejo.
Fé do consumidor no vendedor e o desejo do consumidor que o vendedor desperta e motiva (seja através de promoções, seja através de novidades e produtos inusitados).
Em pleno século 21 temos o comércio eletrônico tomando vários formados diferentes tais como:
INTERNET: o vendedor tem uma página na internet e na mesma disponibiliza ao consumidor uma vitrine virtual na qual divulga os produtos e também tem um sistema que possibilita ao consumidor colocar o pedido e efetuar o pagamento on-line, temos também os sites de leilão na internet o que é um avanço considerável para esta antiga e tradicional arte dos leilões, os quais funcionam quase da mesma forma que os sites tradicionais de comércio eletrônico tendo como única diferença que os produtos não tem um preço fixo mas sim um valor a partir do qual os lances são efetuados.
TELEVISÃO: com o advento da televisão interativa (seja a cabo, satélite…) o usuário passa a interagir com os programas e desta forma em alguns programas e portais de televisão interativa é possível adquirir produtos e serviços a partir do controle remoto da televisão.
TELEFONE: o primeiro meio de comércio eletrônico ainda está em uso e pode ser fomentado tanto por programas de televisão os quais anunciam os produtos bem como através de catálogos em diversos formatos (multi média, impressos…) onde o consumidor liga para uma central de atendimento e efetua a compra dos itens desejados.
CELULAR: o telefone celular na verdade tornou-se o exemplo mais completo de convergência sendo mais do que apenas um meio de comunicação e tornando-se uma central de contatos (digitais, on-line, de voz e imagens) entre o usuário e o mundo em geral e com isto surgiu o mobile commerce, que é o comércio eletrônico através do celular.
Porém não importando o formato do comércio eletrônico o usuário deve sempre tomar cuidados adicionais:
- Verificar a idoneidade do estabelecimento, tente comprar de estabelecimentos conhecidos e quando for comprar em um estabelecimento novo procure efetuar uma busca na internet para ter mais informações sobre o mesmo.
- Checar se o preço em questão está dentro do razoável pois em geral preços muito abaixo do normal podem ser sinais de possíveis fraudes.
- Certificar-se de que o ambiente no qual os dados pessoais estão sendo transmitidos é seguro (na internet os site de compra segura sempre apresentam um cadeado no navegador informando que os dados estão criptografados, verificar no site a política de privacidade e segurança ao dados dos clientes….).
Fonte: I-Masters
Brechós entram no universo do e-commerce
Uma idéia antiga que ganhou cara nova com a internet: são os brechós on-line. Basta um clique para acessar páginas onde é possível “vasculhar” e achar aquela peça que pra você faz a diferença.
Há quem desconfie, pois as peças que chegam a custar menos da metade do que valeriam na loja. E o brechó guarda seus tesouros. “Eu adoro vir aqui pra comprar algumas peças retrô, como vocês tão vendo essa bolsa do tempo da vovó”, diz a psicopedagoga Vânia Oliveira.
O brechó também se ajustou aos tempos modernos. “A gente adapta também junto com o ateliê de restaurar essas peças, colocar na numeração da pessoa, ter realmente uma peça só de cada”, afirma Wanbecy Brito, dona do brechó.
Na internet
Mas será mesmo preciso sair de casa para ver o que um brechó oferece? Muita gente já descobriu que não. Em vez de procurar endereços no catálogo telefônico, vasculha na internet. A tela do computador virou vitrine de roupas e adereços usados.
Quatro publicitárias e centenas de peças esquecidas no guarda-roupa. Passar adiante, um bom negócio. Elas criaram um blog para isso. Usam técnicas de marketing, mandam e-mails, fazem promoções até para se destacarem entre muitos outros bazares que funcionam on-line.
“A gente investe na produção das fotos, na produção dos textos, tudo usando o que a gente conhece em publicidade”, diz a publicitária Juliana Benbassat.
Fonte de renda
Roupa deixou de ser despesa para se tornar fonte de renda. Algumas das meninas faturam uma média de R$ 1.000 por mês. Elas também fazem trocas on-line, num mercado cheio de particularidades.
“As clientes que tiverem interesse nas peças podem pedir medidas mais específicas de busto, de cintura, de quadril. Elas se medem em casa, meio que fazem uma prova virtual pra poder saber se a roupa cabe”, explica a publicitária Anna Terra.
A maior parte dos clientes é de outros estados. A roupa segue pelos Correios. Não falta gente disposta a pagar o frete. Assim se dá um troca-troca que movimenta guarda-roupas pelo Brasil, pelo mundo inteiro.
“Não tenho mais roupa velha. O que é velho, o que é seminovo, a gente já está postando no blog”, explica Catarina Souto, que também faz parte do brechó na internet.
Fonte: PEGN – G1
Um mascate Online completo
O que Romero Rodrigues está fazendo para o Buscapé deixar de ser apenas um site de comparação de preços e se tornar um grande fornecedor de serviços de comércio eletrônico.

Eu não sei que brincadeira é essa. Mas não quero ficar com fama de careiro. Exijo que tirem minha loja desse site imediatamente ou processo todo mundo.” Foi assim que o diretor de uma grande rede de varejo reagiu ao surgimento do site comparador de preços Buscapé, em junho de 1999. Um dos fundadores – Romero Rodrigues, então com 20 anos – foi quem atendeu a ligação. “Era a primeira vez que o telefone tocava e já estávamos ameaçados de problemas na Justiça”, diz ele.
A reação irada do executivo dá uma medida do grau de inovação contido no Buscapé, o primeiro site do gênero no Brasil. Novidade num mercado em formação, o site rapidamente conquistou a simpatia dos internautas e, em menos de dois anos, seus donos puderam cobrar dos lojistas que queriam aparecer no canal. Com 7 milhões de produtos cadastrados e 320 000 anunciantes, o Buscapé é hoje um grupo de 11 empresas que devem faturar 75 milhões de reais neste ano. Seu modelo de negócios é baseado em audiência – o site ganha de 10 a 80 centavos do anunciante a cada clique em determinado produto, independentemente de a venda ser efetivada.
O Buscapé resistiu ao estouro da bolha da internet, há oito anos. O momento que Rodrigues e seus sócios atravessam agora é comum a muitos pequenos e médios negócios que, após passar pelo teste da sobrevivência, experimentam forte expansão e viram líderes num mercado novo. Por um lado, é praticamente certo que algum crescimento virá com o tempo, à medida que o próprio mercado crescer. Por outro, depender disso é perigoso – a expansão pode não ocorrer com a rapidez necessária e novos concorrentes podem surgir e atrapalhar. “Para crescer a taxas altas, uma empresa com as características do Buscapé deve continuar inovando e entrar em mais mercados”, diz Daniel Domeneghetti, da consultoria em estratégia e tecnologia E-Consulting.
É exatamente isso que Rodrigues – hoje com 31 anos e o jeito de menino de sempre – tem se empenhado em fazer como presidente do grupo. Pergunte a ele qual a sua meta e você ouvirá uma resposta que não deixa dúvida quanto à sua ambição: “Queremos mudar a cara do varejo online no Brasil”. Traduzido para uma linguagem estratégica, isso significa que o Buscapé deixará de apenas comparar preços para se tornar um grande fornecedor de ferramentas de comércio eletrônico, especialmente para pequenas e médias empresas.Para isso, Rodrigues reposicionou completamente o Buscapé no mundo dos negócios.
Como comparador de preços, a empresa atuava basicamente nas etapas anteriores a uma venda. “Precisávamos crescer também com serviços pós-venda”, diz Rodrigues. Para construir esse novo Buscapé, Rodrigues passou os últimos dois anos à frente de dezenas de negociações, que culminaram com quatro aquisições, amparadas pelo fundo americano Great Hill Partners, que tem participação no negócio desde 2006. A onda de compras começou com a aquisição de seu principal concorrente, o Bondfaro. Depois, Rodrigues colocou no carrinho negócios como o e-bit (especializado em pesquisas de opinião com internautas), o Pagamento Digital (plataforma para gerenciar pagamentos de compras online) e o FControl (ferramenta para reduzir fraudes nas transações feitas pela internet). “A gente podia ter desenvolvido tudo dentro de casa mesmo”, diz. “Mas seria muito demorado para o objetivo que temos em mente.” Rodrigues não está sozinho na tentativa de conquistar pequenas e médias empresas para a base de clientes. A mesma estratégia está sendo seguida por outras empresas. É o caso do UOL, por exemplo, que lançou seu próprio comparador de preços. “A briga por anunciantes e audiência será grande”, afirma Ricardo Dortas, diretor de novos negócios do UOL.
Dortas e Rodrigues estão de olho sobretudo nas pequenas e médias empresas que ainda não fazem comércio eletrônico. Segundo a Receita Federal, o Brasil tem 9,8 milhões de empresas ativas – desse total, estima-se que 5 milhões sejam de pequeno porte. Há apenas 16 000 empresas brasileiras que fazem comércio eletrônico – e as pequenas e médias têm uma fatia pequena do bolo. A maior parte do faturamento está com empresas do porte de Submarino e Ponto Frio. “Perto de 85% de todo o volume comercializado pela internet no Brasil está com 15 grandes lojas”, afirma Gerson Rolim, diretor da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico. “Isso dá uma idéia das muitas oportunidades para empresas de pequeno e médio portes e de negócios estruturados para elas.”
Há alguns motivos para acreditar que a internet deverá exercer um poder de atração maior sobre os pequenos e médios negócios daqui por diante. José Calazans, analista de mídia do Ibope//NetRatings, aponta dois: o maior acesso de usuários das classes C e D e a entrada anunciada de grandes varejistas no comércio eletrônico, como Carrefour e Casas Bahia, além da chegada do Wal-Mart, que estreou sua loja virtual no início de outubro. “Num primeiro momento, isso vai ajudar a aumentar a massa consumidora”, diz Calazans. “Depois, acabará gerando oportunidades para empresas de todos os tamanhos.” Para esse tipo de consumidor, segundo Calazans, os comparadores de preço desempenharão um papel essencial. “Os novos usuários são muito sensíveis a preços e às opiniões dos outros internautas”, afirma.
Entre as tecnologias que o Buscapé passa a oferecer está a possibilidade de monitorar o desempenho da loja virtual e acompanhar hábitos de consumo detalhados de seus consumidores, o que ajuda o pequeno ou médio empresário a encontrar formas novas de abordá-los e a planejar promoções. Outro trunfo é oferecido pelo Pagamento Digital, que permite ao lojista parcelar as vendas mesmo sem acordos com operadoras de cartões de crédito ou bancos – a transação é feita por meio de um cartão específico administrado pela financeira Cetelem.
Uma das armas em que Rodrigues mais confia para executar sua estratégia é um serviço que passou a ser oferecido desde março, pela FControl, que ajuda a afastar um dos maiores receios dos pequenos e médios empresários – as fraudes. As perdas com transações fraudulentas são, segundo a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, o principal motivo da morte precoce das pequenas empresas na internet. Antes de uma transação ser autorizada, a ferramenta verifica as aquisições mais recentes feitas na rede com um mesmo número de cartão. “Apenas grandes corporações conseguiam desenvolver formas de combater transações fraudulentas”, afirma Rolim. Ao oferecer todas essas soluções simultaneamente, Rodrigues quer garantir a sobrevida desses comerciantes na rede. “O crescimento sustentado do Buscapé está diretamente relacionado ao êxito desses pequenos negócios”, diz ele. “Queremos que os novos clientes fiquem conosco para sempre.” Com exceção do FControl, que será cobrado após seis meses de utilização, os demais serviços serão oferecidos gratuitamente. “Nossas receitas virão dos anunciantes”, afirma Rodrigues. “Se mais lojas estiverem online, mais lojas vão anunciar no Buscapé.”
Tudo isso tem um impacto e tanto no perfil de um negócio que, no Brasil, personificou perfeitamente o que os americanos chamam de “empresa de garagem” – um empreendimento que começa sem grandes pretensões, mas que pode virar um império. No caso brasileiro, em vez da garagem, foi um quartinho que abrigou Rodrigues e dois amigos – Ronaldo Takahashi e Rodrigo Borges, ambos na época com 22 anos -, que acreditavam que o comércio eletrônico iria vingar.
Só 300 reais
A idéia do Buscapé surgiu quando um deles precisou de uma impressora e tentou pesquisar preços na internet. “Não havia nada que fizesse esse levantamento”, diz Rodrigues. Estudantes de engenharia da Escola Politécnica da USP, eles vararam madrugadas até desenvolver um software adequado. Foi preciso apenas 300 reais de investimento inicial. Quando entrou no ar, o Buscapé reunia somente 35 lojas – esse era o tamanho de todo o comércio eletrônico no Brasil.
Em 2000, quando a bolha da internet estourou, o Buscapé estava em negociações para receber um aporte de capital do fundo americano Merrill Lynch, que foi sócio do site até a chegada do Great Hill Partners. “Os americanos estavam perdendo muito dinheiro com outras empresas ponto-com e quase desistiram da gente”, afirma Rodrigues. “Tivemos de ficar dois anos sem salário e nos comprometer a dar dinheiro logo.” Os resultados apareceram um ano depois.
Os três amigos continuam no negócio como sócios. Cada um tem uma função estratégica específica. Borges é vice-presidente de desenvolvimento de produto e Takahashi é vice-presidente de distribuição. A Rodrigues cabe o papel mais vistoso – além de principal executivo, ele virou o porta-voz da empresa. “Como apareço mais, às vezes fico com o mérito de um trabalho que é de muita gente”, diz. Hoje, são 350 funcionários trabalhando no grupo. “O Romero sempre foi um excelente vendedor”, afirma Takahashi, agora com 33 anos. “Era natural que ele se tornasse o principal executivo.”
Rodrigues sempre quis ser empreendedor e postergou a entrada nos negócios da família o quanto pôde. Seu pai teve uma pequena construtora e, atualmente, tem uma loja de itens para banheiro. Antes de desenvolver o Buscapé, Rodrigues chegou a criar uma empresa de software de gestão. Desistiu quando achou que o negócio não oferecia escala necessária para crescer rapidamente sem grandes investimentos.
Até aqui as estratégias seguidas pelo Buscapé funcionaram. O comparador de preços tem 4 milhões de usuários num universo de 12 milhões de internautas que compram pela internet. O faturamento do grupo de 2005 para cá cresceu 316% – o aumento das vendas do comércio eletrônico como um todo no Brasil foi de 240% no período. Bem amarradas, as aquisições contribuíram para a consolidação e, daqui para a frente, vão sustentar a atuação do grupo em atividades complementares. Fora isso, o Buscapé ainda desenvolveu o QBarato!, site de classificados gratuitos que, segundo o Ibope//NetRatings, foi o que mais cresceu em audiência entre todos os sites de comércio eletrônico no Brasil no último ano. O QBarato! ainda não dá dinheiro para o Buscapé, mas gera audiência – exatamente o que faz a diferença na hora de negociar com os anunciantes.
Para Rodrigues, o Buscapé já tem tudo de que precisa para continuar crescendo no país. “Novas aquisições, a partir de agora, só se for para ampliar nossa atuação no exterior”, diz. Fora daqui, o Buscapé está presente em 28 países. Quando chegar a hora de conquistar mais espaço lá fora, Rodrigues planeja abrir o capital para levantar recursos além dos gerados no caixa da empresa. “Com o mercado como está, não deve dar para fazer isso tão já”, afirma. “Mas temos de nos preparar para quando esse momento chegar.”
Fonte: Portal Exame
Lições para uma permanência sustentável no Comércio Eletrônico
Estimativas do Movimento Internet Segura (MIS), Comitê da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico – camara-e.net dedicado a atuar na educação do internauta em relação às melhores práticas na web, indicam que entre 40% e 50% das novas lojas na Internet encerram suas atividades ainda no primeiro ano de operações. Isto ocorre porque estes novos empreendedores costumam ser alvo preferencial dos fraudadores que operam na rede. Os criminosos preferem atacar este público devido à sua menor experiência e tempo de aperfeiçoamento dos sistemas de segurança em relação a operadores mais antigos.
Mas, agindo com planejamento e cautela, é possível superar as dificuldades iniciais com índices de sucesso. Foi pensando nisso que o MIS elaborou e está divulgando uma série de sugestões e recomendações destinadas especialmente aos novos empreendedores do Comércio Eletrônico. Iniciado em 2004, o MIS sempre foi muito ativo com relação ao seu objetivo principal – propagar os princípios de segurança na Internet para o consumidor final. Agora, coloca também seu conhecimento a serviço da preparação das empresas que queiram iniciar suas operações e ganhar sustentabilidade nesse mercado.
Logística
A logística constitui um fator importantíssimo para o Comércio Eletrônico. Uma vez concluída a compra, o consumidor espera receber o produto escolhido dentro do prazo contratado e sem maiores preocupações. Alguns aspectos que o empreendedor deve ter especial atenção são:
* Estoque e manuseio – Tudo deve ser muito bem planejado, levando em conta as melhores práticas de movimentação e armazenagem.
* Embalagens apropriadas – Devem estar disponíveis embalagens nos tamanhos, formatos e características necessárias à proteção do material oferecido.
* Provedor logístico – A escolha deve levar em consideração não só os custos, mas a qualidade e a abrangência do serviço.
* Rastreabilidade – Deve haver acesso em tempo real ao status da entrega, garantindo assim, condições de informar o cliente sobre a entrega de sua mercadoria.
* Gestão de erros e devoluções – Prever a possibilidade de entregas erradas e tratar da substituição e retirada dos itens devolvidos. Levar em conta, também, que o cliente pode desistir da compra em um prazo previsto pela legislação vigente.
A escolha do operador logístico merece atenção redobrada. O Brasil é um país de dimensões continentais e deve levar-se em consideração a capacidade de entrega em qualquer parte do território por parte do operador logístico. Atualmente, os Correios constituem o único provedor com capacidade nacional. Além disso, oferece um serviço especial de entregas para o comércio eletrônico, o e-Sedex. Contudo, nem sempre é possível antecipar-nos a fatos inesperados ou fortuitos que acabam por afetada a empresa, como por exemplo greves e outros imprevistos alheios ao controle gerencial. Assim, nossa sugestão é que o empreendedor tenha pelo menos dois provedores básicos, sendo os Correios um deles.
Meios de Pagamento
O varejo on-line percebe, com maior intensidade que as lojas físicas, a demanda do cliente final pela livre escolha da forma de pagamento. O consumidor muda com facilidade de uma loja para outra, em função da disponibilidade de condições de compra ou de meios de pagamento. O meio de pagamento preferido é o cartão de crédito, mas o lojista deve ficar atento também para novas modalidades de pagamento, como por exemplo, os cartões de financiamento e o pagamento pelo celular.
* Cartão de crédito. O empreendedor deve ter integração com as operadoras de cartões de crédito, sejam quais forem. Este é o meio de pagamento preferido em 81% das compras feitas pela Internet, com uma taxa média de desconto de 3% em grandes operações e que pode chegar a 5% para as empresas iniciantes. O prazo de recebimento é quase sempre de 30 dias. Uma das razões para o sucesso dos cartões de crédito é a possibilidade do parcelamento do pagamento em até 12 vezes sem juros. Nesses casos, o lojista também recebe em parcelas, o que exige planejamento muito cuidadoso. Cerca de 80% das vendas por cartões na Internet são feitas dessa maneira.
Um fator crítico para o sucesso do empreendimento é o chamado chargeback, ou devolução do pagamento no caso de uma disputa com o banco emissor do cartão. Lojas mais antigas costumam ter índices de chargeback inferiores a 0,1%. Mas é muito raro uma loja iniciante obter índices semelhantes.
* Boleto bancário – É provavelmente o meio mais econômico para o lojista, que paga um valor fixo ao banco, entre R$ 1,50 e R$ 2,50 por cobrança. No entanto, esta modalidade de pagamento fica muito atrás na preferência do cliente em comparação ao pagamento parcelado com cartão de crédito. Além disso, o Boleto bancário apresenta um índice muito alto de rejeição, índice que pode chegar a 50%, refletindo aí o arrependimento após uma compra por impulso.
* Débito bancário. Trata-se de uma conexão on-line entre o lojista e um banco que ofereça esse tipo de serviço. A tarifa geralmente é econômica, mas o custo é alto pela necessidade de manter uma conexão separada para cada banco. É possível que ganhe terreno no futuro, quando for possível o uso de cartões de débito na Internet.
* Cartões de financiamento – São plásticos que permitem o pagamento em um número muito alto de parcelas – até 24 meses. O cliente paga juros ao emissor do cartão e há dois tipos cartão, um restrito a uma loja especifica e o outro aberto a várias lojas. Para o lojista, funciona como cartão de crédito normal, com descontos de 5% e pagamento em 30 dias.
* Pagamento via celular – Esta é uma modalidade ainda restrita ao HSBC, mas deve ser adotada por outros bancos no futuro. O cliente digita uma senha em seu celular e o pagamento é automaticamente transferido de sua conta bancária para a do lojista. Além da vantagem do débito imediato, o pagamento via celular tem taxa média inferior a 2% e não existe a possibilidade de chargeback.
Fonte: Blog Economia Digital
Movimento Internet Segura expande para proteger jovens na internet
Grupo foi criado para orientar internautas sobre comércio eletrônico. Agora, iniciativa também quer informar os pais sobre uso seguro da web.
O Movimento Internet Segura, que há quatro anos orienta os internautas sobre transações comerciais via web, anunciou nesta quinta-feira (27) que passará a atuar também para proteger a infância e a adolescência no universo virtual.
Como parte da iniciativa, a organização ligada à Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Camara-e.net ) disponibilizou em seu site uma espécie de cartilha, com informações para orientar pais e responsáveis na educação de seus filhos, contra ações de criminosos que se aproximam via internet. Veja aqui o material completo.
Além de dicas para manter o computador protegido, a nova seção do site ensina como aumentar a segurança da família na internet – aqui entram sugestões como decidir as páginas que as crianças podem visitar e lembrar os jovens de não conversarem com desconhecidos no universo virtual. Em um link específico para a navegação das crianças, o site diz o que os pais devem ensinar para melhorar a segurança de seus filhos na web.

Site tem informações para pais orientarem seus filhos sobre o uso da internet. (Foto: Reprodução )
A cartilha defende, por exemplo, estimular as crianças para que elas compartilharem com os pais as experiências na internet. Sugere também que os mais novos nunca divulguem informações pessoais online, que os adultos ensinem a diferença entre o bom e o mau na web e o uso de filtros que controlem as atividades on-line dos mais jovens.
O site tem também uma seção específica com 15 dicas para os pais de adolescentes. Entre elas, “mantenha o computador conectado à internet fora do dormitório dos adolescentes”, “estimule seus filhos adolescentes a informarem se algo ou alguém os incomodar ou ameaçar”, “conheça os sites que seus filhos adolescentes visitam com freqüência” e “ensine seus filhos a terem um comportamento on-line responsável e ético: eles não devem utilizar a internet para divulgar boatos, incomodar nem ameaçar os outros”.
“É preciso que os pais acompanhem a navegação dos filhos, saibam que serviços e ambientes que eles freqüentam e também o que fazem neles. Isso vale para a navegação no Orkut e para outros ambientes da internet”, afirmou durante entrevista coletiva on-line Felix Ximenes, diretor de comunicação do Google Brasil, empresa responsável pelo site de relacionamentos mais popular no país.
Parcerias
Além do Google, o projeto também tem apoio da Microsoft e Serasa. “Estamos coordenando há alguns meses uma ação de adesão de novos parceiros, conversando com representantes da iniciativa privada, da sociedade civil, do governo e de ONGs ligadas ao tema”, afirmou Gerson Rolim, diretor-executivo da Camara-e.net, durante a entrevista realizada nesta quinta.
Segundo Igor Rocha, coordenador do Movimento Internet Segura, o conteúdo inicial do projeto é baseado em uma iniciativa da Microsoft e será enriquecido com outras contribuições no futuro. “Quanto maior a quantidade de informações de qualidade maiores serão as chances de vitória na batalha contra os criminosos virtuais”, disse.
Tragédia em Santa Catarina
Olá amigos, sabemos perfeitamente que o intuito do nosso blog é informar a todos vocês clientes e amigos, sobre notícias voltadas a e-comemrce e negócios online.
Mas amigos, além de tudo somos Brasileiros, graças a Deus! Vale lembrar do calor humano e do senso de ajuda de nosso povo…Fomos educados ao contrário de tantas outras nações a ajudar e muitas vezes praticamente a tirar do nosso para ajudar ao próximo.
Por esse sentimento de calor humano e de bondade de nosso povo é que estamos vindo através desse nosso canal fazer um apelo a vocês nosso assíduos visitantes e também a quem está nos visitando pela primeira vez a AJUDAR NOSSOS IRMÃOS CATARINENSES…A Defesa Civil de Santa Catarina, pede urgentemente doações de qualquer valor para que seja comprada comida a essa gente, vale lembrar que hoje pela manhã 90% da cidade de Itajaí estava por debaixo d´água!
Esses são os últimos números até o momento:
VITIMAS FATAIS
Brusque: 01
Gaspar: 15
Blumenau: 20
Jaragua do Sul: 12
Pomerode: 01
Bom Jardim da Serra: 01
Luiz Alves: 04
Rancho Queimados: 02
Ilhota: 18
Benedito Novo: 02
Rodeio: 04
Itajaí: 02
São Pedro de Alcântara: 01
Florianópolis: 01
T O T A L: 84
obs.: Havia sido divulgado pelo município 01 óbito em Garuva, este óbito é do município de Guaratuba-PR.
Municípios que decretaram ESTADO DE CALAMIDADE PÚBLICA – ECP
Gaspar
Rio dos Cedros
Nova Trento
Camboriú
Benedito Novo
Pomerode
Municípios que decretaram SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA – SE
Balneário de Piçarras
Canelinha
Indaial
Penha
Paulo Lopes
Presidente Getúlio
Rancho Queimado
Visite o site da Defesa Civil de Santa Catarina em: http://www.defesacivil.sc.gov.br
E por favor pedimos, aliás apelamos, ajudem com o que puderem nas contas expostas no site da Defesa Civil…
LEMBREM-SE :: “AMAI AO PRÓXIMO COMO A TI MESMO”
“AQUELES QUE NÃO PUDEREM AJUDAR COM NADA, MAS COM NADA MESMO, AJUDEM COM O PODER DA ORAÇÃO, POIS AONDE 2 OU MAIS ESTIVEREM REUNIDOS EM SEU NOME LÁ ELE ESTARÁ”
E TUDO O QUE FIZER EM DOBRO DEUS LHE RECOMPESARÁ!!!
Comércio Eletrônico (E-commerce) vira aposta do varejo no Natal
Grupos varejistas com lojas no mundo real e no virtual estão contando mais do que nunca com o braço eletrônico de sua operação para aumentar o faturamento na semana do Natal, mesmo diante da crise financeira. Estimativas da consultoria e-bit indicam que, entre 15 e 24 de dezembro, as vendas on-line chegarão a R$ 1,35 bilhão, 25% superiores às do mesmo período de 2007. Apesar do otimismo, previa-se que o índice seria de 40% antes de a crise atingir a economia real.
“Os brasileiros estão preocupados, mas irão às compras”, diz Pedro Guasti, presidente da e-bit. Pesquisa do Provar (Programa de Administração de Varejo) da FIA-USP mostra que, neste Natal, 21% dos consumidores comprarão pela rede, contra 11,6% no de 2007.
Segundo Paula Carvalho Pereda, pesquisadora do Provar, a intenção de compra pela internet quase dobrou, enquanto no varejo tradicional praticamente não houve alteração. “Só 74% dos consumidores pretendem fazer compras nas lojas tradicionais neste ano, contra 73,8% em 2007″, diz Pereda.
Nesse mesmo período, o número de consumidores eletrônicos passou de 9,5 milhões para 13 milhões, crescimento de 37%. A receita prevista para este ano é de R$ 10 bilhões, contra os R$ 6,3 bilhões registrados em 2007. “Hoje 25% dos internautas compram pela rede”, afirma Guasti. Há três anos, esse índice não chegava a 10%.
Comodidade e preço
Vários motivos explicam a preferência dos consumidores pelo varejo eletrônico. O primeiro é prático. “Não tenho tempo e as lojas nesta época ficam lotadas”, diz Manoel Netto, gerente de uma empresa de criação de produtos. “Pesquisei produtos e preços e já escolhi tudo. Entregam na minha casa, com embalagem especial.”
Mas é o preço a principal atração da internet. Segundo o Provar, algumas categorias apresentam deflação nos últimos 12 meses, queda que não ocorre no varejo convencional.
A pesquisa do Provar revela que, no acumulado do ano, as maiores quedas foram as de aparelhos celulares (19,93%), seguidas pelas de eletroeletrônicos (12,72%) e bens de informática (11,85%). Há dois anos, CDs, livros e DVDs tinham mais saída pela internet. “Agora são eletrônicos e bens de informática,” diz Guasti.
Além disso, as facilidades de pagamento pela internet são maiores. “Boa parte dos produtos mais caros continua sendo parcelada em até 12 vezes”, afirma Guasti. “No varejo tradicional dá para pagar em até seis vezes no cartão de crédito. Dez vezes já é difícil de achar.”
No Extra.com, a previsão é que os eletrônicos respondam por até 70% das vendas no Natal. “Esperamos dobrar o faturamento deste Natal”, diz Oderi Leite, diretor do Extra.com. “Vamos monitorar a concorrência com uma ferramenta eletrônica e responderemos às promoções na velocidade de um clique no mouse” diz Leite.
As previsões de vendas na internet são otimistas porque os produtos deverão ter aumento só no próximo trimestre. As dificuldades de crédito, no entanto, também se repetem na rede.
Carlos Montenegro, sócio da Sack’s, loja virtual de perfumes e cosméticos importados, afirma que fornecedores tinham estoque e não repassaram a variação cambial.
Mas, segundo ele, está mais caro oferecer o parcelamento. A venda em até 12 vezes está mantida, mas, no mercado, houve uma alta dos juros de 1,40% ao mês para 1,80% a quem vai tomar financiamento para capital de giro. Para compensar, uma saída é vender produtos mais baratos do que no mundo real. Na Sack’s, a diferença é de 15%.
Essa política comercial não chega a ser uma competição entre o “real” e o “virtual”. Afinal, as vendas pela internet não chegam a 3% do total do comércio. Mas, em alguns casos, essa atuação faz muita diferença.
Além disso, a maior parte das grandes lojas virtuais pertence a grupos do mundo real. A Americanas, por exemplo, faturou no terceiro trimestre R$ 1,7 bilhão. O braço eletrônico do grupo, a B2W (Americanas.com, Submarino e Shoptime), obteve receita de R$ 1,1 bilhão. Há nove anos, a Americanas.com não respondia por 2% da receita do grupo.
Fonte: Folha Online
E-commerce 2008 – Eletrônicos são 2º item mais vendido na web

CINGAPURA – A internet está substituindo as lojas de rua como destino para fazer compras na Ásia-Pacífico, revelou uma pesquisa do Visa e-Commerce Tracking.
De acordo com o estudo, 80% dos internautas disseram que adquiriram produtos pela internet e gastaram em média 3 mil dólares cada nas transações online realizadas nos últimos 12 meses.
Foram entrevistadas três mil pessoas de Cingapura, Índia, Austrália, Japão, Coréia e Hong-Kong.
Para esses internautas, as principais vantagens de fazer compras pela web é que normalmente é possível encontrar melhores preços, escolher qualquer horário do dia ou da noite e não é necessário sair de casa.
“Com quase quatro em cada cinco pessoas dessa região comprando online, os cidadão da Ásia-Pacífico estão efetivamente sabendo se beneficiar com os serviços que a web oferece”, afirmou Mohamad Hafidz, chefe da unidade de e-commerce da Visa.
Cerca de um quarto da população global – 1,4 bilhão de pessoas – usou a internet regularmente em 2008 e, nessa área especificamente, em média, uma pessoa passava aproximadamente 20,2 horas por mês online.
Os itens mais populares nas compras de internet foram passagens aéreas e de transportes terrestres, reservas em hotéis e outros produtos relacionados às ferias, seguidos por eletrônicos como câmeras digitais e download de músicas.
Fonte: Reuters