Agência Vibe :: E-commerce, Comércio Eletrônico, Consultoria em Comércio Eletrônico, E-mail Marketing


Loja virtual da Casas Bahia entra no ar segunda-feira, 02/02/09

A Casas Bahia passou três anos se preparando para aderir definitivamente às vendas na internet. O momento mais apropriado chegou e na próxima segunda-feira (2) a maior rede varejista do Brasil e também maior anunciante do país deve inaugurar sua loja virtual que poderá ser acessada no endereço www.casasbahia.com.br.

O projeto teve a coordenação do departamento de tecnologia da empresa. A maioria dos produtos comercializados nas lojas físicas da empresa estará disponível no endereço virtual. Os produtos serão entregues nos 10 estados onde a rede mantém operação além do Distrito Federal.

Os consumidores que preferirem comprar na web também podem optar por retirar suas compras em uma das 534 lojas. A agência Y&R será a responsável por promover a novidade. Os principais concorrentes da empresa fundada por Samuel Klein, Magazine Luiza, Lojas Americanas e Ponto Frio já possuem lojas virtuais.

Segundo especulações, a Casas Bahia demorou a explorar esse mercado por conta da meta de atingir o número de 4 milhões de usuários do seu cartão de crédito próprio, fato que teria sido concretizado no final do ano passado.

A assessoria de imprensa da Casas Bahia foi procurada, porém, não confirmou a data de lançamento da loja virtual.

Fonte: Adnews


Produtora anuncia mudanças radicais na série ‘Need for speed’

Franquia vai ser dividida em três games diferentes a partir de 2009. Objetivo é atender a diferentes estilos de jogadores, diz executivo.

A produtora Electronic Arts anunciou nesta sexta-feira (30) o que muitos jogadores esperavam há algum tempo. A franquia de jogos de corrida “Need for speed”, que já tem 15 anos de estrada, será totalmente reformulada. A partir do final de 2009, a série vai se dividir em três “correntes”: simulação, ação e arcade.

 ”A proposta é fazer diferentes jogos para diferentes jogadores”, diz Keith Munro, vice-presidente de marketing da EA.

 ”Need for speed shift” (PC, Xbox 360, PS3) entrará na categoria “simulação”, com detalhes de pilotagem e visão em primeira pessoa (dentro do carro). “Need for speed world online” (PC) vai privilegiar a ação em corridas para multijogadores pela internet. Já “Need for speed nitro” (Wii, DS) será dedicado aos videogames da Nintendo, com pilotagem estilo “arcade”, mais simples.

 A nova estratégia rompe com a tradição da EA de produzir, a cada ano, uma mesma versão de “Need” para todos os consoles – dos computadores aos portáteis e celulares.

“A série ‘Need for speed sempre deu bons resultados em todas as plataformas. Mas achamos que tudo pode funcionar melhor com esse novo plano”, diz Munro. 

O estúdio canadense Black Box, responsável por diversas versões anteriores de “Need”, está colaborando com outros estúdios na criação de “Need for speed shift” e “Need for speed world online”. Além disso, segundo a EA, o Black Box continua trabalhando em um novo jogo de corrida.   

Os novos ”Need” estão em desenvolvimento há dois anos. O primeiro jogo da série foi lançado em 1994 para PC e os videogames 3DO, PlayStation One e Sega Saturn. Em novembro de 2008 foi lançado o título mais recente: “Need for speed undercover”, que retomou as perseguições policiais da fase “Most wanted”.


Vendas de celulares caem 10% no último trimestre de 2008

da Folha Online

O mercado de celulares sofreu uma queda de 10% no último trimestre de 2008, na comparação com o mesmo período do ano anterior. O resultado acabou derrubando os índices de crescimento do setor no ano, que terminou com 1,21 bilhões de unidades vendidas, uma alta de 5,4% –em 2007, o crescimento havia sido de 16%, de acordo com dados da consultoria ABI Research.

Com isso, o mercado de celulares mostra os efeitos da crise econômica mundial, com piora dos resultados no decorrer dos meses.

No primeiro semestre, o setor havia vendido 14% mais aparelhos do que em igual período de 2007. Depois, no terceiro trimestre, essa taxa desacelerou para 8%, até chegar à queda de 10% nos três últimos meses do ano.

“A mudança de rumos minou a confiança dos consumidores, empresas e usuários corporativos pelo mundo”, afirma Jake Saunders, vice-presidente da consultoria para a Ásia e o Pacífico.

A Nokia se manteve líder do setor, com 38,6% de participação, seguido por Samsung (16.2%), LG (8.3%), Motorola (8.3%) e Sony Ericsson (8%).

A consultoria também destaca o crescimento nas vendas de smartphones, com 171 milhões de unidades vendidas. Prova do bom momento foi o avanço na participação de mercado da RIM, fabricante do BlackBerry, que agora tem 1,9% do “bolo” –alta de 0,9 ponto percentual. A Apple, com o iPhone, chegou a 1,1%, um crescimento de 0,8 ponto percentual.


Lucro da loja virtual Amazon.com cresce 36% em 2008

da France Presse, em Nova York
da Folha Online

A loja on-line Amazon.com informou nesta quinta-feira (29) que obteve lucros superiores às expectativas em 2008. Entanto, a empresa cresceu menos que no ano anterior. A empresa obteve uma alta de 36% no lucro do ano passado, chegando a US$ 645 milhões –índice bem distante do crescimento de 150% de 2007.

Ainda assim, ficou à frente de várias outras empresas do setor tecnológico. O lucro por ação foi de US$ 1,49.

No último trimestre de 2008, o crescimento foi bem mais modesto, perto de 9%, devido às flutuações do câmbio, segundo a empresa. Nesse período, o lucro líquido alcançou US$ 225 milhões, ou seja, o equivalente a US$ 0,52 por ação –contra os US$ 0,39 esperados pelos analistas.

Também no último trimestre, as vendas na América do Norte e Europa tiveram crescimento comparadas ao mesmo período de 2007: 18% e 19%, respectivamente. As vendas de mídia pela internet, segundo a companhia, cresceram 9%, chegando a US$ 3,64 bilhões. O crescimento também foi registrado em relação à venda mundial de eletrônicos: 31% (US$ 2,89 bilhões).

Em dezembro, a empresa afirmou ter registrado um número recorde de vendas natalinas.


Dica Vibe :: Curso Comércio Eletrônico

Olá galera conectada no nosso Blog totalmente voltado a Comércio Eletrônico e WebMarketing, temos uma dica para você que está ingressando agora ou quer ingressar nesse mercado.

 

Acontecerá em São Paulo, no dia 7 de março, um curso que dará todas as dicas para se abrir uma loja na internet.

O curso Como Abrir uma Loja Virtual de Sucesso (http://www.cursoecommerce.com.br ) terá duração de um sábado, das 9h às 18h e será ministrado pelos profissionais de internet Mauricio Salvador, Rodrigo Maruxo e Sérgio Lima.

Serão discutidos tópicos como logística, gestão de estoques, atendimento on-line, usabilidade e marketing on-line. Também serão apresentadas as principais plataformas de comércio eletrônico disponíveis na internet brasileira.

Uma vez que a mortalidade de lojas virtuais é muito elevada – mensalmente centenas de empresas abrem e fecham suas lojas na internet – causada principalmente por falta de conhecimentos básicos do gestor, a idéia do curso é dar suporte para que pequenas empresas possam começar a vender pela internet com um custo inicial e de manutenção muito baixo.

Assim, essas empresas terão mais fôlego para ganhar conhecimento no canal e ir aumentando os investimentos, conforme os resutaldos forem aparecendo.

Fica aí nossa dica pessoal! Contamos com todos vocês lá…


Com medo de Montar o Seu Comércio Eletrônico, leia a matéria!

Não é novidade que as lojas virtuais ganharam bastante popularidade nos últimos anos, e que a cada vez mais elas se tornam uma ótima opção de investimento e se mostram como um caminho inevitável a seguir para quem já tem uma loja física.

Com o sucesso das vendas on-line, as vendas físicas perderam grande parte de seu público que encontram na internet condições melhores de pagamento, conforto, agilidade e facilidade ao encontrar produtos e comparar os seus preços.

Um estudo realizado pela TNS no final do ano de 2008 em 16 países diferentes (os países da América Latina não estão inclusos) e com cerca de 27,5 mil pessoas revela que a rede mundial é a decisão de compras em diversas categorias.

Segundo essa mesma pesquisa a internet tem mais influência, em geral, nos setores de tecnologia, turismo, finanças e entretenimento. Outras categorias que se destacaram foram a financeira com 72%, e com 69% a de cursos e treinamentos.

Outro dado interessante dessa pesquisa é que 86% das pessoas que adquiriram um pacote de viagem nos últimos 12 meses consideraram a internet como peça fundamental na hora da compra.

As lojas virtuais já têm facilitado muita a vida dos consumidores que estão cansados de enfrentas o trânsito para chegar até o shopping, ou que não querem nem pensar nas grandes filas dos centros comerciais.

O comércio tradicional tem perdido espaço para o ambiente virtual. As pessoas não têm mais tempo de se deslocarem de loja em loja pesquisando preços e encontrando as melhores promoções. Elas acabam preferindo pesquisar os preços na internet, procurar os melhores produtos que se adéquam as suas necessidades com uma variedade mais vasta encontrada no comércio online, e se decidem por levar os produtos pela facilidade nas formas de pagamento e os preços mais baixos, e também pela agilidade da entrega. O consumidor pode comprar tudo o que ele precisa sem sair de casa, e com apenas alguns cliques.

O comércio eletrônico deixou de ser uma opção de investimento para os lojistas que possuem um negócio físico e passou a ser uma necessidade para quem não quer ficar para trás nas finanças e nem perder lucros. Afinal, com a tecnologia trabalhando a nosso favor quem é que vai querer sair de casa para enfrentar uma verdadeira maratona de compras pelos lotados centros comerciais?

Fonte: Assessoria de Imprensa Dotstore (www.dotstore.com.br)


Internet é grande aliada do consumidor

internet

O consumidor tem na web uma rica fonte de informação para auxiliar suas decisões de compra e fazer valer seus direitos

Uma pesquisa da F/Radar realizada no mês passado mostra que 48% dos 64,5 milhões de internautas brasileiros levam em consideração a opinião de outros usuários publicada na internet antes de adquirir um produto ou serviço. Nos Estados Unidos, de acordo com a consultoria Deloitte & Touche, mais de 60% dos consumidores buscam a opinião de outros na Internet e 82% deste universo de usuários foram diretamente influenciados pelas análises no momento da compra. Na era da web colaborativa, a rede mundial de computadores fortalece o consumidor, que tem na tela do PC as informações de que precisa para fazer uma boa escolha na hora de comprar. Para isso, basta saber tirar proveito de sites de comparação, redes sociais, comunidades e fóruns online onde os usuários expressam suas críticas, dicas e avaliações sobre produtos e serviços.

“O bom e velho boca-a-boca agora conta com aliados poderosos, como páginas de relacionamento e blogs. Se no passado a opinião de um vizinho bastava para garantir a credibilidade de um produto, hoje, através das redes sociais, o mesmo personagem consegue expor suas impressões e dicas para mais de 64 milhões de brasileiros”, afirma o especialista em comunicação interativa Moriael Paiva.

De acordo com o estudo da F/Radar, 26% dos entrevistados já expuseram sua opinião na internet e 20% já fizeram reclamações online relativas a algum bem de consumo. Sabedoras dessa tendência, muitas lojas virtuais tomaram a iniciativa de criar um espaço em seus sites onde os próprios clientes podem expor sua opinião sobre os produtos adquiridos. Uma das pioneiras nesse sentido foi a famosa loja virtual Amazon.com. O mesmo já foi seguido por sites brasileiros de comércio eletrônico, como Americanas.com e Submarino. ‘‘A opinião expressa na internet não só apoia a decisão dos compradores como também vem se tornando forte aliada das empresas. A partir dessa realidade, cresce a preocupação dos fabricantes em manter a qualidade no atendimento às exigências de seu público alvo. Os recursos disponíveis na rede podem destruir toda uma estratégia de imagem. Por isso, as corporações estão mais atentas à forma como a comunicação com os consumidores é feita e elas próprias vêm se valendo do meio online’’, diz Paiva.

Uma útil ferramenta que também inclui a opinião dos internautas são os sites de comparação de preços. O site Zura! (www.zura.com.br) é um bom exemplo. Além de viabilizar na internet a boa e velha pechincha, o site apresenta a avaliação das lojas pelos usuários, com comentários. O Zura! também mantém, no rodapé de sua página, um link para uma lista de ‘‘lojas não recomendadas’’ — com dezenas de empresas da internet que, segundo o site, ‘‘apresentaram atividades comerciais pouco confiáveis’’.

Mais independentes do que os espaços de opinião dos consumidores nas lojas virtuais, as comunidades virtuais e fóruns online são as ferramentas mais poderosas para o cidadão que tira proveito da internet na era do consumo colaborativo. Eles são úteis tanto para consultas, antes da compra de um produto ou contratação de um serviço, como para que o usuário coloque a boca no trombone para elogiar ou reclamar. Nessa categoria, valem desde os acessos ao Orkut (www.orkut.com) até a sites especializados, como o Reclame Aqui (www.reclameaqui.com.br) e o Ivox (www.ivox.com.br).

‘‘O fenômeno do chamado consumo colaborativo não é novidade. A diferença é que, com a quebra de barreiras geográficas proporcionada pelos meios online, o consumidor conquistou o posto de principal propagandista de marcas e tendências, tendo ainda a característica de impulsionar críticas, positivas ou negativas, em fração de segundos’’, afirma Moriael Paiva. ‘‘O usuário agora é um porta-voz ativo, cada vez mais consciente do seu poder’’, completa o especialista.

FONTES DE INFORMAÇÕES

Comunidades: Redes sociais, como o Orkut, abrigam muitas comunidades que expressam opinião sobre produtos e empresas

Comparação de preços: Além de comparar preços, sites como o Zura! (www.zura.com.br) e BuscaPé (www.buscape.com.br) têm avaliações das lojas feitas pelos usuários

Fóruns: Os fóruns de opinião podem ser ferramentas úteis de informação independente. Entre as opções estão Baboo (www.babooforum.com.br) e o Fórum PCs (www.forumpcs.com.br)

SITES ESPECIALIZADOS: Há sites especializados em dar voz aos consumidores, como o iVox (www.ivox.com.br) e o ReclameAqui (www.reclameaqui.com.br)

Fonte: Diário do Nordeste Online


Micro e Pequenas Empresas devem representar 30% do e-commerce até 2010

“Existe uma dificuldade, por parte do micro e pequeno empresário, de acompanhar as mudanças tecnológicas, bem como as tendências do comércio eletrônico. Se o negócio já nasceu com foco no virtual, é mais fácil. Porém, no caso de uma pequena empresa do mundo real, que batalha no dia-a-dia para sobreviver, é difícil se atentar às oportunidades”.
A explicação é da superintendente de Marketing da ACSP (Associação Comercial de São Paulo), Sandra Turchi, responsável pelo projeto da entidade de inclusão das MPEs no ambiente virtual, informa o site InfoMoney.

O projeto é conduzido pela ACSP em parceria com a Camara-e.net e a estimativa é de que, até 2010, as empresas de micro e pequeno portes representem 30% do comércio virtual, com ganhos de cerca de R$ 15,4 bilhões.

Sobre o trabalho da ACSP De acordo com Sandra, as empresas devem se adaptar aos novos tempos. “Os empreendedores se mostram muito interessados em obter informações, para que possam se atualizar”, diz ela. “Acreditamos ser importante levar conhecimento a eles de forma prática”, acrescenta.

A ACSP promove eventos que abordam todos os aspectos importantes do e-commerce, com explicações sobre as necessidades de infraestrutura das empresas que comercializam pela internet, o fluxo de vendas, os meios de pagamento disponíveis para lojas virtuais, a logística, a hospedagem do site, o domínio e as ações de marketing próprias para negócios que operam na web.

“Geralmente, realizamos seminários acompanhados de workshops. Fechamos a parceria com a Camara-e.net em novembro do ano passado. Em 2009, ampliaremos a parceria, por meio da realização de vários eventos. O primeiro deles, o Ciclo MPE.net, deve acontecer no início de abril, no Hotel Intercontinental, em São Paulo, e será gratuito”.

E-commerce e crise
Sandra enxerga o comércio virtual como uma alternativa à crise. “É uma forma de potencializar as vendas da MPE”, afirma.

Porém, será que os investimentos valem a pena? Ela explica que muitas pessoas imaginam que o desembolso para começar a atuar na web é “gigantesco”. Mas garante que não é por aí. “Existem muitos recursos que barateiam o investimento em uma loja virtual. Por exemplo, há ferramentas que trazem modelos de lojas prontos. Outros trazem sistemas de pagamento e de logística pré-formatados”.

Como o objetivo da ACSP é levar informações de maneira a facilitar a vida do pequeno empresário, a entidade deve disponibilizar um espaço em seu site (www.acsp.com.br) para falar de e-commerce. “Se o internauta tiver alguma dúvida não esclarecida com as informações do site, ele poderá entrar em contato conosco”, finalizou Sandra.

Fonte: PEGN


Novo consumidor, novas vitrines

Quem nunca teve a certeza de encontrar alguma informação pelo Google? A resposta da maioria das pessoas certamente será sim. Pois bem. Hoje é notável a capacidade da internet de prover e oferecer novas possibilidades ao usuário, para que ele tenha acesso a todos os tipos de informações, serviços e produtos.

Acompanha esta tendência o notável progresso da nova classe média brasileira – consumidores emergentes em diversos tipos de mercados que até então estavam esquecidos por muitas empresas. Esta mudança de comportamento deve-se a vários desdobramentos sócio-econômicos e culturais da atual realidade brasileira. Nasce daí um novo consumidor da classe C, bem informado, articulado, que rompe com paradigmas do passado e exige uma comunicação mais direcionada e objetiva.

Ao mesmo tempo, o Brasil chega a quase 24 milhões de usuários de internet residencial. Um recorde desde que este índice começou a ser medido pelo Ibope. Somando-se todos estes fatores, podemos perceber a aparição de um novo nicho de mercado a ser explorado. Todos estes novos usuários, pertencentes à classe C, são também novos consumidores dispostos a descobrir as facilidades do e-commerce.

O novo momento do comércio, que se destaca por ofertas de produtos quase infinitas, preços geralmente atraentes e formas de pagamento que encantam os olhos de quem “clica” – foi impulsionado por diversos fatores, como programas de inclusão digital, investimento de informática em escolas públicas, barateamento de banda larga, aumento do índice de trabalhadores formais e, principalmente, acesso ao crédito pessoal. Este último aumentou também a venda de computadores domiciliares ao público de baixa renda, popularizando o comércio eletrônico.

O grande problema para as lojas virtuais já existentes é que elas foram concebidas com foco nas classes A e B, ou seja, usam linguagem e produtos que muitas vezes não preenchem as necessidades destes novos compradores. Embora tais mercadorias sejam objetos de desejo desta classe C, a apresentação e os mecanismos de busca devem ser mais adequados para atingir este público. Baseado neste raciocínio, o varejo está reestruturando suas diretrizes e investe no meio eletrônico para aproximar suas marcas, produtos e serviços do público popular.

De modo geral, o perfil predominante do consumidor brasileiro de internet ainda é caracterizado por 75% com nível de escolaridade superior (considerando incompleto, completo e pós-graduado), de 25 a 49 anos e igual distribuição entre homens e mulheres. No entanto, é notável este movimento de popularização do segmento – a participação das classes com renda familiar até R$ 3 mil nas vendas pela web já representa 35%.

As projeções do e-commerce no Brasil são crescentes e muito positivas quanto à entrada de novos investimentos e negócios para internet. Mesmo com as turbulências decorrentes da conjuntura global, esta é a oportunidade certa para abrir outros canais de vendas, já vislumbrando o futuro do mercado varejista.

Fonte: www.administradores.com.br


Mercado Digital

YouTube na telinha
A Nintendo e a Sony vão levar os vídeos do YouTube à tevê. O portal do Google criou um canal para transmitir sua programação da internet na televisão, por meio do Nintendo Wii e do Playstation 3. O canal não funciona em Macs e PCs. Só pode ser acessado pelos consoles dos videogames. O serviço já está disponível em 22 países e 12 línguas.

Até no ônibus

Passageiros da frota Brasil Sul Linhas Rodoviárias já podem viajar conectados à internet. A companhia é a primeira a disponibilizar banda larga 3G gratuita fora do eixo Rio-São Paulo. A conexão sem fio está disponível em dois ônibus do percurso de Toledo (PR) a São Paulo (SP), via Londrina. A viagem de 900 quilômetros dura aproximadamente 14 horas. A meta agora é ampliar a oferta para toda a frota de 38 ônibus. A implantação de wireless em todos os carros pode custar R$ 20 mil.

Dos 45 bilhões
de downloads de música em 2008, 95% foram baixados de forma ilegal

Sai a tevê, entra a internet

A Columbia Pictures quebrou a tradição de sempre anunciar sua próxima superprodução nos intervalos do Super Bowl, jogo final do campeonato de futebol americano e uma das maiores audiências da tevê dos EUA. Desta vez, o filme 2012, que deve chegar aos cinemas em 10 de julho e conta com John Cusack, de Alta Fidelidade, no elenco, será divulgado pelo Google. A estratégia é estimular internautas a descobrirem sozinhos mais sobre o filme. No lugar do endereço do website do filme, o trailer termina com a expressão “Google Search: 2012″, que quer dizer pesquise.

O poder de um sanduíche

O Burger King conseguiu abalar a popularidade do Facebook. A rede de fastfood lançou um aplicativo, o Whopper Sacrifice, oferecendo um lanche para o usuário que removesse dez pessoas de sua lista. Os amigos “sacrificados” acabavam recebendo a informação de que haviam sido trocados por um hambúrguer. O Facebook bloqueou a página, mas não conseguiu evitar o estrago. “O Facebook desabilitou o Whopper Sacrifice depois da prova de que seu amor pelo sanduíche é maior do que 232.566 amizades”, rebateu o Burger King em um banner.

Orkut Phone

A rede social mais famosa do Brasil agora virou telefone. Os usuários do Orkut já podem fazer ligações da sua página para o celular de outros internautas da comunidade virtual. Para isso, basta instalar o aplicativo Nimbuzz e em poucos segundos o serviço gratuito de comunicação estará disponível. A ferramenta também oferece chat, mensagens de texto e voz e envio de arquivos e fotos. Faça o download: www.nimbuzz.com

Circuit City liquida

A crise econômica derrubou mais um gigante americano. A rede de lojas de produtos eletrônicos Circuit City, que emprega mais de 30 mil funcionários, entrou em liquidação total, depois de falhar na busca por um comprador. A companhia foi colocada em novembro sob a proteção da Chapter Eleven, a lei de falência americana. A rede espera autorização judicial para fechar suas 567 lojas. Para reduzir o prejuízo, as mercadorias da Circuit City serão oferecidas a preços bem abaixo dos de mercado.