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FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES NO COMÉRCIO ELETRÔNICO
Aqui na agência tenho a política de ir muito a campo visitar meus clientes para saber o que está acontecendo no mercado, afinal nenhum termômetro melhor para isso do que eles que estão lá na linha de frente, vivenciando dia-a-dia do mercado.

- “Fidelização Online” – Sim é possível!
E nessas visitas, uma coisa que tenho ouvido muito de uns tempos para cá é a seguinte pergunta:
- Fiz um levantamento do histórico de minhas vendas e percebi que 99,9% do meus clientes somente compraram uma vez em minha loja e não mais voltaram. Isso é normal?
A resposta é bem ÓBVIA, “Claro que isso não é normal”…
Se isso ocorre somente tem um grande significado… “Sua empresa não está FIDELIZANDO seu cliente como deveria”
Quando ouço a fatídica pergunta, logo retruco com algumas outras:
· Você tem fidelizado seu cliente?
· Você após enviar o produto a seu cliente chegou a se preocupar de enviar um e-mail perguntando o que ele achou do produto? Ou mesmo enviou um e-mail para perguntar se ELE recebeu o produto? Afinal atrasos acontecem, mas você está mostrando sua preocupação para com o seu cliente.
· Você tem uma política de troca & devolução acompanhando sua mercadoria e não somente exposta em uma página perdida dentro de sua loja?
· Em casos de RMA (termo usado para devolução de mercadorias com defeito) você tem um projeto de Logística Reversa para retirar a mercadoria do seu cliente? Afinal ele não tem culpa que a mercadoria foi com defeito. E isso mostraria a ele que está trabalhando com uma empresa mais que séria e que se preocupa não somente em vender, mas em solucionar os problemas.
· Você tem respondido aos e-mails de seus clientes em um tempo hábil de no máximo 24 horas após recebê-lo?
· Você alguma vez lembrou-se de enviar uma newsletter não só comercial mas de bonificação para o seu cliente pelo Aniversário dele?
· Você sabe identificar porque determinada Região do Brasil compra mais do que qualquer outra o seu tipo de produto?
· Você já pensou em colocar uma área em seu site com um conteúdo mais abrangente sobre o seu tipo de produto, tornando assim você como referência quando seu cliente precisar saber de algo desse tipo?
· Você tem um CRM para acompanhar tudo o que seu cliente fez dentro de sua loja? E nesse caso não precisa ter um sistema caríssimo, basta se ter uma loja virtual com vários relatórios que já dá para se ter uma idéia do que fazer.
· O seu produto é um produto que somente se vende uma vez? Então porque você não vende derivados dele para que seu cliente volte a sua loja? Exemplo quem compra um iPhone com certeza precisará de acessórios para ele, ou não?
· Você tem renovado o seu estoque com novidades e informado seu cliente disso?
· Você fica de olho no seu concorrente para saber o que ele está fazendo e criar uma estratégia só sua e diferenciada para seu cliente?
· Você já pensou em criar um programa de Fidelidade?
Enfim essas são apenas algumas das perguntas que uso para provar que todos, Eu disse Todos, ou não fazem nenhuma das Questões acima, ou fazem apenas uma no máximo duas!!!
Isso prova que o comércio eletrônico ele é o mercado da fidelização e não somente da empolgação para o internauta.
Com certeza se a loja que o consumidor comprou fizer 50% do que pergunto acima com certeza, ela irá fidelizar o seu cliente e com isso fazer que ele não seja o cliente de uma compra só, e sim pelo menos de mais algumas, fazendo consequentemente que sua empresa aumente o faturamento pois dessa forma além de seus clientes novos você ainda tem os antigos comprando novamente.
E uma coisa é certa, nada melhor e mais satisfatório para um empresário ver que seu cliente voltou e está disposto a gastar de novo com você. Pois melhor do que qualquer valor que ele venha a gastar em sua loja, o prazer de saber que ele voltou não tem nada igual.
Robson Tavarone – CEO Agência VIBE
Google quer lucrar com varejo na web
Para tentar ampliar as receitas junto ao mercado de varejo on-line, o Google está comercializando um produto especial de busca.
O produto foi anunciado na última quarta-feira com o nome de Google Commerce Search, colocado à venda pelo valor inicial de US$ 50 mil por ano. A experiência do Google como buscador atribui ao site de varejo uma qualidade especial: a capacidade do consumidor para localizar os produtos e serviços. Para isso, o buscador quer usar um canal de dados para os catálogos de cada grupo de varejo.
“Os varejistas me convenceram de que existia a necessidade de um produto desse tipo,”, disse Nitin Mangtani (gerente de produtos de busca para empresas do Google) para a Reuters. “O desempenho lento de buscas em sites de varejo poderia enviar os usuários a outros sites, prejudicando os índices de conversão de uma loja” – acrescenta.
Mangtani afirmou ainda que os varejistas poderiam economizar em infraestrutura e manutenção, pois o produto do Google usa computação em nuvens, em termos gerais, o software fica hospedado nas centrais de dados do Google e não nos servidores do grupo de varejo.
Este novo produto mostra a clara expansão do Google em direção a clientes empresariais. Dos US$ 22 bilhões faturados pelo Google em 2008, 97% do faturamento veio da publicidade. No mês passado, o site expandiu a campanha publicitária para os aplicativos que fornece.
Em um estudo recente, Van Baker, analista do Gartner, constatou que poucos dos grandes grupos de varejo eletrônico pretendem mudar sua tecnologia básica de e-commerce.
Fonte: Redação Adnews
E-commerce tem recorde de satisfação

- Record em satisfação no Comércio Eletrônico
O “Índice de Confiança do e-consumidor” registrou a marca de 87,29% de consumidores satisfeitos com o resultado das compras feitas pela internet no mês de agosto. O desempenho supera o resultado de julho que já havia sido o maior de toda a série histórica iniciada em janeiro de 2009.
O acompanhamento deste indicador é feito pela e-bit, em parceria com o Movimento Internet Segura (MIS), que é o comitê da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Camara-e.net), dedicado a orientar o usuário da rede quanto às melhores práticas de navegação.
Apesar de demonstrar um crescimento pequeno em relação ao mês anterior, o resultado de agosto consolidou a satisfação do comprador virtual na casa dos 87%. “Consideramos que este é um patamar suficientemente forte para enfrentar os últimos meses do ano. Nesta época a demanda tradicionalmente aumenta e os sites demonstram estarem preparados para evitar problemas.”, comenta o coordenador do Movimento Internet Segura, Djalma Andrade.
O diretor da e-bit, Pedro Guasti explica que a empresa coletou 128.743 pesquisas em mais de 1.800 lojas virtuais de todo o Brasil entre os dias 1 e 31 de agosto. “Ao todo já foram mais de 883 mil pesquisas desde janeiro deste ano”, afirma.
Os critérios aos quais os consumidores foram incentivados a fazer a avaliação foram: Facilidade de Comprar, Seleção de Produtos, Informação sobre os Produtos, Preços, Navegação, Entrega no Prazo, Qualidade dos Produtos, Qualidade do Atendimento a Clientes, Política de Privacidade e Manuseio e Envio dos Produtos.
Fonte: Adnews
E-Commerce cresce 27% no primeiro semestre de 2009
Faturamento do canal web foi de R$ 4,8 bilhões. Livros e revistas foram os produtos mais vendidos
A pesquisa constatou que mais de 86% dos consumidores brasileiros estão satisfeitos com o comércio virtual. Para o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti, o desempenho do e-commerce surpreendeu até os mais otimistas. “O faturamento alcançado nesses primeiros seis meses do ano supera expectativas. É um mercado dinâmico e competitivo e isso permite ao consumidor optar pelas melhores ofertas. Hoje, pelo menos 15 milhões de brasileiros já tiveram pelo menos uma experiência de compra pela internet”, afirma.
Livros e revistas foram os itens mais vendidos, seguidos por produtos de beleza e de informática, que ficaram em segundo e terceiro lugar no ranking, respectivamente.
Descentralização
Segundo a e-bit, as lojas virtuais estão sofrendo processo de descentralização. Pequenas e médias empresas têm ocupado espaço que antes pertencia aos grandes varejistas. Durante o primeiro semestre de 2009, em comparação com o mesmo período do ano passado, os dez maiores varejistas do país perderam 5,5 pontos percentuais. Em contrapartida, pequenas e médias empresas, ganharam 1,6 ponto percentual.
Guasti afirma que a confiança que o canal traz ao consumidor, além da maior conscientização no ato da compra, continua sendo fator contribuinte para a tendência. “Os consumidores estão mais informados e orientados a fazer compras com segurança, potencializando as oportunidades para lojas de pequeno e médio porte.”
O segundo semestre de 2009 deve alcançar números importantes. A expectativa da e-bit é que o e-commerce feche o ano com mais de 17 milhões de compradores online. Entre julho e dezembro, o setor espera atingir a marca de R$ 5,8 bilhões em vendas .
Fonte: PEGN – http://migre.me/5sJD
Idosos usam redes sociais na internet para escapar da solidão
Sites ajudam a ‘renovar’ contatos e estimular amizades. Internautas também usam serviços para publicar fotos e memórias.

- Depois de sofrer um ataque cardíaco, Paula Rice, 73 anos, voltou à atividade ao encontrar redes sociais on-line (Foto: Carla Winn/The New York Times)
Como muitas pessoas mais velhas, Paula Rice, moradora do estado de Kentucky (EUA), ficou cada vez mais isolada nos últimos anos. Seus quatro filhos crescidos moram em outros lugares, seus dois casamentos acabaram em divórcio e seus amigos estão espalhados. Na maioria dos dias, ela não vê ninguém.
No entanto, Rice, 73 anos, está longe de ser solitária. Confinada em casa depois de sofrer um ataque cardíaco, há dois anos, ela começou a visitar redes sociais virtuais, como o Eons.com, uma comunidade on-line para baby boomers que estão envelhecendo, e o PoliceLink.com (ela é ex-despachante policial). Agora, Rice passa até 14 horas por dia em conversas on-line.
“Eu estava morrendo de tédio”, ela disse. “O Eons me deu uma razão para continuar vivendo”.
Não é novidade que cada vez mais pessoas da geração de Rice estão entrando em redes virtuais, como o Eons, o Facebook e o MySpace. De acordo com a comScore, empresa de medição de mídia, o número de internautas idosos que visitaram redes sociais cresceu quase duas vezes mais rápido que o índice de uso da internet neste grupo, no ano passado. Pesquisadores que focam no envelhecimento estão estudando o fenômeno, a fim de verificar se as redes sociais podem oferecer alguns dos benefícios de um grupo de amigos, ao mesmo tempo em que são algo mais fácil de manter.
‘Recuperando’ amigos
“Um dos maiores desafios, ou perdas, que enfrentamos como adultos mais velhos, honestamente, não envolve nossa saúde, mas como nossa rede social está nos deteriorando. Isso acontece pois nossos amigos adoecem, nossos cônjuges morrem, os amigos morrem, ou nos mudamos”, disse Joseph F. Coughlin, diretor do AgeLab, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts.
“O novo futuro da terceira idade envolve permanecer na sociedade, no ambiente de trabalho e estar bem conectado”, acrescentou. “A tecnologia vai ser uma parte muito importante nisso, pois a nova realidade é, cada vez mais, uma realidade virtual. Ela oferece uma forma de fazer novas conexões, novos amigos e novos propósitos”.
Cerca de um terço das pessoas com 75 anos de idade ou mais moram sozinhas, segundo um estudo da AARP, publicado em 2009. Em resposta ao crescente número de americanos idosos, o Instituto Nacional para o Envelhecimento está concedendo pelo menos US$ 10 milhões em financiamentos para pesquisadores que examinem a neurociência social e seus efeitos sobre o envelhecimento.
Redes on-line podem representar para os mais velhos “um lugar onde eles se sintam fortes, pois podem realizar essas conexões e conversar com as pessoas, sem ter que usar um amigo ou membro da família para mais uma coisa”, disse Antonina Bambina, socióloga da University of Southern Indiana e autora do livro “Online Social Support” (Cambria, 2007).
Para os familiares dos idosos, as redes sociais podem trazer um pouco de alívio. Chris McWade, morador de Franklin, Massachusetts, o mais novo de uma grande família, recentemente ajudou na mudança de seus pais, avós e tio para casas de repouso. Ele contou ter passado dois ou três anos “voando por todo o país, segurando a mão de muitas pessoas” e vendo o isolamento e a depressão que chegam com a idade.
Isso lhe despertou a ideia para a MyWay Village, uma rede social baseada em Quincy, Massachusetts. McWade ajudou a fundá-la, em 2006, e hoje a vende para casas de repouso. O projeto acaba de finalizar os programas-piloto em várias casas de Illinois e Massachusetts. McWade contar ter firmado acordos para a expansão para várias outras casas.
Há dois anos e meio, Howe Allen, corretor imobiliário em Boston, ajudou na mudança de seus pais para o River Bay Club, uma casa de repouso, também em Quincy, que usa o MyWay.
Sua mãe morreu logo depois. No entanto, seu pai, Carl, pôde começar a fazer amigos e compartilhar histórias no MyWay. Ele nunca havia usado um computador, mas aprendeu rápido; o software inclui aulas de informática. Depois de sua morte, em dezembro, o serviço de memórias da casa de repouso incluiu fotografias que ele tinha postado no MyWay, trechos de memórias publicadas por ele, e depoimentos de amigos feitos através do site.
“Foi um dia emocionante, jamais esquecerei”, disse Howe Allen. “É mais que um simples computador. Isso o afetou de formas que estão além da era eletrônica. Isso permitiu que ele crescesse numa idade em que, supõe-se, as pessoas param de crescer”.
Um Chevrolet 1950
Numa segunda-feira recente, Neil Sullivan, gerente regional do MyWay, estava diante de um grupo de cerca de vinte residentes do River Bay Club, na biblioteca do local.
Ele chegou preparado com slides e discursos, mas o grupo só queria falar da vida deles. Quando Sullivan mostrou a fotografia de um Chevrolet 1950, um morador disse: “Eu tinha um Chevy 57″, e outro respondeu: “O meu era um 49″. Um homem que usava um suéter verde-amarelado, até então quieto, acrescentou: “O melhor carro que já tive foi um Dodge Business Coupe”.
Sarah Hoit, co-fundadora e diretora executiva do MyWay, disse que, para os mais velhos, aprender a se conectar não era um objetivo por si só. “Eles querem um veículo para encontrar novas pessoas e compartilhar a vida”, disse. “Eles querem ser estimulados”.
Fora das sessões semanais, os moradores de River Bay usam o site para postar histórias como “Minha Vida Como Enfermeira” ou “Trabalhei no Howard Johnson, em Quincy”. Sunny Walker, 89 anos, que se recusava a usar máquina de escrever elétrica quando era secretária de uma escola (de tanto que odiava tecnologia), agora brinca e envia mensagens para os amigos através do site.
“Estou lhe dizendo, é a melhor coisa para os mais velhos”, disse ela. “Isso desafia nossas mentes, é isso. Desafiou a minha”.
Conseqüências da solidão
Algumas pesquisas sugerem que a solidão pode piorar a demência. Dr. Nicholas A. Christakis, médico interno e cientista social de Harvard, considera pesquisar se as conexões sociais online podem ajudar a retardar a demência, da mesma forma que as tradicionais.
“Redes sociais on-line realizam uma propensão antiga que todos nós temos de nos conectar com outros”, disse ele.
A propensão pode ser antiga, mas a forma de fazê-lo, não. Mollie Bourne, dona de um campo de golfe e moradora de Puerto Vallarta, México, durante metade do ano, entra no Facebook algumas vezes por semana. Ela gosta de ver os posts e fotos de seus netos, mesmo aquelas tiradas em bares e festas, aquelas que as pessoas não esperam que a avó veja.
“Por Deus, todos nós agíamos assim na faculdade”, disse ela. “É isso que acontece quando você tem 76 anos. Já estive por aí. Já vi de tudo. É preciso muita coisa para me chocar”.
Fonte: G1 – Globo.com
Dia dos Namorados: venda on-line deve crescer 20%
Proprietários de lojas virtuais estão animados com as vendas para o próximo Dia dos Namorados. Segundo pesquisa divulgada pela e-bit nesta sexta-feira (5), a expectativa do setor é aumentar as vendas em 20% neste ano, em relação a 2008. O segmento espera faturar R$ 390 milhões. No ano passado o faturamento foi de R$ 324 milhões.
“Esperamos um Dia dos Namorados bastante positivo no e-commerce, mesmo não tendo a mesma força de épocas mais expressivas, como o Dia das Mães e o Natal”, afirma Pedro Guasti, diretor geral da e-bit. Guasti afirma que o tíquete médio deve chegar a R$ 320.
Flores, eletrônicos, livros, celulares e perfumes provavelmente serão os produtos mais vendidos. No ano passado, os livros foram responsáveis por 22% das vendas totais feitas pela internet, seguidos por cosméticos (12%) e informática (11%).
Fonte: PEGN
A Crise não é mais desculpa para não crescer!
Para quem ainda sofre com o limite de verba na área de Comunicação, o E-mail Marketing tem se mostrado uma das melhores e mais rentáveis soluções em tempos de crise. O baixo custo, alto índice de penetração, mensuração precisa de resultados e o consequente aumento nas vendas, são os principais motivos para sua utilização.
Desde que a crise econômica mundial se instalou no mercado brasileiro, acompanhamos a correria das empresas em buscar aumentar as suas receitas ao mesmo tempo em que precisam reduzir os seus custos de produção, operação e, principalmente, de comunicação.
Num primeiro momento, acredita-se ser uma missão impossível, porém, com um bom planejamento de Marketing Estratégico, e as ferramentas certas, a tarefa se torna viável e até simples.
Simples porque, a primeira linha de corte na grande maioria das empresas foi justamente a de comunicação, uma vez que a ordem é a de sobrevivência, e quem manteve ou aumentou a sua verba comunicação, ganhou espaço para se destacar frente aos concorrentes. E viável porque, em tempos de crise, as negociações se tornam muito mais flexíveis, possibilitando a aquisição ou utilização de sistemas e serviços de alto nível, por preços muito atraentes.
Hoje é possível manter uma boa comunicação com os clientes com um investimento abaixo dos R$ 100,00 mensais, através de ferramentas de E-mail Marketing.
Com investimentos maiores em ações com planejamento estratégico, segmentação de bases de dados e a gestão dos e-mails, os resultados podem ser espetaculares, e normalmente pagam de longe o investimento.
Segundo pesquisa Ibope, hoje somos mais de 62 milhões de pessoas com acesso à Internet no Brasil, e o e-mail se tornou uma identidade virtual necessária para a utilização e acesso à quase tudo que está on-line. Dessa forma, podemos considerar os mesmos 62 milhões de pessoas e empresas como alvos para a comunicação e vendas via e-mail.
E-mail Marketing vs. Spam
Antes de mais nada, é muito importante que se entenda a diferença entre Spam, o e-mail enviado em massa para pessoas com as quais não se tem nenhum tipo de relacionamento, e E-mail Marketing, cujo contexto é justamente o de comunicação com clientes e pessoas interessadas em seu produto. Desse ponto de vista, o E-mail Marketing chega a ser considerado uma ferramenta de utilidade pública, uma vez que leva informações pertinentes ao público alvo.
Relacionamento
Num planejamento de E-mail Marketing como ferramenta de relacionamento, o principal objetivo é manter e aumentar o “Share of Mind”, ou a lembrança do consumidor sobre a sua marca, para que ele volte à sua loja quando precisar dos seus serviços e produtos. As empresas que buscam garantir a presença de sua marca no cliente, com baixo investimento, têm no E-mail Marketing o seu maior aliado. Seja numa mensagem de boas vindas, confirmação de compra, feliz aniversário, feliz natal e datas comemorativas em geral, a marca está sempre sendo vista e relembrada.
Um bom programa de Relacionamento via E-mail Marketing, pode também gerar vendas e, por si só, pagar o investimento na ferramenta e no desenvolvimento da estratégia de comunicação.
Pense, por exemplo, na possibilidade de lançar uma simples promoção no mês do aniversário dos seus clientes. Quem não quer benefícios???
Vendas
Campanhas de vendas através do E-mail Marketing, normalmente têm custos irrisórios frente aos resultados obtidos. Com o produto certo e o planejamento correto no tratamento direto com o seu cliente ativo, pode-se atingir facilmente os 30% de conversão ou até mais, contrariando as estatísticas do mercado de mailing aleatório, que fala em conversões de 0,5%.
Manter o seu cliente informado sobre as novidades, e gerar meios de levá-lo a comprar mais dos seus produtos é a principal tarefa do planejamento de vendas através desse meio.
Através do E-mail Marketing é possível entregar a promoção certa para o cliente que realmente deseja recebê-la, ou até mesmo que aguarda por tais ofertas.
- Como?
- Através do processo de vendas baseado em Inteligência Analítica, sobre a base de dados de clientes e do histórico de vendas, também conhecido como Segmentação de Base, um dos braços do Database Marketing (DBM).
Segmentação de Bases de Clientes
Pense na possibilidade de enviar para cada cliente, somente informações sobre os produtos pelos quais têm interesse, e no momento certo de sua necessidade.
Não é à toa que se diz que o E-mail Marketing é uma das poucas ferramentas que consegue unir os principais pontos que determinam a venda de um produto: O Cliente certo, com o Produto certo, no Momento Certo.
Estudando as características e informações de cada cliente, e o seu comportamento de consumo, é possível determinar, por exemplo, quando é a melhor época para vender quais tipos de produtos para cada tipo de cliente, e com isso garantir uma conversão muitas vezes acima do esperado.
Com tudo isso, não é de se estranhar que empresas de todos os tamanhos têm investido boa parte de sua verba de comunicação em E-mail Marketing.
O custo é muito baixo, e os resultados são líquidos e certos.
E você!? Já está se preparando para as boas vendas, mesmo em tempos de crise?
Não espere para começar. Saia na frente dos seus concorrentes e faça a diferença, utilizando o E-mail Marketing como aliado… seu cliente agradece.
Autor: Stivy Malty Soares
Fonte: DeepMind
O e-commerce e suas boas notícias!
O comércio online sempre traz boas notícias com seus índices, esta semana não está sendo diferente, bons resultados em dose dupla.
A e-bit divulgou nesta quarta-feira (13), que o nível de aprovação dos usuários de lojas online no mês de Abril foi o maior do ano.
Segundo a consultoria, o nível de aprovação dos usuários de lojas online no mês de Abril foi de 86%. Nos meses anteriores a taxa de satisfação havia ficado em 85,87%, 85,59% e 85,90% respectivamente.
Esta taxa demonstra a segurança que os e-consumidores adquiriram ao efetuar compras pela Internet e fica bem próxima da Taxa de países assim como Estados Unidos.
O outro excelente resultado divulgado hoje pela e-bit é o faturamento que o e-commerce gerou com o Dia das Mães. Este ano o e-commerce teve um faturamento de R$ 440 milhões, ou seja, 15% a mais comparado ao ano de 2008. O tíquete médio das compras também elevou para R$ 338.
Facilidades de Compra, seleção e informação sobre os produtos, preços, entrega no prazo e outros são elementos que contribuíram para que esta taxa fosse almejada.
Aprovação dos clientes e confiança em compras a loja virtual já conquistou, o Sucesso agora depende de você lojista!
Fonte: Dotstore
Varejo sobe em março e fecha trimestre em alta, diz IBGE
Números apontaram alta de 0,3% com relação a fevereiro e 1,8% na comparação com o mesmo período do ano passado.
Boas notícias ao varejo: as vendas no mês de março cresceram 0,3% com relação a fevereiro e subiram 1,8% na comparação com o mesmo período do ano passado. Já no primeiro trimestre, por sua vez, as vendas acumularam 3,8%. As informações foram divulgadas nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O momento, aliás, parece ser bastante positivo. De fevereiro a março, 8 das 10 atividades pesquisas apresentaram acréscimo no volume de vendas, como veículos e motos, partes e peças (3,9%), material de construção (3%), tecidos, vestuário e calçados (1,9%) e livros, jornais, revistas e papelaria (1,9%). Apenas hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo tiveram variação nula, enquanto móveis e eletrodomésticos registraram declínio de 2,2%.
No comparativo com março de 2008, 6 atividades do varejo verificaram ampliação nas vendas, entre elas, Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (15,2%), Outros artigos de uso pessoal e doméstico (5%) e Combustíveis e lubrificantes (4,2%). Na ponta oposta, figuraram Móveis e eletrodomésticos (-0,9%) e Tecidos, vestuário e calçados (-8,2%).
Fonte: Site Consumidor Moderno
Lucro e vendas do eBay caem, mas superam previsões de analistas
Lucro líquido no trimestre foi de US$ 357 milhões, ou US$ 0,28 por ação. Queda na receita é causada por fortalecimento do dólar, diz empresa.

- Queda na receita foi causada pelos efeitos do fortalecimento do dólar, segundo o eBay (Foto: Robert Galbraith/Reuters)
O site de comércio eletrônico eBay relatou nesta quarta-feira (22) lucro líquido, vendas e margem trimestral menores, mas os resultados superaram as expectativas em Wall Street e as ações da empresa subiram no after market.
A empresa, que anunciou na semana passada um plano para separar seus negócios de telefonia Skype, divulgou que o lucro líquido para o primeiro trimestre foi de US$ 357 milhões, ou US$ 0,28 por ação, uma queda em comparação com os US$ 460 milhões, ou US$ 0,34 por ação, no mesmo período no ano passado.
Excluindo itens extraordinários, o lucro por ação foi de US$ 0,39, mais que os US$ 0,34 por ação esperados, em média, por analistas, segundo a Reuters Estimates.
A receita caiu 8%, para US$ 2,02 bilhões, segundo a empresa, devido aos efeitos do fortalecimento do dólar e em meio à difícil economia global. Analistas esperavam, em média, receita de US$ 1,95 bilhão.
O eBay afirmou que espera um lucro ajustado por ação no segundo trimestre de US$ 0,34 a US$ 0,36, com receita entre US$ 1,85 bilhão a US$ 2,05 bilhões.
Fonte: G1