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FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES NO COMÉRCIO ELETRÔNICO
Aqui na agência tenho a política de ir muito a campo visitar meus clientes para saber o que está acontecendo no mercado, afinal nenhum termômetro melhor para isso do que eles que estão lá na linha de frente, vivenciando dia-a-dia do mercado.

- “Fidelização Online” – Sim é possível!
E nessas visitas, uma coisa que tenho ouvido muito de uns tempos para cá é a seguinte pergunta:
- Fiz um levantamento do histórico de minhas vendas e percebi que 99,9% do meus clientes somente compraram uma vez em minha loja e não mais voltaram. Isso é normal?
A resposta é bem ÓBVIA, “Claro que isso não é normal”…
Se isso ocorre somente tem um grande significado… “Sua empresa não está FIDELIZANDO seu cliente como deveria”
Quando ouço a fatídica pergunta, logo retruco com algumas outras:
· Você tem fidelizado seu cliente?
· Você após enviar o produto a seu cliente chegou a se preocupar de enviar um e-mail perguntando o que ele achou do produto? Ou mesmo enviou um e-mail para perguntar se ELE recebeu o produto? Afinal atrasos acontecem, mas você está mostrando sua preocupação para com o seu cliente.
· Você tem uma política de troca & devolução acompanhando sua mercadoria e não somente exposta em uma página perdida dentro de sua loja?
· Em casos de RMA (termo usado para devolução de mercadorias com defeito) você tem um projeto de Logística Reversa para retirar a mercadoria do seu cliente? Afinal ele não tem culpa que a mercadoria foi com defeito. E isso mostraria a ele que está trabalhando com uma empresa mais que séria e que se preocupa não somente em vender, mas em solucionar os problemas.
· Você tem respondido aos e-mails de seus clientes em um tempo hábil de no máximo 24 horas após recebê-lo?
· Você alguma vez lembrou-se de enviar uma newsletter não só comercial mas de bonificação para o seu cliente pelo Aniversário dele?
· Você sabe identificar porque determinada Região do Brasil compra mais do que qualquer outra o seu tipo de produto?
· Você já pensou em colocar uma área em seu site com um conteúdo mais abrangente sobre o seu tipo de produto, tornando assim você como referência quando seu cliente precisar saber de algo desse tipo?
· Você tem um CRM para acompanhar tudo o que seu cliente fez dentro de sua loja? E nesse caso não precisa ter um sistema caríssimo, basta se ter uma loja virtual com vários relatórios que já dá para se ter uma idéia do que fazer.
· O seu produto é um produto que somente se vende uma vez? Então porque você não vende derivados dele para que seu cliente volte a sua loja? Exemplo quem compra um iPhone com certeza precisará de acessórios para ele, ou não?
· Você tem renovado o seu estoque com novidades e informado seu cliente disso?
· Você fica de olho no seu concorrente para saber o que ele está fazendo e criar uma estratégia só sua e diferenciada para seu cliente?
· Você já pensou em criar um programa de Fidelidade?
Enfim essas são apenas algumas das perguntas que uso para provar que todos, Eu disse Todos, ou não fazem nenhuma das Questões acima, ou fazem apenas uma no máximo duas!!!
Isso prova que o comércio eletrônico ele é o mercado da fidelização e não somente da empolgação para o internauta.
Com certeza se a loja que o consumidor comprou fizer 50% do que pergunto acima com certeza, ela irá fidelizar o seu cliente e com isso fazer que ele não seja o cliente de uma compra só, e sim pelo menos de mais algumas, fazendo consequentemente que sua empresa aumente o faturamento pois dessa forma além de seus clientes novos você ainda tem os antigos comprando novamente.
E uma coisa é certa, nada melhor e mais satisfatório para um empresário ver que seu cliente voltou e está disposto a gastar de novo com você. Pois melhor do que qualquer valor que ele venha a gastar em sua loja, o prazer de saber que ele voltou não tem nada igual.
Robson Tavarone – CEO Agência VIBE
Logística Reversa: Empresas têm desafio de administrar devoluções
Cerca de 10% dos produtos vendidos no Brasil – tanto os que nunca foram usados como os que já estão no final da sua vida útil – retornam para as empresas. Resultado de uma pesquisa realizada com 188 companhias feita pelo Conselho de Logística Reversa do Brasil (CLRB), o índice aponta para a necessidade de um maior gerenciamento desse setor.
Para o presidente da entidade, Paulo Roberto Leite, não existe hoje uma correta mensuração desses processos na maior parte das corporações, então, os percentuais podem ser até maiores. A pesquisa mostrou que metade das companhias avaliadas gasta até 5% do faturamento obtido com o retorno dos produtos. Há um crescimento gradativo dos níveis de devolução na medida em que há um aumento da variedade de produtos disponíveis no mercado por diferentes setores. “A conscientização empresarial, até mesmo pela possibilidade de redução dos seus custos, está aumentando nos últimos cinco anos”, diz, otimista.

Empresas apostam na coleta dos produtos em caso de Insatisfação do Cliente
Um outro levantamento, feito pela Reverse Logistics Association (RLA), apurou que os processos na área de logística reversa chegam a representar entre 3% e 25% do Produto Interno Bruto (PIB) de alguns países. Nos Estados Unidos estima-se que movimente, no mínimo, US$ 360 bilhões anualmente. Entre os motivos de retorno de um produto para a empresa que o produziu está a expiração do prazo de validade, a desistência dos consumidores ou estoque muito grande feito por uma loja de varejo não compatível com o giro registrado. Para ajudar o mercado no monitoramento das mercadorias retornadas, o Conselho de Logística Reversa do Brasil está criando comitês de trabalho para propagar os conhecimentos sobre a coleta e uso desses indicadores. Um dos maiores índices de retorno de produtos é o registrado pelo comércio eletrônico.
A Hermes, empresa que atua no segmento de vendas por catálogo com mais de 10 milhões de clientes no Brasil, mantém há dois anos uma parceria com os Correios para gerenciar todo o processo de logística reversa e melhorar os seus índices. O projeto consiste na coleta do produto na residência do consumidor, troca e encaminhamento ao centro de distribuição. Seu site Compra Fácil possui 200 mil itens comercializados mensalmente. E uma das apostas é justamente no pronto atendimento dos cerca de 4 mil pedidos de troca ou devoluções que ocorrem em todo o País. O cuidado com a logística reversa já resultou em uma redução de tempo médio de retorno dos produtos de 20 para oito dias. Aos poucos, o sistema está se transformando em uma importante ferramenta de fidelização e valorização do cliente, que ao ter uma boa experiência de devolução de produtos adquiridos voltará a comprar pela internet. Dentro desse conceito, uma das áreas que mais cresce é a do pós-consumo, incentivada por questões ambientais. O Brasil ainda corre atrás para alcançar os níveis de coleta registrados hoje nos EUA e na Comunidade Europeia.
Colombo usa intranet para gerenciar operações
Nas Lojas Colombo, o sistema de gerenciamento da logística reversa envolve tanto as lojas físicas como as virtuais. Nas compras feitas pela web, como acontece de uma forma geral em todo o País, o índice de devolução é maior. O nível de arrependimento é mais alto, já que os consumidores não têm a oportunidade de ver e degustar os produtos. Nas lojas físicas, as devoluções são motivadas, normalmente, por defeitos de qualidade.
O gerente-geral de logística da empresa, Antonio Reverbel, explica que a Colombo costuma tentar evitar que o cliente leve para casa um produto com avaria estética. Se mesmo assim, dentro de sete dias, ele tiver interesse em devolver, o trabalho passa a ser focado em tentar entender o motivo e, se possível, efetuar a troca por outra mercadoria. Independentemente de reverter ou não a compra, a Colombo trabalha com um sistema de tecnologia através do qual, na sua intranet, ficam registrados os pedidos e os motivos das devoluções. “Essas informações nos ajudam a orientar as lojas sobre como evitar que isso aconteça”, relata
Autor: Patrícia Knebel
Fonte: Jornal do Comércio
Matéria retirada do site: http://www.ecommerce.tv.br
Google quer lucrar com varejo na web
Para tentar ampliar as receitas junto ao mercado de varejo on-line, o Google está comercializando um produto especial de busca.
O produto foi anunciado na última quarta-feira com o nome de Google Commerce Search, colocado à venda pelo valor inicial de US$ 50 mil por ano. A experiência do Google como buscador atribui ao site de varejo uma qualidade especial: a capacidade do consumidor para localizar os produtos e serviços. Para isso, o buscador quer usar um canal de dados para os catálogos de cada grupo de varejo.
“Os varejistas me convenceram de que existia a necessidade de um produto desse tipo,”, disse Nitin Mangtani (gerente de produtos de busca para empresas do Google) para a Reuters. “O desempenho lento de buscas em sites de varejo poderia enviar os usuários a outros sites, prejudicando os índices de conversão de uma loja” – acrescenta.
Mangtani afirmou ainda que os varejistas poderiam economizar em infraestrutura e manutenção, pois o produto do Google usa computação em nuvens, em termos gerais, o software fica hospedado nas centrais de dados do Google e não nos servidores do grupo de varejo.
Este novo produto mostra a clara expansão do Google em direção a clientes empresariais. Dos US$ 22 bilhões faturados pelo Google em 2008, 97% do faturamento veio da publicidade. No mês passado, o site expandiu a campanha publicitária para os aplicativos que fornece.
Em um estudo recente, Van Baker, analista do Gartner, constatou que poucos dos grandes grupos de varejo eletrônico pretendem mudar sua tecnologia básica de e-commerce.
Fonte: Redação Adnews
E-commerce tem recorde de satisfação

- Record em satisfação no Comércio Eletrônico
O “Índice de Confiança do e-consumidor” registrou a marca de 87,29% de consumidores satisfeitos com o resultado das compras feitas pela internet no mês de agosto. O desempenho supera o resultado de julho que já havia sido o maior de toda a série histórica iniciada em janeiro de 2009.
O acompanhamento deste indicador é feito pela e-bit, em parceria com o Movimento Internet Segura (MIS), que é o comitê da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Camara-e.net), dedicado a orientar o usuário da rede quanto às melhores práticas de navegação.
Apesar de demonstrar um crescimento pequeno em relação ao mês anterior, o resultado de agosto consolidou a satisfação do comprador virtual na casa dos 87%. “Consideramos que este é um patamar suficientemente forte para enfrentar os últimos meses do ano. Nesta época a demanda tradicionalmente aumenta e os sites demonstram estarem preparados para evitar problemas.”, comenta o coordenador do Movimento Internet Segura, Djalma Andrade.
O diretor da e-bit, Pedro Guasti explica que a empresa coletou 128.743 pesquisas em mais de 1.800 lojas virtuais de todo o Brasil entre os dias 1 e 31 de agosto. “Ao todo já foram mais de 883 mil pesquisas desde janeiro deste ano”, afirma.
Os critérios aos quais os consumidores foram incentivados a fazer a avaliação foram: Facilidade de Comprar, Seleção de Produtos, Informação sobre os Produtos, Preços, Navegação, Entrega no Prazo, Qualidade dos Produtos, Qualidade do Atendimento a Clientes, Política de Privacidade e Manuseio e Envio dos Produtos.
Fonte: Adnews
Como aumentar a audiência da sua Loja Virtual
Esse Post Brilhantemente escrito por Roberto de Jesus Oliveira responsável pelo site Jornal do E-Commerce. É realmente uma das melhores formas de se mostrar como um fidelizar o seu cliente.
Que a disponibilidade de conteúdo inédito é o que faz as pessoas visitarem e retornarem a um site, todos já sabem. Claro que as ferramentas de mídia social, sorteios e outros artifícios também aumentam a visibilidade, mas para ter um público efetivamente fiel é necessário ter as respostas para os questionamentos diários dos seus internautas. E, mesmo sabendo disso, não vejo nenhuma loja virtual que ofereça algo além de seus produtos.
Pense bem…
Tenho certeza de que a sua empresa pode gerar um conteúdo relevante voltado para o seu nicho de mercado. Se for esporte, fale de equipamentos novos, dicas de nutrição ou locais para a prática; procure manter um blog que faça menção aos seus produtos, mas sem ser publicidade pura e direta. Pense como o cliente. O que ele pode estar pesquisando na internet neste exato momento? De que precisa? Responder essas duas perguntinhas pode te dar boas idéias.
E agora…
Deixe a venda de produtos para último plano. Isso vai acontecer naturalmente se você criar uma comunidade em torno do seu site. Use e abuse das mídias sociais, Orkut, Twitter, Facebook etc… e, como falei no artigo anterior, trabalhe com o amor e a verdade: as pessoas irão perceber a sua intenção de ajudar e retribuirão com fidelidade à sua marca.
Conclusão
Gere valor, gere o “TRUE BUZZ“. A internet é constituída de conversas e relacionamentos. “Case” com o seu cliente… gente gosta de gente e a tecnologia pura é muito fria, a mídia clássica não conhece o cliente e sim as massas… abra todos os canais de comunicação para que o cliente não tenha motivos de falar mal de você. Boa sorte!
Fonte: Site i-Masters
Roberto de Jesus Oliveira responsável pelo site Jornal do E-Commerce -
E-Commerce cresce 27% no primeiro semestre de 2009
Faturamento do canal web foi de R$ 4,8 bilhões. Livros e revistas foram os produtos mais vendidos
A pesquisa constatou que mais de 86% dos consumidores brasileiros estão satisfeitos com o comércio virtual. Para o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti, o desempenho do e-commerce surpreendeu até os mais otimistas. “O faturamento alcançado nesses primeiros seis meses do ano supera expectativas. É um mercado dinâmico e competitivo e isso permite ao consumidor optar pelas melhores ofertas. Hoje, pelo menos 15 milhões de brasileiros já tiveram pelo menos uma experiência de compra pela internet”, afirma.
Livros e revistas foram os itens mais vendidos, seguidos por produtos de beleza e de informática, que ficaram em segundo e terceiro lugar no ranking, respectivamente.
Descentralização
Segundo a e-bit, as lojas virtuais estão sofrendo processo de descentralização. Pequenas e médias empresas têm ocupado espaço que antes pertencia aos grandes varejistas. Durante o primeiro semestre de 2009, em comparação com o mesmo período do ano passado, os dez maiores varejistas do país perderam 5,5 pontos percentuais. Em contrapartida, pequenas e médias empresas, ganharam 1,6 ponto percentual.
Guasti afirma que a confiança que o canal traz ao consumidor, além da maior conscientização no ato da compra, continua sendo fator contribuinte para a tendência. “Os consumidores estão mais informados e orientados a fazer compras com segurança, potencializando as oportunidades para lojas de pequeno e médio porte.”
O segundo semestre de 2009 deve alcançar números importantes. A expectativa da e-bit é que o e-commerce feche o ano com mais de 17 milhões de compradores online. Entre julho e dezembro, o setor espera atingir a marca de R$ 5,8 bilhões em vendas .
Fonte: PEGN – http://migre.me/5sJD
Steve Jobs, a embalagem e o e-commerce
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Steve Jobs passa quase tanto tempo pensando na embalagem de seus gadgets quanto nos próprios produtos. Não é uma questão de gosto ou de elegância, embora isto também faça parte. Para Jobs, o ato de tirar o produto de sua caixa é uma parte importante da experiência do usuário e, como o mais que ele faz, é pensado com muito cuidado. obs vê a embalagem como uma ajuda para apresentar uma tecnologia nova e desconhecida aos consumidores. Por exemplo, o Mac original, lançado em 1984. Naquela época, ninguém jamais havia visto algo semelhante. Era controlado por aquela coisa estanha que apontava – um mouse – e não por um teclado, como os PCs antes dele. Para familiarizar os novos usuários com o mouse, Jobs fez questão de que ele fosse embalado separadamente, em um compartimento próprio. O fato de forçar o usuário a desempacotar o mouse – a pega-lo e conectá-lo – iria torná-lo um pouco menos estranho quando tivesse que usá-lo pela primeira vez. Até hoje, Jobs vem planejando cuidadosamente esta rotina de desempacotamento para cada um dos produtos da Apple. A embalagem do iMac foi projetada para tornar óbvio como conectar à uma máquina a internet, e recebeu uma inserção de poliestireno especialmente desenhada para servir também como apoio para o fino manual de instruções. O que lemos acima são o primeiro e o segundo parágrafo da introdução do livro “A cabeça de Steve Jobs de Leander Kahney lançado pela editora AGIR. Poucos empresários de sucesso perceberam como ele que a embalagem é integrante do processo de relacionamento do consumidor/usuário com o produto e componente importante da experiência de consumo. Todos compreendem a sensação que nos proporciona o desembrulhar de um presente, a expectativa da descoberta, a alegria de receber algo. Mas poucos conseguem transferir isto para seus próprios produtos. Steve Jobs percebeu que a embalagem faz diferença, percebeu claramente sua contribuição ao processo de engajamento do usuário à marca e ao produto. Por desconhecer questões simples como estas, muitas empresas deixam de aproveitar suas embalagens para estender, aprofundar e tornar mais relevante a experiência dos consumidores com seus produtos. O caso das embalagens utilizadas no E-commerce é um exemplo que vale a pena mencionar. A experiência de comprar pela internet é bastante diferente da de comprar em uma loja convencional onde interagimos com o ambiente, vemos e tocamos nos diversos produtos, somos atendidos por uma pessoa especializada que pode nos orientar e esclarecer nossas dúvidas. Tudo isso se perde quando compramos através da web. Em compensação ganhamos uma nova sensação, a de estarmos conectados, de sermos pessoas atualizadas vivendo na vanguarda do nosso mundo e do nosso tempo. Esta sensação, entretanto, é totalmente desmistificada e rebaixada quando recebemos em casa a maioria dos produtos que compramos por este meio. Isto acontece porque as embalagens do E-commerce, as E-packs na maioria das vezes não diferenciam em nada das piores embalagens do varejo tradicional. Elas não reafirmam ao consumidor a experiência da vanguarda que é comprar pela internet, eles não exaltam esta experiência, e perdem a oportunidade de dar prosseguimento ao relacionamento estabelecido on-line. Quando fiz minha primeira compra na Amazon Books tive uma grande decepção ao receber em casa uma caixinha de papelão pardo sem impressão alguma. Eu esperava uma embalagem da empresa que era naquele momento uma das mais brilhantes empresas do comércio eletrônico mundial e recebi uma embalagem igual a do mercadinho do seu Manoel. Percebi naquele momento que além de deixar de realçar sua presença no mundo real, a Amazon havia perdido a oportunidade de usar aquela embalagem para me valorizar como seu cliente, para me integrar ainda mais em seu mundo, para me oferecer outros acessos, me convidar para estender a experiência e até mesmo para me vender alguma promoção dando continuidade a um relacionamento que poderia se tornar duradouro. As embalagens das empresas on-line representam uma oportunidade única de tornar real uma experiência virtual e podem ser utilizadas para uma série muito grande de ações de relacionamento que a custo praticamente zero podem transformar a experiência de receber um produto pelo correio. O mesmo se pode dizer sobre as embalagens dos produtos eletrônicos, calçados, e outros bens em cujo processo de escolha elas não tem atuação direta como acontece nos produtos de consumo vendidos em gôndolas dos supermercados e do auto-serviço. Estas embalagens que não vendem diretamente o produto desempenham um papel fundamental no processo de entrega e acesso ao que foi comprado. São elas que realizam a cerimônia final onde se encerra o processo de compra e começa a experiência com o novo bem adquirido. Este ritual de passagem para o início do relacionamento do consumidor/usuário protagonizado pela embalagem foi perfeitamente percebido por Steve Jobs que chegou a este entendimento porque presta atenção em cada etapa do processo, cada detalhe para ele tem sua importância, foi por isso que ele enxergou com perfeição o papel que a embalagem desempenha na experiência do usuário. Seu exemplo serve para todos os empresários e empresas cujos produtos utilizam embalagens. |
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Consumidor deve gastar, em média, R$ 330 em compras na web para o Dia dos Pais
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Valor é 3,13% superior ao gasto apurado no ano passado, quando o presente do papai ficou em torno de R$ 320 As pessoas que comprarem pela internet para presentear no próximo Dia dos Pais gastarão em média, R$ 330, segundo estimativa da e-bit (empresa de pesquisa e marketing on-line) divulgada nesta quarta-feira (5) O valor é, aproximadamente, 3,13% maior ao gasto na mesma data comemorativa no ano passado, quando o tíquete médio ficou em R$ 320. Além disso, a expectativa da entidade é substancialmente superior ao que foi divulgado em levantamento da ACSP (Associação Comercial de São Paulo), cujos dados apontam um gasto médio de R$ 70 para os filhos que farão suas compras fora do universo virtual. Mais procurados Ainda de acordo com a e-bit, o grande volume de produtos com alto valor agregado nos carrinhos dos e-consumidores será um dos principais responsáveis pelo melhor desempenho do segmento. A entidade estima que o varejo on-line irá movimentar R$ 405 milhões, o que representa um crescimento de cerca de 20% em relação ao faturamento obtido em 2008 (aproximadamente R$ 338 milhões). No ranking dos mais vendidos, devem ter destaque os eletrônicos de grande a pequeno porte, como televisores, MP3 players, aparelhos de som e DVD, câmeras digitais, barbeadores, entre outros, artigos de informática e aparelhos de celular. “No Dia dos Pais, os usuários costumam optar por produtos mais caros, com um investimento maior. Os lojistas podem apostar nesses fatores, já que a confiança do consumidor em comprar pela internet está cada vez maior, e trazer ofertas mais atraentes para os filhos que querem presentear seus pais com os melhores produtos disponíveis”, afirma o diretor-geral da e-bit Pedro Guasti. |
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Comércio eletrônico cresce e fatura 20% a mais
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As pessoas que compraram presentes para o Dia das Mães e até para o Dia dos Namorados pela internet no mês de maio aprovaram os serviços prestados pelas lojas virtuais brasileiras. É o que mostra o “Índice de Confiança do e-consumidor”, estudo desenvolvido pela consultoria e-bit, em parceria com o Movimento Internet Segura (MIS). O levantamento mostra que 86,45% dos usuários destes sites se disseram satisfeitos com o resultado final de suas transações. Este foi o recorde do ano. Segundo o coordenador do MIS, Djalma Andrade, o indicador demonstra que os varejistas virtuais brasileiros estão a cada dia melhor preparados para suportar com eficiência os grandes picos de volumes de transações. “Maio é o segundo período mais importante do varejo. Tivemos um volume maior de compras neste mês do que em qualquer outro do ano, devido à sazonalidade e também ao próprio crescimento vegetativo do negócio. Com um aumento destes seria natural o registro de alguns problemas em itens especificamente relacionados principalmente à logística, mas felizmente não foi isto o que aconteceu”, disse. O MIS é o comitê da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), dedicado a orientar o usuário da rede quanto às melhores práticas de navegação. O diretor da e-bit, Pedro Guasti explica que para chegar a este resultado a empresa colheu 109.128 questionários no mês de maio. Por meio deles as pessoas são convidadas a opinar sobre os dez seguintes quesitos: Facilidade de Comprar, Seleção de Produtos, Informação sobre os Produtos, Preços, Navegação, Entrega no Prazo, Qualidade dos Produtos, Qualidade do Atendimento a Clientes, Política de Privacidade e Manuseio e Envio dos Produtos. A e-bit anunciou recentemente que o período do Dia das Mães deste ano registrou um faturamento de R$ 440 milhões no e-commerce. Já no Dia dos Namorados, embora os dados ainda não tenham sido consolidados, a expectativa era de que o setor movimentasse R$ 390 milhões. Ambos os resultados significam um crescimento de 20% em relação às mesmas épocas do ano passado. Guasti lembra que o indicador de 86,45% de satisfação é o maior do ano, com 0,14 pontos percentuais de crescimento sobre o mês de abril e mostra uma clara evolução desde o início da apuração deste índice, no mês de janeiro, quando o patamar havia sido de 85,87%. De janeiro a maio foram colhidos 529.832 questionários em lojas virtuais de todo o país. |
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Idosos usam redes sociais na internet para escapar da solidão
Sites ajudam a ‘renovar’ contatos e estimular amizades. Internautas também usam serviços para publicar fotos e memórias.

- Depois de sofrer um ataque cardíaco, Paula Rice, 73 anos, voltou à atividade ao encontrar redes sociais on-line (Foto: Carla Winn/The New York Times)
Como muitas pessoas mais velhas, Paula Rice, moradora do estado de Kentucky (EUA), ficou cada vez mais isolada nos últimos anos. Seus quatro filhos crescidos moram em outros lugares, seus dois casamentos acabaram em divórcio e seus amigos estão espalhados. Na maioria dos dias, ela não vê ninguém.
No entanto, Rice, 73 anos, está longe de ser solitária. Confinada em casa depois de sofrer um ataque cardíaco, há dois anos, ela começou a visitar redes sociais virtuais, como o Eons.com, uma comunidade on-line para baby boomers que estão envelhecendo, e o PoliceLink.com (ela é ex-despachante policial). Agora, Rice passa até 14 horas por dia em conversas on-line.
“Eu estava morrendo de tédio”, ela disse. “O Eons me deu uma razão para continuar vivendo”.
Não é novidade que cada vez mais pessoas da geração de Rice estão entrando em redes virtuais, como o Eons, o Facebook e o MySpace. De acordo com a comScore, empresa de medição de mídia, o número de internautas idosos que visitaram redes sociais cresceu quase duas vezes mais rápido que o índice de uso da internet neste grupo, no ano passado. Pesquisadores que focam no envelhecimento estão estudando o fenômeno, a fim de verificar se as redes sociais podem oferecer alguns dos benefícios de um grupo de amigos, ao mesmo tempo em que são algo mais fácil de manter.
‘Recuperando’ amigos
“Um dos maiores desafios, ou perdas, que enfrentamos como adultos mais velhos, honestamente, não envolve nossa saúde, mas como nossa rede social está nos deteriorando. Isso acontece pois nossos amigos adoecem, nossos cônjuges morrem, os amigos morrem, ou nos mudamos”, disse Joseph F. Coughlin, diretor do AgeLab, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts.
“O novo futuro da terceira idade envolve permanecer na sociedade, no ambiente de trabalho e estar bem conectado”, acrescentou. “A tecnologia vai ser uma parte muito importante nisso, pois a nova realidade é, cada vez mais, uma realidade virtual. Ela oferece uma forma de fazer novas conexões, novos amigos e novos propósitos”.
Cerca de um terço das pessoas com 75 anos de idade ou mais moram sozinhas, segundo um estudo da AARP, publicado em 2009. Em resposta ao crescente número de americanos idosos, o Instituto Nacional para o Envelhecimento está concedendo pelo menos US$ 10 milhões em financiamentos para pesquisadores que examinem a neurociência social e seus efeitos sobre o envelhecimento.
Redes on-line podem representar para os mais velhos “um lugar onde eles se sintam fortes, pois podem realizar essas conexões e conversar com as pessoas, sem ter que usar um amigo ou membro da família para mais uma coisa”, disse Antonina Bambina, socióloga da University of Southern Indiana e autora do livro “Online Social Support” (Cambria, 2007).
Para os familiares dos idosos, as redes sociais podem trazer um pouco de alívio. Chris McWade, morador de Franklin, Massachusetts, o mais novo de uma grande família, recentemente ajudou na mudança de seus pais, avós e tio para casas de repouso. Ele contou ter passado dois ou três anos “voando por todo o país, segurando a mão de muitas pessoas” e vendo o isolamento e a depressão que chegam com a idade.
Isso lhe despertou a ideia para a MyWay Village, uma rede social baseada em Quincy, Massachusetts. McWade ajudou a fundá-la, em 2006, e hoje a vende para casas de repouso. O projeto acaba de finalizar os programas-piloto em várias casas de Illinois e Massachusetts. McWade contar ter firmado acordos para a expansão para várias outras casas.
Há dois anos e meio, Howe Allen, corretor imobiliário em Boston, ajudou na mudança de seus pais para o River Bay Club, uma casa de repouso, também em Quincy, que usa o MyWay.
Sua mãe morreu logo depois. No entanto, seu pai, Carl, pôde começar a fazer amigos e compartilhar histórias no MyWay. Ele nunca havia usado um computador, mas aprendeu rápido; o software inclui aulas de informática. Depois de sua morte, em dezembro, o serviço de memórias da casa de repouso incluiu fotografias que ele tinha postado no MyWay, trechos de memórias publicadas por ele, e depoimentos de amigos feitos através do site.
“Foi um dia emocionante, jamais esquecerei”, disse Howe Allen. “É mais que um simples computador. Isso o afetou de formas que estão além da era eletrônica. Isso permitiu que ele crescesse numa idade em que, supõe-se, as pessoas param de crescer”.
Um Chevrolet 1950
Numa segunda-feira recente, Neil Sullivan, gerente regional do MyWay, estava diante de um grupo de cerca de vinte residentes do River Bay Club, na biblioteca do local.
Ele chegou preparado com slides e discursos, mas o grupo só queria falar da vida deles. Quando Sullivan mostrou a fotografia de um Chevrolet 1950, um morador disse: “Eu tinha um Chevy 57″, e outro respondeu: “O meu era um 49″. Um homem que usava um suéter verde-amarelado, até então quieto, acrescentou: “O melhor carro que já tive foi um Dodge Business Coupe”.
Sarah Hoit, co-fundadora e diretora executiva do MyWay, disse que, para os mais velhos, aprender a se conectar não era um objetivo por si só. “Eles querem um veículo para encontrar novas pessoas e compartilhar a vida”, disse. “Eles querem ser estimulados”.
Fora das sessões semanais, os moradores de River Bay usam o site para postar histórias como “Minha Vida Como Enfermeira” ou “Trabalhei no Howard Johnson, em Quincy”. Sunny Walker, 89 anos, que se recusava a usar máquina de escrever elétrica quando era secretária de uma escola (de tanto que odiava tecnologia), agora brinca e envia mensagens para os amigos através do site.
“Estou lhe dizendo, é a melhor coisa para os mais velhos”, disse ela. “Isso desafia nossas mentes, é isso. Desafiou a minha”.
Conseqüências da solidão
Algumas pesquisas sugerem que a solidão pode piorar a demência. Dr. Nicholas A. Christakis, médico interno e cientista social de Harvard, considera pesquisar se as conexões sociais online podem ajudar a retardar a demência, da mesma forma que as tradicionais.
“Redes sociais on-line realizam uma propensão antiga que todos nós temos de nos conectar com outros”, disse ele.
A propensão pode ser antiga, mas a forma de fazê-lo, não. Mollie Bourne, dona de um campo de golfe e moradora de Puerto Vallarta, México, durante metade do ano, entra no Facebook algumas vezes por semana. Ela gosta de ver os posts e fotos de seus netos, mesmo aquelas tiradas em bares e festas, aquelas que as pessoas não esperam que a avó veja.
“Por Deus, todos nós agíamos assim na faculdade”, disse ela. “É isso que acontece quando você tem 76 anos. Já estive por aí. Já vi de tudo. É preciso muita coisa para me chocar”.
Fonte: G1 – Globo.com