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A lista seguinte contém todas as entradas do Fraudes na internet categoria.

Comércio eletrônico cresce e fatura 20% a mais

As pessoas que compraram presentes para o Dia das Mães e até para o Dia dos Namorados pela internet no mês de maio aprovaram os serviços prestados pelas lojas virtuais brasileiras.

É o que mostra o “Índice de Confiança do e-consumidor”, estudo desenvolvido pela consultoria e-bit, em parceria com o Movimento Internet Segura (MIS). 

O levantamento mostra que 86,45% dos usuários destes sites se disseram satisfeitos com o resultado final de suas transações. Este foi o recorde do ano. 

Segundo o coordenador do MIS, Djalma Andrade, o indicador demonstra que os varejistas virtuais brasileiros estão a cada dia melhor preparados para suportar com eficiência os grandes picos de volumes de transações. 

“Maio é o segundo período mais importante do varejo. Tivemos um volume maior de compras neste mês do que em qualquer outro do ano, devido à sazonalidade e também ao próprio crescimento vegetativo do negócio. Com um aumento destes seria natural o registro de alguns problemas em itens especificamente relacionados principalmente à logística, mas felizmente não foi isto o que aconteceu”, disse.

O MIS é o comitê da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), dedicado a orientar o usuário da rede quanto às melhores práticas de navegação.

O diretor da e-bit, Pedro Guasti explica que para chegar a este resultado a empresa colheu 109.128 questionários no mês de maio. 

Por meio deles as pessoas são convidadas a opinar sobre os dez seguintes quesitos: Facilidade de Comprar, Seleção de Produtos, Informação sobre os Produtos, Preços, Navegação, Entrega no Prazo, Qualidade dos Produtos, Qualidade do Atendimento a Clientes, Política de Privacidade e Manuseio e Envio dos Produtos. 

A e-bit anunciou recentemente que o período do Dia das Mães deste ano registrou um faturamento de R$ 440 milhões no e-commerce. Já no Dia dos Namorados, embora os dados ainda não tenham sido consolidados, a expectativa era de que o setor movimentasse R$ 390 milhões. 

Ambos os resultados significam um crescimento de 20% em relação às mesmas épocas do ano passado.

Guasti lembra que o indicador de 86,45% de satisfação é o maior do ano, com 0,14 pontos percentuais de crescimento sobre o mês de abril e mostra uma clara evolução desde o início da apuração deste índice, no mês de janeiro, quando o patamar havia sido de 85,87%. De janeiro a maio foram colhidos 529.832 questionários em lojas virtuais de todo o país.

Fonte: e-bit

O e-commerce e suas boas notícias!

O comércio online sempre traz boas notícias com seus índices, esta semana não está sendo diferente, bons resultados em dose dupla.

A e-bit divulgou nesta quarta-feira (13), que o nível de aprovação dos usuários de lojas online no mês de Abril foi o maior do ano.

Segundo a consultoria, o nível de aprovação dos usuários de lojas online no mês de Abril foi de 86%. Nos meses anteriores a taxa de satisfação havia ficado em 85,87%, 85,59% e 85,90% respectivamente.

Esta taxa demonstra a segurança que os e-consumidores adquiriram ao efetuar compras pela Internet e fica bem próxima da Taxa de países assim como Estados Unidos.

O outro excelente resultado divulgado hoje pela e-bit é o faturamento que o e-commerce gerou com o Dia das Mães. Este ano o e-commerce teve um faturamento de R$ 440 milhões, ou seja, 15% a mais comparado ao ano de 2008. O tíquete médio das compras também elevou para R$ 338.

Facilidades de Compra, seleção e informação sobre os produtos, preços, entrega no prazo e outros são elementos que contribuíram para que esta taxa fosse almejada.

Aprovação dos clientes e confiança em compras a loja virtual já conquistou, o Sucesso agora depende de você lojista!

Fonte: Dotstore


Médica britânica perde mais de R$ 1 milhão com golpe virtual

Ela foi vítima de golpe da herança nigeriana, ou 419 scam. Autoridades identificaram o golpista, que será julgado em junho.

Uma cirurgiã britânica perdeu 350 mil libras (cerca de R$ 1,12 milhão) em um golpe virtual, segundo a publicação “The Sun”. De acordo com o jornal, ele foi vítima do chamado golpe da herança nigeriana, também conhecido como golpe 419 (419 scam). As autoridades britânicas conseguiram identificar o criminoso e o detiveram.

Com essa estratégia, os golpistas pedem ajuda para uma transferência internacional de fundos e, como recompensa, o internauta terá direito a ficar com uma porcentagem do valor milionário. Geralmente, os criminosos enviam mensagens de e-mail às vítimas em potencial dizendo ser de instituição governamental ou herdeiro de uma grande fortuna – eles podem citar a Nigéria ou outro país. O golpe também é chamado de fraude de antecipação de pagamento.

A médica de 44 anos deu a quantia a um nigeriano chamado Chinaenye Mokelu, depois de ele prometer a ela uma parte de sua “fortuna de US$ 300 milhões”. Os dois chegaram a se encontrar com em Londres, quando o golpista mostrou à mulher uma maleta cheia de dinheiro falso.

À Justiça, o advogado da médica nascida no Kuaiti afirmou: “o golpista disse que precisava de alguém com uma conta bancária no Reino Unido para facilitar a transferência do dinheiro. Infelizmente, ela respondeu à mensagem”. Depois de denunciar o golpe, os policiais conseguiram rastrear cerca de R$ 96 mil do R$ 1,12 milhão e detiveram o golpista. 

De acordo com o “The Sun”, o nigeriano usou as cerca de 30 mil libras para pagar sua hipoteca e comprar itens luxuosos. No tribunal de Basildon Crown, o pai de duas crianças alegou ser culpado e admitiu ter um passaporte falso. Ele ficará sob custódia até junho, quando deve ser julgado.

Fonte: G1 – Globo.com


Saiba como golpistas da web levam internautas a sites falsos

Criminosos podem criar páginas de bancos e roubar senhas. Veja como funciona esse tipo de golpe disseminado na internet.

A Net confirmou na semana passada que o Virtua foi alvo de um ataque de envenenamento do cache DNS, o que resultou no redirecionamento do site do Bradesco para uma página clonada, operada por criminosos com o intuito de roubar informações. A confirmação também deu voz a reclamações que apareceram há duas semanas sobre redirecionamentos do Google AdSense, que serve anúncios publicitários, para cavalos de troia. A coluna Segurança para o PC de hoje explica como esse ataque funciona.

Todos os computadores existentes na internet são identificados com um número chamado de endereço IP. É o Domain Name System (DNS) que consegue “traduzir” algo como “www.globo.com” para um endereço IP, o que facilita muito a localização das páginas na rede, dispensando a necessidade de lembrar e digitar longas sequências numéricas.

Infelizmente, é possível interferir com esse processo de “tradução”. Ou seja, um indivíduo mal-intencionado pode fazer com que um endereço na internet seja traduzido para o IP errado. Assim, ele pode fazer com que um determinado endereço leve o internauta para o IP e, portanto, para o computador que ele deseja.

Em outras palavras, um malfeitor pode fazer com que o endereço do site de um banco, por exemplo, aponte para um computador que ele mesmo controla. Ele pode criar uma página totalmente diferente, para assustar os usuários. Ou ainda colocar uma página idêntica à original, mas que, como está sob seu controle, rouba os dados que forem colocados nela.

DNS

O DNS é um sistema bem distribuído: cada provedor tem sua própria infraestrutura. Normalmente, são usados dois servidores de DNS na conexão com a internet: um principal e um reserva, caso o primeiro esteja lento ou inoperante. Os sites que existem na internet também têm dois ou mais Name Servers (NS) que são responsáveis por informar a cada servidor DNS o endereço IP correto do site.

Existem ainda vários NSs operados pelas organizações responsáveis pelo funcionamento dos endereços na internet. Esses servidores têm como objetivo apenas informar ao servidor DNS qual é o NS específico de um site. Assim, a responsabilidade do sistema não está centralizada, garantindo que uma falha num único local não afete os demais usuários. Por isso, o envenenamento de cache afeta apenas usuários de um determinado DNS, normalmente um grupo de usuários dentro de um provedor.

O processo de “tradução” é um pouco complicado e irrelevante, portanto a coluna não irá descrevê-lo em detalhes. Vale dizer, no entanto, que, para otimizar tudo, o DNS usa uma memória temporária chamada cache. Ela serve para que o DNS guarde as informações que obtém, para não ter de repetir o processo inteiro se um mesmo site for acessado dezenas de vezes. Eventualmente essa memória é zerada, para que sites que mudaram de IP, por exemplo, sejam retraduzidos.

Para interferir com a tradução, o criminoso precisa se “disfarçar” de um NS. Ou seja, quando o DNS perguntar a um NS a respeito do IP de um endereço, o criminoso deve responder antes que o NS legítimo faça isso. Por causa da memória temporária (cache) explicada acima, a resposta falsa ficará ativa no DNS por algumas horas, dias ou semanas. Por isso, o ataque se chama Envenenamento de Cache DNS. Veja abaixo como funciona.

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Usando uma analogia, imagine que você (“DNS”) está montando uma lista telefônica local (“cache”) e, hipoteticamente, você quer saber qual o número de telefone (“IP”) de uma pessoa de quem você tem apenas o endereço (“www.algumsite…”). O único meio disponível é enviando uma carta (“conexão”). A pessoa (“NS”) então responde a correspondência, informando o número de telefone.

Se alguém outro responder a carta com um número de telefone errado numa correspondência cujo remetente (“IP do NS”) foi falsificado, você não terá como saber que o número está errado e irá usado mesmo assim. Com isso, sua lista telefônica será publicada com um erro até a edição seguinte (“limpeza do cache”), quando os números forem revisados. Durante esse período, todo mundo que usar sua lista para descobrir o número de quem mora naquele endereço estará discando o número informado pelo criminoso.

Insegurança

O DNS foi inventado em 1983, uma época bem diferente para a internet. Sistemas mais recentes usam um protocolo chamado TCP (Transmission Control Protocol), no qual a situação descrita acima ficaria mais complicada. Usando novamente a comparação com os correios, seria o equivalente a enviar uma carta registrada. Porém, o DNS usa o User Datagram Protocol (UDP), o equivalente a uma “carta simples”, sem verificação de entrega ou do remetente.

Para evitar que o DNS aceite uma resposta falsa, cada tradução é marcada com um código de conexão, identificado como “Código X” no infográfico. São 65535 possibilidades, no mínimo. Podem ser ainda mais possibilidades se a configuração de “porta aleatória”, como é chamada, estiver ativa, porém nem todos utilizam essa configuração. Houve um grande alarde no ano passado por causa de uma nova maneira de explorar o DNS que dá os criminosos quase que infinitas tentativas, o que significa que as 65535 possibilidades não eram mais suficientes para proteger a conexão.

O criminoso precisa conseguir adivinhar qual será o código identificador para plantar sua resposta falsa. Normalmente não é fácil descobrir com exatidão. Isso significa que é preciso enviar várias respostas forjadas, cada uma com um código diferente (X, Y, Z, no infográfico), esperando que um seja o certo, e que ele chegue antes ao DNS que o legítimo. Feito isso, a resposta falsa estará plantada e os internautas serão redirecionados.

Na próxima segunda-feira (27) será publicada a segunda parte desta coluna, citando falhas que facilitam esse tipo de ataque e também quais as soluções para o problema. Mas antes, na quarta-feira (22) é dia de pacotão de segurança, no qual são respondidas dúvidas deixadas pelos leitores . Deixe seu questionamento sobre segurança ou sugestão de pauta na seção de comentários, abaixo. Até lá!
* Altieres Rohr é especialista em segurança de computadores e, nesta coluna, vai responder dúvidas, explicar conceitos e dar dicas e esclarecimentos sobre antivírus, firewalls, crimes virtuais, proteção de dados e outros. Ele criou e edita o Linha Defensiva, site e fórum de segurança que oferece um serviço gratuito de remoção de pragas digitais, entre outras atividades. Na coluna “Segurança para o PC”, o especialista também vai tirar dúvidas deixadas pelos leitores na seção de comentários. Acompanhe também o Twitter da coluna, na página http://twitter.com/g1seguranca.


Visa estreia no cartão de crédito por celular. Agora vai?

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É na Malásia que a Visa está implantando seu primeiro sistema de cartão de crédito por celular para valer, depois de ter feito uma série de testes com a tecnologia nos últimos dois anos. 

O projeto foi desenvolvido em parceria com o Maybank e a operadora de celular Maxis, que tem 11 milhões de assinantes. No hardware, entram aparelhos Nokia 6212 com NFC (Near Field Communications), a tecnologia de pagamento sem contato que pode virar padrão nessa área.

Ainda com um custo alto e de uso restrito, como toda tecnologia nova, o NFC vem sendo incorporado hoje a pouquíssimos modelos de celular. Mas a entrada da Visa num projeto comercial dá um impulso e tanto nesse mercado.

Os dados de pagamento não vão pela rede celular. O NFC é uma tecnologia de curto alcance de transmissão de dados, assim como o Bluetooth. Ou melhor, de curtíssimo alcance: a distância para trocar dados é de menos de 20 centímetros.

Fonte: Info Blogs

 


E-commerce: pequenas podem tirar dúvidas online

O comércio eletrônico, também conhecido como e-commerce, é um setor em expansão, porém ainda pouco explorado pelos pequenos e médios empresários brasileiros. Para ajudar empreendedores a usar a internet e alavancar o faturamento, a Associção Comercial de São Paulo (ACSP) lançou nesta quarta-feira (8) o “WebFórum de e-commerce para as Médias e Pequenas Empresas (MPEs)”. O canal interativo permitirá que os microempresários tirem dúvidas, troquem experiências e enviem sugestões. O acesso ao conteúdo do portal é gratuito, porém é preciso se cadastrar pelo site: www.acsp.com.br/e-commerce

Segundo Sandra Turchi, superintendente de marketing da ACSP e idealizadora do projeto, o intuito do WebFórum é orientar às MPEs sobre como montar uma loja virtual. “A ACSP percebeu que as empresas menores conhecem pouco sobre o mundo digital e, muitas delas, não têm meios para investir em um profissional de marketing ou de tecnologia. No WebFórum vamos abordar temas como gestão de risco, hospedagem em site, meios de pagamento, logística, webmarketing, entre outros.”

Sandra afirma que assim como os consumidores ainda têm medo de efetuar transações online, as pequenas empresas também não sabem se vale a pena correr o risco de montar uma loja virtual . Um dos motivos que as impedem de tentar é que elas têm receio de um negócio atrapalhar o outro. Entretanto, a superintendente de marketing ressalta que é preciso difundir a ideia de que o comércio eletrônico e o tradicional são complementares. “Comprar sem sair de casa é uma comodidade e quanto mais opções você dá ao seu cliente, mais fácil fidelizá-lo”, diz.

Fonte: PEGN – G1


E-commerce, Confiança ou Confiabilidade?

Definição de Confiança: Vertrauen, Zuversicht confidence,tru

subst f confiança [kõfi'ɐ̃sɐ]

1 crença na honestidade de alguém

ter confiança em alguém

2 segurança em si próprio

3 esperança

ter confiança no futuro

auto-confiança
confiança em si próprio

 

Definição de Confiabilidade:

Em geral, Confiabilidade (definição sistêmica) é a capacidade de uma pessoa ou sistema de realizar e manter seu funcionamento em circunstâncias de rotina, bem como em circunstâncias hostis e inesperadas.

Confiabilidade é a probabilidade de um ítem desempenhar uma função, sob condições específicas, de forma adequada, como previsto no projeto, durante um período de tempo pré-determinado.

Confiabilidade também está associada a garantia de execução de funcionalidades sistêmicas para atender requisitos não-funcionais.

A Engenharia de Confiabilidade é um campo específico no estudo de sistemas e seu funcionamento.

Porque abordamos esse tópico hoje? Simples pois as duas palavras em nosso dicionário nos remetem a coisas distintas mas que ao mesmo tempo andam em paralelo para o mundo de vendas online nos dias de hoje.

O Consumidor Online hoje está muito mais seguro do que deseja em uma loja virtual, ele sabe o que lhe agrada e o que não lhe agrada. Sabe levantar dados da empresa. Sabe em muitos casos hoje me dia só de olhar e saber se aquela empresa veio para ficar.

O Brasileiro está cada vez mais aderindo ao mundo de compras online, visto que no último levantamento da E-Bit 2008 teve um crescimento de 30%. Isso se dá hora por conta de falta de tempo de ir a uma loja física, hora por conta de não precisar pegar filas em estacionamentos de Shoppings, e hora até mesmo por medo de sair de casa.

Portanto hoje as definições Confiança e Confiabilidade se encaixam como uma luva para o lojista de internet. Porque? Porque somente oferecendo essas duas palavrinhas você poderá contar com que seu cliente entre em sua loja e efetivamente compre o seu produto.

Esses dias estive em um cliente e ele me mostrou um relatório que quase caí da cadeira ao vê-lo. Ele estava tendo uma média de 800 acessos únicos diários, mas nenhuma venda. Todos sabemos que não existem fórmulas mágicas para reverter esses número todos em vendas. Mas por outro lado 800 acessos únicos e nenhuma venda é um desperdício total.

De posse dessas informações e ainda ao lado de nosso cliente entramos em seu site para simular uma compra.

Qual a nossa surpresa?

1.    Não havia nenhum selo de segurança a qual loja pertencia;

2.    O cliente ao entrar com os seus dados não aparecia o Cadeado de Segurança – SSL (Security Socket Layer);

3.    No navegador não apareceria antes do domínio o HTTPS;

4.    A Loja somente vendia por depósito bancário e SEDEX à Cobrar;

5.    Não havia sistema de rastreamento de mercadorias;

6.    Não havia visível as políticas de Troca & Devolução, Formas de Pagamento e Envio;

Em resumo, a pergunta a nosso cliente foi:

- Qual a Confiabilidade que sua loja está passando para seu consumidor na hora de comprar?

- Você teria a Confiança de colocar seus dados pessoais como CPF, RG em uma loja dessas?

Bom todos sabemos a resposta correto?

Por isso ao desenvolver sua loja virtual, pense sempre nessas duas palavrinhas, CONFIABILIDADE e CONFIANÇA, pois a primeira você tem que passar e mostrar a seu cliente e a segunda somente se “Conquista e não se Compra”

Por Robson Tavarone -  Web Solutions Manager, Agência Vibe


Aumento de consumidores B2C é sinal de internet segura

Mais de 13 milhões de internautas são consumidores do comércio composto por 15 mil lojas virtuais, sendo que 15 delas são responsáveis por 80% do faturamento online no Pais, por volta de R$ 8, 2 bilhões. São essas mesmas 15 lojas quem representam o comitê de varejo da Câmara Brasileira do Comércio Eletrônico, conhecida como Câmara e-Net, que comemora nesta terça-feira, 10/02, o Dia Mundial da Internet Segura.

Gastão de Mattos, consultor da GMattos, especializada em marketing na área de comércio eletrônico, conta que o aumento do número de usuários demonstra a conscientização dos internautas em relação à segurança na internet. “Em 2007, o número de compradores na internet era de 10 milhões e desde 2004, a adoção da compra pelos internautas tem crescido a taxas de 30%”, compara. Mattos ainda ressalta que, mesmo com a crise, a expectativa é de que número de internautas que compram via web cresça 30% nos próximos anos.

Crise?
Mas, o ticket médio dos usuários deve continuar caindo: a receita média por usuário passou de R$ 330 (2007) para R$ 290 em 2008. “Ainda assim, o ticket médio do Brasil é maior do que dos Estados Unidos, que está por volta de US$ 50”, observa Mattos.

Uma das razões pela queda no consumo por usuário é a mudança do perfil do internauta, que deixou de ser predominantemente da classe A ou B. Outra razão é o modelo comercial do mundo online que oferece parcelas de até 12 vezes, enquanto as condições nas lojas físicas são de até seis parcelas. Mattos diz que “a coisa está feia” no offline, mas no comércio eletrônico deve acontecer apenas desaceleração. “O faturamento do comércio eletrônico já atingiu taxas de 50% e deve cair nos próximos anos, porém, o crescimento continua”, prevê. Estima-se que o comércio eletrônico movimentou R$ 8,2 bilhões em 2008.

Outro dado que aponta a evolução da segurança das lojas virtuais são número de compras: 32 milhões de compras foram feitas em 2008, o que representa uma média de duas compras e meia por usuário.

Livros, CDs e DVDs continuam sendo os itens mais vendidos na internet, representando 40% do volume total de unidades vendidas. Mattos alerta, entretanto, que 2009 será o ano para vender roupas já que o segmento tem demonstrado uma evolução desde 2007. É bom lembrar que compras feitas pelo Mercado Livre ou serviços prestados pelos sites especializados em venda de passagens ou compra de automóveis não são contabilizados pela Camara e.Net.

Loja Segura
O esforço do Movimento Internet Segura atua em duas vertentes: varejo e a proteção da infância e adolescência, bandeira que passou a fazer parte da divulgação do site da comunidade desde ano passado. “Uma das dicas para verificar se uma loja é segura é aceitar todos meios de pagamento, principalmente cartão de crédito já que 81% das compras são pagas via cartão. Além disso, é bom verificar o CNPJ da empresa no Serasa e domínio no Registro. BR”, ensina Mattos.

Igor Rocha, coordenador do Movimento Internet Segura, cuja gestão termina agora em fevereiro, quando executivo da Microsoft assumirá o mandato por um ano, explica que o principal objetivo do movimento é reforçar a cultura da segurança digital , o que tem sido feito por meio do site Internet Segura.Org e pela iniciativa do prêmio de jornalismo, que aumenta a divulgação das ações necessárias para conscientização dos internautas na hora de comprar pela web.

Fonte: Risk Report


Comércio Eletrônico, Cartão de Crédito e as MPEs

O comércio eletrônico obteve um expressivo crescimento no faturamento em 2008, chegando na casa dos R$ 8,2 bilhões – número 30% superior ao registrado no ano anterior, ao passo que os cartões de crédito, meio eletrônico utilizado em mais de 80% das transações realizadas pela internet, movimentaram R$ 223,5 bilhões em 2008 (124 milhões de cartões), o que reflete alta de 22% em relação a 2007.

 

Os pequenos negócios inseridos no chamado “e-commerce” e adotando meios eletrônicos de pagamento em suas atividades econômicas, são fundamentais para alavancar os resultados de todos, principalmente em momentos de crise. Afinal, um segmento que representa mais de 95% dos estabelecimentos formais em operação, dos quais a maioria no ramo de comércio e serviços, não pode ser desprezado pelos players desses mercados. Leia o artigo do consultor financeiro do SEBRAE/NA André Dantas.

 

Fonte: Blog Mundo Sebrae


Comércio Eletrônico – É seguro vender com cartão de crédito?

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Depende:

 

Para cartões Mastercard e Diners, a administradora Redecard fornece a solução segura Kormerci. Para que a venda seja garantida pela Redecard, deve-se também contratar o serviço AVS (Serviço de Verificação de Dados Cadastrais). Desta forma, cada pedido receberá um código verificador durante o processo on-line de autorização. Se for código W, a venda não poderá ser contestada posteriormente pelo cliente (chargeback), desde que o envio seja feito para o endereço deste, com Aviso de Recebimento (AR) ou similar.

 

Para cartões VISA, a aprovação pode ser feita através de equipamento para venda com cartão não presente, como por exemplo, POS digitado.

As autorizações on-line para novas lojas devem ser feitas pelo sistema Verified by Visa (VbV), solicitado por e-mail ou pelo telefone 0800-7756868.

No VbV, os pedidos são garantidos pela Visanet para cartões emitidos no exterior ou quando a autenticação é do tipo 1 (autenticada pelo banco emissor do cartão).

Neste último caso, o cliente digita apenas o BIN do cartão (6 primeiros dígitos) e em seguida será remetido ao home banking do banco emissor para completar a transação.

O número completo do cartão não será solicitado ou enviado à loja virtual, que recebe apenas o identificador da transação (TID) e a autorização do banco.

 

Cartões American Express podem ser aprovados através do mesmo equipamento POS da VISA ou pelo Cobre Bem. As vendas não são garantidas pela administradora.

 

Vendas com cartões Itaú através do serviço Itaú Shopline são garantidas pelo banco, pois é necessária senha de acesso à conta corrente do cliente para finalizar o pedido.

 

Se a empresa já possui equipamento POS e quer utilizá-lo para suas vendas on-line, será necessário contratar da administradora serviço para autorização de digitação do número do cartão (conhecido como “assinatura em arquivo”).

 

Agende uma reunião conosco da Agência Vibe, e saiba mais como se proteger na WEB. www.agenciavibe.com