Arquivo da categoria
A lista seguinte contém todas as entradas do Links Patrocinados categoria.
FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES NO COMÉRCIO ELETRÔNICO
Aqui na agência tenho a política de ir muito a campo visitar meus clientes para saber o que está acontecendo no mercado, afinal nenhum termômetro melhor para isso do que eles que estão lá na linha de frente, vivenciando dia-a-dia do mercado.

- “Fidelização Online” – Sim é possível!
E nessas visitas, uma coisa que tenho ouvido muito de uns tempos para cá é a seguinte pergunta:
- Fiz um levantamento do histórico de minhas vendas e percebi que 99,9% do meus clientes somente compraram uma vez em minha loja e não mais voltaram. Isso é normal?
A resposta é bem ÓBVIA, “Claro que isso não é normal”…
Se isso ocorre somente tem um grande significado… “Sua empresa não está FIDELIZANDO seu cliente como deveria”
Quando ouço a fatídica pergunta, logo retruco com algumas outras:
· Você tem fidelizado seu cliente?
· Você após enviar o produto a seu cliente chegou a se preocupar de enviar um e-mail perguntando o que ele achou do produto? Ou mesmo enviou um e-mail para perguntar se ELE recebeu o produto? Afinal atrasos acontecem, mas você está mostrando sua preocupação para com o seu cliente.
· Você tem uma política de troca & devolução acompanhando sua mercadoria e não somente exposta em uma página perdida dentro de sua loja?
· Em casos de RMA (termo usado para devolução de mercadorias com defeito) você tem um projeto de Logística Reversa para retirar a mercadoria do seu cliente? Afinal ele não tem culpa que a mercadoria foi com defeito. E isso mostraria a ele que está trabalhando com uma empresa mais que séria e que se preocupa não somente em vender, mas em solucionar os problemas.
· Você tem respondido aos e-mails de seus clientes em um tempo hábil de no máximo 24 horas após recebê-lo?
· Você alguma vez lembrou-se de enviar uma newsletter não só comercial mas de bonificação para o seu cliente pelo Aniversário dele?
· Você sabe identificar porque determinada Região do Brasil compra mais do que qualquer outra o seu tipo de produto?
· Você já pensou em colocar uma área em seu site com um conteúdo mais abrangente sobre o seu tipo de produto, tornando assim você como referência quando seu cliente precisar saber de algo desse tipo?
· Você tem um CRM para acompanhar tudo o que seu cliente fez dentro de sua loja? E nesse caso não precisa ter um sistema caríssimo, basta se ter uma loja virtual com vários relatórios que já dá para se ter uma idéia do que fazer.
· O seu produto é um produto que somente se vende uma vez? Então porque você não vende derivados dele para que seu cliente volte a sua loja? Exemplo quem compra um iPhone com certeza precisará de acessórios para ele, ou não?
· Você tem renovado o seu estoque com novidades e informado seu cliente disso?
· Você fica de olho no seu concorrente para saber o que ele está fazendo e criar uma estratégia só sua e diferenciada para seu cliente?
· Você já pensou em criar um programa de Fidelidade?
Enfim essas são apenas algumas das perguntas que uso para provar que todos, Eu disse Todos, ou não fazem nenhuma das Questões acima, ou fazem apenas uma no máximo duas!!!
Isso prova que o comércio eletrônico ele é o mercado da fidelização e não somente da empolgação para o internauta.
Com certeza se a loja que o consumidor comprou fizer 50% do que pergunto acima com certeza, ela irá fidelizar o seu cliente e com isso fazer que ele não seja o cliente de uma compra só, e sim pelo menos de mais algumas, fazendo consequentemente que sua empresa aumente o faturamento pois dessa forma além de seus clientes novos você ainda tem os antigos comprando novamente.
E uma coisa é certa, nada melhor e mais satisfatório para um empresário ver que seu cliente voltou e está disposto a gastar de novo com você. Pois melhor do que qualquer valor que ele venha a gastar em sua loja, o prazer de saber que ele voltou não tem nada igual.
Robson Tavarone – CEO Agência VIBE
Google quer lucrar com varejo na web
Para tentar ampliar as receitas junto ao mercado de varejo on-line, o Google está comercializando um produto especial de busca.
O produto foi anunciado na última quarta-feira com o nome de Google Commerce Search, colocado à venda pelo valor inicial de US$ 50 mil por ano. A experiência do Google como buscador atribui ao site de varejo uma qualidade especial: a capacidade do consumidor para localizar os produtos e serviços. Para isso, o buscador quer usar um canal de dados para os catálogos de cada grupo de varejo.
“Os varejistas me convenceram de que existia a necessidade de um produto desse tipo,”, disse Nitin Mangtani (gerente de produtos de busca para empresas do Google) para a Reuters. “O desempenho lento de buscas em sites de varejo poderia enviar os usuários a outros sites, prejudicando os índices de conversão de uma loja” – acrescenta.
Mangtani afirmou ainda que os varejistas poderiam economizar em infraestrutura e manutenção, pois o produto do Google usa computação em nuvens, em termos gerais, o software fica hospedado nas centrais de dados do Google e não nos servidores do grupo de varejo.
Este novo produto mostra a clara expansão do Google em direção a clientes empresariais. Dos US$ 22 bilhões faturados pelo Google em 2008, 97% do faturamento veio da publicidade. No mês passado, o site expandiu a campanha publicitária para os aplicativos que fornece.
Em um estudo recente, Van Baker, analista do Gartner, constatou que poucos dos grandes grupos de varejo eletrônico pretendem mudar sua tecnologia básica de e-commerce.
Fonte: Redação Adnews
E-commerce tem recorde de satisfação

- Record em satisfação no Comércio Eletrônico
O “Índice de Confiança do e-consumidor” registrou a marca de 87,29% de consumidores satisfeitos com o resultado das compras feitas pela internet no mês de agosto. O desempenho supera o resultado de julho que já havia sido o maior de toda a série histórica iniciada em janeiro de 2009.
O acompanhamento deste indicador é feito pela e-bit, em parceria com o Movimento Internet Segura (MIS), que é o comitê da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Camara-e.net), dedicado a orientar o usuário da rede quanto às melhores práticas de navegação.
Apesar de demonstrar um crescimento pequeno em relação ao mês anterior, o resultado de agosto consolidou a satisfação do comprador virtual na casa dos 87%. “Consideramos que este é um patamar suficientemente forte para enfrentar os últimos meses do ano. Nesta época a demanda tradicionalmente aumenta e os sites demonstram estarem preparados para evitar problemas.”, comenta o coordenador do Movimento Internet Segura, Djalma Andrade.
O diretor da e-bit, Pedro Guasti explica que a empresa coletou 128.743 pesquisas em mais de 1.800 lojas virtuais de todo o Brasil entre os dias 1 e 31 de agosto. “Ao todo já foram mais de 883 mil pesquisas desde janeiro deste ano”, afirma.
Os critérios aos quais os consumidores foram incentivados a fazer a avaliação foram: Facilidade de Comprar, Seleção de Produtos, Informação sobre os Produtos, Preços, Navegação, Entrega no Prazo, Qualidade dos Produtos, Qualidade do Atendimento a Clientes, Política de Privacidade e Manuseio e Envio dos Produtos.
Fonte: Adnews
E-Commerce cresce 27% no primeiro semestre de 2009
Faturamento do canal web foi de R$ 4,8 bilhões. Livros e revistas foram os produtos mais vendidos
A pesquisa constatou que mais de 86% dos consumidores brasileiros estão satisfeitos com o comércio virtual. Para o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti, o desempenho do e-commerce surpreendeu até os mais otimistas. “O faturamento alcançado nesses primeiros seis meses do ano supera expectativas. É um mercado dinâmico e competitivo e isso permite ao consumidor optar pelas melhores ofertas. Hoje, pelo menos 15 milhões de brasileiros já tiveram pelo menos uma experiência de compra pela internet”, afirma.
Livros e revistas foram os itens mais vendidos, seguidos por produtos de beleza e de informática, que ficaram em segundo e terceiro lugar no ranking, respectivamente.
Descentralização
Segundo a e-bit, as lojas virtuais estão sofrendo processo de descentralização. Pequenas e médias empresas têm ocupado espaço que antes pertencia aos grandes varejistas. Durante o primeiro semestre de 2009, em comparação com o mesmo período do ano passado, os dez maiores varejistas do país perderam 5,5 pontos percentuais. Em contrapartida, pequenas e médias empresas, ganharam 1,6 ponto percentual.
Guasti afirma que a confiança que o canal traz ao consumidor, além da maior conscientização no ato da compra, continua sendo fator contribuinte para a tendência. “Os consumidores estão mais informados e orientados a fazer compras com segurança, potencializando as oportunidades para lojas de pequeno e médio porte.”
O segundo semestre de 2009 deve alcançar números importantes. A expectativa da e-bit é que o e-commerce feche o ano com mais de 17 milhões de compradores online. Entre julho e dezembro, o setor espera atingir a marca de R$ 5,8 bilhões em vendas .
Fonte: PEGN – http://migre.me/5sJD
Steve Jobs, a embalagem e o e-commerce
|
Steve Jobs passa quase tanto tempo pensando na embalagem de seus gadgets quanto nos próprios produtos. Não é uma questão de gosto ou de elegância, embora isto também faça parte. Para Jobs, o ato de tirar o produto de sua caixa é uma parte importante da experiência do usuário e, como o mais que ele faz, é pensado com muito cuidado. obs vê a embalagem como uma ajuda para apresentar uma tecnologia nova e desconhecida aos consumidores. Por exemplo, o Mac original, lançado em 1984. Naquela época, ninguém jamais havia visto algo semelhante. Era controlado por aquela coisa estanha que apontava – um mouse – e não por um teclado, como os PCs antes dele. Para familiarizar os novos usuários com o mouse, Jobs fez questão de que ele fosse embalado separadamente, em um compartimento próprio. O fato de forçar o usuário a desempacotar o mouse – a pega-lo e conectá-lo – iria torná-lo um pouco menos estranho quando tivesse que usá-lo pela primeira vez. Até hoje, Jobs vem planejando cuidadosamente esta rotina de desempacotamento para cada um dos produtos da Apple. A embalagem do iMac foi projetada para tornar óbvio como conectar à uma máquina a internet, e recebeu uma inserção de poliestireno especialmente desenhada para servir também como apoio para o fino manual de instruções. O que lemos acima são o primeiro e o segundo parágrafo da introdução do livro “A cabeça de Steve Jobs de Leander Kahney lançado pela editora AGIR. Poucos empresários de sucesso perceberam como ele que a embalagem é integrante do processo de relacionamento do consumidor/usuário com o produto e componente importante da experiência de consumo. Todos compreendem a sensação que nos proporciona o desembrulhar de um presente, a expectativa da descoberta, a alegria de receber algo. Mas poucos conseguem transferir isto para seus próprios produtos. Steve Jobs percebeu que a embalagem faz diferença, percebeu claramente sua contribuição ao processo de engajamento do usuário à marca e ao produto. Por desconhecer questões simples como estas, muitas empresas deixam de aproveitar suas embalagens para estender, aprofundar e tornar mais relevante a experiência dos consumidores com seus produtos. O caso das embalagens utilizadas no E-commerce é um exemplo que vale a pena mencionar. A experiência de comprar pela internet é bastante diferente da de comprar em uma loja convencional onde interagimos com o ambiente, vemos e tocamos nos diversos produtos, somos atendidos por uma pessoa especializada que pode nos orientar e esclarecer nossas dúvidas. Tudo isso se perde quando compramos através da web. Em compensação ganhamos uma nova sensação, a de estarmos conectados, de sermos pessoas atualizadas vivendo na vanguarda do nosso mundo e do nosso tempo. Esta sensação, entretanto, é totalmente desmistificada e rebaixada quando recebemos em casa a maioria dos produtos que compramos por este meio. Isto acontece porque as embalagens do E-commerce, as E-packs na maioria das vezes não diferenciam em nada das piores embalagens do varejo tradicional. Elas não reafirmam ao consumidor a experiência da vanguarda que é comprar pela internet, eles não exaltam esta experiência, e perdem a oportunidade de dar prosseguimento ao relacionamento estabelecido on-line. Quando fiz minha primeira compra na Amazon Books tive uma grande decepção ao receber em casa uma caixinha de papelão pardo sem impressão alguma. Eu esperava uma embalagem da empresa que era naquele momento uma das mais brilhantes empresas do comércio eletrônico mundial e recebi uma embalagem igual a do mercadinho do seu Manoel. Percebi naquele momento que além de deixar de realçar sua presença no mundo real, a Amazon havia perdido a oportunidade de usar aquela embalagem para me valorizar como seu cliente, para me integrar ainda mais em seu mundo, para me oferecer outros acessos, me convidar para estender a experiência e até mesmo para me vender alguma promoção dando continuidade a um relacionamento que poderia se tornar duradouro. As embalagens das empresas on-line representam uma oportunidade única de tornar real uma experiência virtual e podem ser utilizadas para uma série muito grande de ações de relacionamento que a custo praticamente zero podem transformar a experiência de receber um produto pelo correio. O mesmo se pode dizer sobre as embalagens dos produtos eletrônicos, calçados, e outros bens em cujo processo de escolha elas não tem atuação direta como acontece nos produtos de consumo vendidos em gôndolas dos supermercados e do auto-serviço. Estas embalagens que não vendem diretamente o produto desempenham um papel fundamental no processo de entrega e acesso ao que foi comprado. São elas que realizam a cerimônia final onde se encerra o processo de compra e começa a experiência com o novo bem adquirido. Este ritual de passagem para o início do relacionamento do consumidor/usuário protagonizado pela embalagem foi perfeitamente percebido por Steve Jobs que chegou a este entendimento porque presta atenção em cada etapa do processo, cada detalhe para ele tem sua importância, foi por isso que ele enxergou com perfeição o papel que a embalagem desempenha na experiência do usuário. Seu exemplo serve para todos os empresários e empresas cujos produtos utilizam embalagens. |
||
|
Consumidor deve gastar, em média, R$ 330 em compras na web para o Dia dos Pais
|
Valor é 3,13% superior ao gasto apurado no ano passado, quando o presente do papai ficou em torno de R$ 320 As pessoas que comprarem pela internet para presentear no próximo Dia dos Pais gastarão em média, R$ 330, segundo estimativa da e-bit (empresa de pesquisa e marketing on-line) divulgada nesta quarta-feira (5) O valor é, aproximadamente, 3,13% maior ao gasto na mesma data comemorativa no ano passado, quando o tíquete médio ficou em R$ 320. Além disso, a expectativa da entidade é substancialmente superior ao que foi divulgado em levantamento da ACSP (Associação Comercial de São Paulo), cujos dados apontam um gasto médio de R$ 70 para os filhos que farão suas compras fora do universo virtual. Mais procurados Ainda de acordo com a e-bit, o grande volume de produtos com alto valor agregado nos carrinhos dos e-consumidores será um dos principais responsáveis pelo melhor desempenho do segmento. A entidade estima que o varejo on-line irá movimentar R$ 405 milhões, o que representa um crescimento de cerca de 20% em relação ao faturamento obtido em 2008 (aproximadamente R$ 338 milhões). No ranking dos mais vendidos, devem ter destaque os eletrônicos de grande a pequeno porte, como televisores, MP3 players, aparelhos de som e DVD, câmeras digitais, barbeadores, entre outros, artigos de informática e aparelhos de celular. “No Dia dos Pais, os usuários costumam optar por produtos mais caros, com um investimento maior. Os lojistas podem apostar nesses fatores, já que a confiança do consumidor em comprar pela internet está cada vez maior, e trazer ofertas mais atraentes para os filhos que querem presentear seus pais com os melhores produtos disponíveis”, afirma o diretor-geral da e-bit Pedro Guasti. |
||
|
E-commerce: pequenas podem tirar dúvidas online
O comércio eletrônico, também conhecido como e-commerce, é um setor em expansão, porém ainda pouco explorado pelos pequenos e médios empresários brasileiros. Para ajudar empreendedores a usar a internet e alavancar o faturamento, a Associção Comercial de São Paulo (ACSP) lançou nesta quarta-feira (8) o “WebFórum de e-commerce para as Médias e Pequenas Empresas (MPEs)”. O canal interativo permitirá que os microempresários tirem dúvidas, troquem experiências e enviem sugestões. O acesso ao conteúdo do portal é gratuito, porém é preciso se cadastrar pelo site: www.acsp.com.br/e-commerce
Segundo Sandra Turchi, superintendente de marketing da ACSP e idealizadora do projeto, o intuito do WebFórum é orientar às MPEs sobre como montar uma loja virtual. “A ACSP percebeu que as empresas menores conhecem pouco sobre o mundo digital e, muitas delas, não têm meios para investir em um profissional de marketing ou de tecnologia. No WebFórum vamos abordar temas como gestão de risco, hospedagem em site, meios de pagamento, logística, webmarketing, entre outros.”
Sandra afirma que assim como os consumidores ainda têm medo de efetuar transações online, as pequenas empresas também não sabem se vale a pena correr o risco de montar uma loja virtual . Um dos motivos que as impedem de tentar é que elas têm receio de um negócio atrapalhar o outro. Entretanto, a superintendente de marketing ressalta que é preciso difundir a ideia de que o comércio eletrônico e o tradicional são complementares. “Comprar sem sair de casa é uma comodidade e quanto mais opções você dá ao seu cliente, mais fácil fidelizá-lo”, diz.
Fonte: PEGN – G1
E-commerce, Confiança ou Confiabilidade?
subst f confiança [kõfi'ɐ̃sɐ]
1 crença na honestidade de alguém
ter confiança em alguém
2 segurança em si próprio
3 esperança
ter confiança no futuro
auto-confiança
confiança em si próprio
Definição de Confiabilidade:
Em geral, Confiabilidade (definição sistêmica) é a capacidade de uma pessoa ou sistema de realizar e manter seu funcionamento em circunstâncias de rotina, bem como em circunstâncias hostis e inesperadas.
Confiabilidade é a probabilidade de um ítem desempenhar uma função, sob condições específicas, de forma adequada, como previsto no projeto, durante um período de tempo pré-determinado.
Confiabilidade também está associada a garantia de execução de funcionalidades sistêmicas para atender requisitos não-funcionais.
A Engenharia de Confiabilidade é um campo específico no estudo de sistemas e seu funcionamento.
Porque abordamos esse tópico hoje? Simples pois as duas palavras em nosso dicionário nos remetem a coisas distintas mas que ao mesmo tempo andam em paralelo para o mundo de vendas online nos dias de hoje.
O Consumidor Online hoje está muito mais seguro do que deseja em uma loja virtual, ele sabe o que lhe agrada e o que não lhe agrada. Sabe levantar dados da empresa. Sabe em muitos casos hoje me dia só de olhar e saber se aquela empresa veio para ficar.
O Brasileiro está cada vez mais aderindo ao mundo de compras online, visto que no último levantamento da E-Bit 2008 teve um crescimento de 30%. Isso se dá hora por conta de falta de tempo de ir a uma loja física, hora por conta de não precisar pegar filas em estacionamentos de Shoppings, e hora até mesmo por medo de sair de casa.
Portanto hoje as definições Confiança e Confiabilidade se encaixam como uma luva para o lojista de internet. Porque? Porque somente oferecendo essas duas palavrinhas você poderá contar com que seu cliente entre em sua loja e efetivamente compre o seu produto.
Esses dias estive em um cliente e ele me mostrou um relatório que quase caí da cadeira ao vê-lo. Ele estava tendo uma média de 800 acessos únicos diários, mas nenhuma venda. Todos sabemos que não existem fórmulas mágicas para reverter esses número todos em vendas. Mas por outro lado 800 acessos únicos e nenhuma venda é um desperdício total.
De posse dessas informações e ainda ao lado de nosso cliente entramos em seu site para simular uma compra.
Qual a nossa surpresa?
1. Não havia nenhum selo de segurança a qual loja pertencia;
2. O cliente ao entrar com os seus dados não aparecia o Cadeado de Segurança – SSL (Security Socket Layer);
3. No navegador não apareceria antes do domínio o HTTPS;
4. A Loja somente vendia por depósito bancário e SEDEX à Cobrar;
5. Não havia sistema de rastreamento de mercadorias;
6. Não havia visível as políticas de Troca & Devolução, Formas de Pagamento e Envio;
Em resumo, a pergunta a nosso cliente foi:
- Qual a Confiabilidade que sua loja está passando para seu consumidor na hora de comprar?
- Você teria a Confiança de colocar seus dados pessoais como CPF, RG em uma loja dessas?
Bom todos sabemos a resposta correto?
Por isso ao desenvolver sua loja virtual, pense sempre nessas duas palavrinhas, CONFIABILIDADE e CONFIANÇA, pois a primeira você tem que passar e mostrar a seu cliente e a segunda somente se “Conquista e não se Compra”
Por Robson Tavarone - Web Solutions Manager, Agência Vibe
Com potencial de crescimento, web tem 2,7% da publicidade no Brasil
De acordo com Ibope Mídia, investimento em 2008 foi de R$ 1,594 bilhão. Portais acreditam que publicidade on-line tem potencial para crescer.
O Ibope divulgou nesta quinta-feira (12) números referentes ao mercado publicitário brasileiro em 2008: no ano passado foram gastos R$ 59,727 bilhões nesta área, sendo que cerca de 2,7% (R$ 1,594 bilhão) foram investidos na internet. A medição foi feita pela ferramenta Monitor Evolution, do Ibope Mídia, que passou oficialmente a considerar dados referentes ao ambiente digital – criado há 13 anos, esse sistema já considerava anúncios na TV, jornais, revistas, rádios, TVs por assinatura e outdoors.
O objetivo dessa nova medição é fornecer aos anunciantes e agências de publicidade dados concretos sobre anúncios on-line, para que eles possam fazer planejamentos baseados em dados concretos antes de investir. “Para criar um bom plano de mídia, é importante ter esse tipo de informação à mão”, afirmou Dora Câmara, diretora comercial do Ibope Mídia.
Apesar de ser anunciada oficialmente nesta quinta, a base de dados com as informações sobre o ambiente virtual teve início em janeiro de 2008. Esses dados não estão ligados à navegação do internauta ou aos anúncios por ele visualizado: as informações são todas fornecidas pelos seis maiores portais do país, que, juntos, representam 91,48% do alcance da web local (são eles: Globo.com, IG, MSN, Terra, UOL e Yahoo).
Anunciantes
Ainda de acordo com a nova ferramenta, do montante total investido na web brasileira em 2008, 82% refere-se aos banners. A pesquisa também indica como os setores que mais investem “mercado financeiro e seguros” (29%) e “veículos e concessionárias” (16%) num grupo com 29 classificações. A lista com maiores anunciantes é liderada por Bradesco (13,9%), seguido por Itaú (6,3%), Ford (4,5%) e Samsung (3,8%).
Só entram para o Monitor Evolution os anúncios on-line que seguem formatos visuais, como banners, pop ups e outras modalidades que seguem o formato chamado display. Ficam fora dessa contagem, por exemplo, os links patrocinados, lojas on-line e mídia interna (do próprio portal), entre outros.
Crescimento
Presentes no evento desta quinta, os representantes dos maiores portais brasileiros foram unânimes em afirmar que o ambiente virtual tem forte potencial para atrair mais investimentos da área de publicidade.
“Essa participação [de 2,7% dos anúncios] ainda é pequena, não reflete a importância que a internet tem na vida das pessoas. É certo que existe espaço para esse tipo de publicidade crescer de forma sólida”, afirmou Paulo Castro, diretor-geral do Terra. Parte desse aumento, acrescentou, pode estar atrelado ao aumento nas vendas de computadores, registrado em 2008.
Roberto Schmidt, diretor de desenvolvimento de produtos da Globo.com, lembra que a internet permite ao mercado publicitário divulgar seu conteúdo de diversas formas, como texto, imagens, vídeos, áudio e correio. “Todo esse ferramental está disponível para ser trabalhado e usado com propriedade”, afirmou o executivo. Em relação à atual crise financeira, ele comentou: “esse momento exige que as pessoas sejam mais criativas, que inovem mais. E essa visão de inovação já está presente na internet”.
Visualização
Também nesta quinta, o Ibope Nielsen Netratings (antes chamado de Ibope//Netratings) anunciou o lançamento da ferramenta AdRelevance, que permite aos anunciantes e agências visualizarem centenas de anúncios publicitários divulgados diariamente na web – com isso, eles poderão acompanhar o que está sendo feito em sua área, como as campanhas de seus concorrentes.
As informações divulgadas pelo AdRelevance estão divididas em 29 categorias, facilitando assim o acesso do usuário às informações relevantes para ele.
Fonte: G1 – Globo.com
Google oferecerá anúncios de acordo com perfil do internauta
O Google anunciou nesta quarta-feira (11) que oferecerá anúncios baseados no comportamento dos internautas –em um polêmico sistema que explora os sites visitados antes pelos usuários e, em seguida, mostra a publicidade, a partir da relação com as visitas anteriores.
O site de buscas, que dá ao novo serviço o menos polêmico nome de “publicidade baseada em interesses”, disse em seu blog que este sistema fará com que os anúncios sejam mais atraentes para a pessoa que navega pela rede.
“Achamos que podemos tornar a publicidade on-line mais importante e prática utilizando informação adicional sobre as páginas que as pessoas visitam”, afirmou Susan Wojcicki, vice-presidente de gestão de produtos do Google.
Com este passo, a empresa embarca em uma tendência que tem aumentado no ramo da publicidade on-line, mas também muito criticada, pois representa uma violação à privacidade dos internautas.
As companhias que administram publicidade on-line para outras empresas e que usam este sistema instalam marcadores eletrônicos chamados “cookies” que registram as páginas visitadas na rede e até mesmo o que se faz nelas.
A companhia insistiu dizendo que o sistema introduzido hoje respeitará a privacidade do usuário e permitirá a ele configurá-lo segundo suas preferências.
Assim, o internauta poderá escolher categorias sobre as quais prefere não ver anúncios e evitar, por exemplo, receber continuamente publicidade sobre automóveis de luxo só porque uma vez visitou o site da Porsche.
Fonte: Folha de São Paulo e Efe, em San Francisco