Acesso a PC cresce mais em casas sem programa do governo, diz IBGE

Publicado: 29 de março de 2008 em E-commerce
da Folha Online

O número de domicílios com computador no Brasil cresceu de maneira substancial entre 2004 e 2006, em todas as regiões do país, segundo dados divulgados nesta sexta-feira (28) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O maior crescimento relativo ocorreu entre as famílias que não recebem programas de auxílio do governo, como o Bolsa Família.

Segundo dados complementares da Pnad 2006 (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), o número de casas com acesso a computador passou de 19,2% em 2004 para 26,4% em 2006, entre as famílias que não recebem auxílio do governo. No que se refere aos beneficiados por esses programas, o índice também teve aumento expressivo, porém menor: foi de 3,1% em 2006, contra 1,4% em 2004.

Nos dois casos, a região Sudeste é a que tem mais casas com PCs. Entre os que não recebem ajuda governamental, o índice foi de de 31,9% em 2006. Para o grupo dos beneficiados por programas, a taxa é de 5,6%.

Os computadores representam uma exceção entre os bens de consumo duráveis, destaca o IBGE. Isso porque para itens como geladeira, máquina de lavar roupa, rádio e televisão, houve uma alta relativa maior naquelas casas que recebem auxílio governamental.

Do total estimado de 54,7 milhões de domicílios particulares investigados pela Pnad, em cerca de 10 milhões houve recebimento de verbas de programas sociais do governo –um índice de 18,3%.

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