Crise na Economia Mundial não Afeta E-commerce Brasileiro

Publicado: 20 de novembro de 2008 em E-commerce

Semana passada, para a maioria dos envolvidos com comércio eletrônico, começaram os preparativos finais para o Natal. A época mais esperada pelos varejistas começa na segunda quinzena de novembro e promete beneficiar as grandes lojas, as lojas especializadas e principalmente o consumidor final.

As grandes lojas do comércio eletrônico, como o Submarino, vêm se estruturando há algum tempo e, com a chegada do Walmart, a briga entre os grandes Players vai gerar serviços diferenciados, preços mais acessíveis e quem ganha com isso são os consumidores.

As lojas especializadas, como a Sacks e Lojas KD, impulsionadas pelo poder da Cauda Longa, podem oferecer um atendimento mais próximo aos clientes e valorizar a capacidade que têm de atender às expectativas de um público seleto e pré-disposto a participar das interações que as lojas criarem.

Esse cenário ainda conta com um ponto importante, a interatividade. Para comprar na web as pessoas procuram informações, e um ambiente que tenha comentários de outros compradores enriquece a experiência de compra online. As mídias sociais estão repletas de comunidades, fóruns, postagens e diálogos a respeito de produtos e serviços nos quais os internautas trocam informações e decidem sua compra.

A crise internacional na economia ainda não atingiu o e-commerce brasileiro. A instabilidade do dólar, por exemplo, parece não ter influenciado diretamente os valores praticados nas categorias mais vendidas pela web, eletrônicos e informática, como comentou Maurício Salvador, diretor comercial da e-bit.

O Department of Commerce divulgou que, nos Estados Unidos, o e-commerce fechou o terceiro trimestre do ano com alta de 6%, o que significam 30 bilhões de dólares. No Brasil, de acordo com a e-bit, o crescimento foi de 24% em relação a 2007. Os números mostram que este ano não sentiremos o efeito da crise.

Por isso a dica é usar o crescimento das redes sociais para comprar os presentes de Natal. Vários consumidores estão comprando, muita gente possui informação para dar, outros gostariam de encontrar um pouco mais de detalhes e opiniões sobre certo produto ou serviço.

O e-commerce deve movimentar de 8 a 10 milhões de reais este ano, talvez até mais com a chegada de novas empresas. Já que a crise econômica deve fazer efeito apenas ano que vem, o preço baixo e benefícios exclusivos podem ser a saída para o consumidor que pretende aproveitar as ofertas de final de ano e comprar os presentes de Natal.

Fonte: I-Masters

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