Micro e Pequenas Empresas devem representar 30% do e-commerce até 2010

Publicado: 28 de janeiro de 2009 em Comércio Eletrônico (E-commerce)
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“Existe uma dificuldade, por parte do micro e pequeno empresário, de acompanhar as mudanças tecnológicas, bem como as tendências do comércio eletrônico. Se o negócio já nasceu com foco no virtual, é mais fácil. Porém, no caso de uma pequena empresa do mundo real, que batalha no dia-a-dia para sobreviver, é difícil se atentar às oportunidades”.
A explicação é da superintendente de Marketing da ACSP (Associação Comercial de São Paulo), Sandra Turchi, responsável pelo projeto da entidade de inclusão das MPEs no ambiente virtual, informa o site InfoMoney.

O projeto é conduzido pela ACSP em parceria com a Camara-e.net e a estimativa é de que, até 2010, as empresas de micro e pequeno portes representem 30% do comércio virtual, com ganhos de cerca de R$ 15,4 bilhões.

Sobre o trabalho da ACSP De acordo com Sandra, as empresas devem se adaptar aos novos tempos. “Os empreendedores se mostram muito interessados em obter informações, para que possam se atualizar”, diz ela. “Acreditamos ser importante levar conhecimento a eles de forma prática”, acrescenta.

A ACSP promove eventos que abordam todos os aspectos importantes do e-commerce, com explicações sobre as necessidades de infraestrutura das empresas que comercializam pela internet, o fluxo de vendas, os meios de pagamento disponíveis para lojas virtuais, a logística, a hospedagem do site, o domínio e as ações de marketing próprias para negócios que operam na web.

“Geralmente, realizamos seminários acompanhados de workshops. Fechamos a parceria com a Camara-e.net em novembro do ano passado. Em 2009, ampliaremos a parceria, por meio da realização de vários eventos. O primeiro deles, o Ciclo MPE.net, deve acontecer no início de abril, no Hotel Intercontinental, em São Paulo, e será gratuito”.

E-commerce e crise
Sandra enxerga o comércio virtual como uma alternativa à crise. “É uma forma de potencializar as vendas da MPE”, afirma.

Porém, será que os investimentos valem a pena? Ela explica que muitas pessoas imaginam que o desembolso para começar a atuar na web é “gigantesco”. Mas garante que não é por aí. “Existem muitos recursos que barateiam o investimento em uma loja virtual. Por exemplo, há ferramentas que trazem modelos de lojas prontos. Outros trazem sistemas de pagamento e de logística pré-formatados”.

Como o objetivo da ACSP é levar informações de maneira a facilitar a vida do pequeno empresário, a entidade deve disponibilizar um espaço em seu site (www.acsp.com.br) para falar de e-commerce. “Se o internauta tiver alguma dúvida não esclarecida com as informações do site, ele poderá entrar em contato conosco”, finalizou Sandra.

Fonte: PEGN

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