União Europeia quer reduzir barreiras para compras online

Publicado: 17 de março de 2009 em Comércio Eletrônico (E-commerce), Como montar loja virtual, E-commerce, e-commerce

A Comissão Europeia (braço executivo do bloco europeu) defendeu a necessidade de se eliminar as barreiras às compras online dentro da União Europeia, apontando que esta é uma prática cada vez mais comum, porém travada por diversos obstáculos.

Bruxelas sustenta a sua posição num relatório divulgado nesta quinta-feira, que revela que “as compras online são uma prática cuja popularidade só aumenta na UE, mas alerta para o fato de as barreiras ao comércio transfronteiriço estarem travando seu desenvolvimento”.

De acordo com dados do executivo comunitário, entre 2006 e 2008 a porcentagem desse tipo de compradores na UE subiu de 27% para 33% dos consumidores.

Contudo, o comércio eletrônico transfronteiriço permaneceu estável e atualmente “apenas 7% dos consumidores compram produtos online a partir de outro país, estando esta diferença a aumentar e não a diminuir”.

A Comissão aponta são registradas grandes diferenças entre os 27 membros do bloco, pois há uma “enorme popularidade do comércio eletrônico em países como Reino Unido, França e Alemanha, onde mais de 50% dos utilizadores da internet fizeram compras no ano passado”.

Porém, em outros países esse valor não ultrapassa os 10%, como é o caso de Portugal, ou ainda Estônia, Chipre, Grécia e Itália.

Para o governo de Bruxelas, os principais obstáculos que estão impedindo o desenvolvimento desse tipo de comércio são as barreiras linguísticas, que continuam a ser uma dificuldade para a maioria dos comerciantes e consumidores, reguladoras e de logística.

Atualmente, cerca de 150 milhões de consumidores já compram na internet, embora apenas 30 milhões as façam a partir de outro país.

“Devemos assegurar que a adoção da plataforma da internet não seja desnecessariamente atrasada pela impossibilidade de eliminar as principais barreiras reguladoras ou de abordar as questões de confiança mais importantes para os consumidores”, defendeu a comissária europeia responsável pelos Consumidores, Meglena Kuneva.

Fonte: Folha de São Paulo Online

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