Bob Bernstein

Após ser demitido por conta da recessão na economia americana causada pela crise em 2008, o corretor de imóveis Bob Bernstein, de 60 anos, resolveu empreender na internet e criar empregos, em vez de procurar por um. “Como todo mundo, eu me perguntei, o que eu faço agora?”, lembra.

A solução foi encontrada na internet. Juntou-se à DevHub.com, start-up que desenvolve sites, e criou doze negócios diferentes, entre eles o DealstoVegas.com, agência de descontos em viagens, o Outtrek.com, loja de artigos esportivos ao ar livre, o Careersquick.com, centro de pesquisa de emprego, e o RXCare.org, site dedicado à comparação de cotações de seguros de saúde.

Até o momento, o negócio mais lucrativo Bernstein é o ZipQuote.com. O negócio está indo tão bem que moveu para fora da plataforma DevHub e agora trabalha integralmente na empresa. Além disso, está investindo na divulgação e em estratégias de marketing.

O empreendedor diz estar absolutamente satisfeito com o rumo de sua vida e seus negócios. “Eu consigo trabalhar em casa, estou totalmente concentrado no que faço, porque sei que é tudo por minha família e o nosso futuro, e estou construindo um negócio que é meu. É absolutamente gratificante e totalmente satisfatório. Eu poderia fazer isso dezesseis horas por dia”, diz.

Fonte: Site PEGN

O faturamento do comércio eletrônico deve fechar 2010 com R$ 15 bilhões

 O Índice e-bit / Internet Segura atingiu 87,29% nos meses de julho e agosto, o melhor desempenho desde fevereiro de 2009, quando o número começou a ser divulgado. O resultado empatou com o recorde anterior, também de agosto do ano passado. De acordo com a camara-e.net (Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico) e com a consultoria e-bit, que medem o índice de confiança, o faturamento do comércio eletrônico deve fechar 2010 com R$ 15 bilhões, contra R$ 10,8 bilhões em 2009 e R$ 850 milhões em 2001.

O indicador de confiança do e-consumidor reflete a média de satisfação das pessoas que fizeram compras em lojas de comércio eletrônico conveniadas com o programa de avaliação da e-bit. Hoje, o Brasil conta com 70 milhões de usuários de internet, sendo que 43 milhões possuem conta de internet banking. Dados de 2009 dão conta ainda de que o País tem 17,2 milhões e–consumidores, mas esse número deve crescer para 23 milhões ao final deste ano.

Para o estudo, consumidores são convidados a responder duas pesquisas de satisfação: a primeira após realizarem uma compra em uma das 2.500 lojas conveniadas à e-bit e outra imediatamente após a entrega do produto. O total de questionários recolhidos passa de 1 milhão.

Fonte: PEGN – http://revistapgn.globo.com

Sites hospedados na Locaweb são invadidos por hacker turco;

Publicado: 20 de setembro de 2010 em Sem categoria
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O serviço de hospedagem brasileiro Locaweb sofreu hoje ataque de um hacker turco que tirou diversos sites do ar. Ainda não se sabe a quantidade exata de páginas que sofreram o ataque. Segundo informações de um dos clientes da Locaweb, os sites que estavam em servidores Linux foram afetados, mas os que tinham seus arquivos em máquinas com Windows não tiveram problemas.

“Imagem de um site invadido”

O hacker praticou algo conhecido como deface. Ele encontrou uma falha nos servidores da empresa que permitia que arquivos fossem inseridos numa pasta sem permissão para escrita. Assim, vários sites tiveram suas páginas iniciais substituídas pelas criadas pelo hacker. Segundo outro cliente, o ataque aconteceu duas vezes: uma de manhã e outra vez por volta das 16h.

A solução para reverter o deface é simples: basta logar no FTP do servidor, deletar os arquivos index.htm, index.html, index.php e default.php e fazer upload novamente da versão anterior que, espera-se, foi salva localmente e não na web.

A assessoria de imprensa da Locaweb confirmou que o ataque aconteceu, mas não sabe informar ainda a extensão dos danos. Até o momento da publicação desse post, vários sites ainda apresentavam a imagem deixada pelo hacker enquanto que outros já haviam sido consertados pelos próprios administradores. A empresa não tem previsão de quando a situação será normalizada.

Atualização às 19h38 | A Locaweb entrou em contato com o Tecnoblog para informar que não confirma os ataques dessa sexta. De acordo com a assessoria, não há informações sobre o assunto no momento. Enquanto isso, o website da captura de tela acima continua com a mensagem original do hacker.

Atualização às 19h56 | Recebemos um comunicado oficial da empresa:  ”A Locaweb, líder em hosting na América Latina segundo a IDC, informa que está analisando os comentários em relação a alguns sites terem sido alterados indevidamente. Os clientes que solicitaram informações serão avisados assim que a verificação for concluída.”

Fonte: Info

Ambiente criado pela MoIP Pagamentos para desenvolvedores favorecerá criação e inovação de plataformas, aplicativos e serviços utilizando suas ferramentas

A MoIP Pagamentos, empresa especializada em pagamentos e gerenciamento de transações on-line, lançou nesta terça (24) o MoIP Labs, portal direcionado a desenvolvedores com um conjunto de APIs abertas (application programming interface, interfaces que permitem a integração de serviços e aplicações de terceiros à plataforma de pagamentos do MoIP). “Essa é uma ferramenta para acelerar e catalizar o processo de criarmos os meios de pagamentos que as pessoas precisam para seus negócios”, afirma Igor Senra, CEO do MoIP Pagamentos

Esse ambiente foi criado para possibilitar que esses usuários desenvolvam novas aplicações, sistemas e combinações, incluindo e-commerce, e-wallets, aplicações móveis, sistema de doações, marketplace e até pagamento de salários. “O MoIP inicia mais um ambiente colaborativo com foco na criatividade de desenvolvedores de software ao redor do mundo, para ajudar a criar novos aplicativos de pagamentos on-line”, diz Senra. Essa ferramenta é pioneira no segmento de pagamentos em rede na América Latina.

O site MoIP Labs fornecerá aos desenvolvedores toda a documentação técnica, ferramentas para desenvolvimento de aplicações (teste e homologação), guias de referências e o sandbox, ambiente de testes idêntico ao real e que simula pagamentos sem valor monetário. Com esse ambiente, o desenvolvedor pode realizar transações, deixando o e-commerce ou a aplicação preparados para diversas situações, sem ter que necessariamente usar um cartão de crédito de verdade. Há ainda um fórum, destinado a impulsionar a colaboração entre engenheiros e desenvolvedores MoIP, que também estará integrado ao novo portal.

Qualquer desenvolvedor pode utilizar este novo ambiente sem qualquer custo e sem necessidade de se tornar cliente da MoIP Pagamentos no caso de criar uma ideia interessante dentro do sistema. Ainda assim, essa liberdade toda, mesmo com seus riscos, não assusta a empresa. “A maior parte das pessoas inscritas não são nossas clientes, mas acreditamos que é uma boa forma de atraí-las”, afirma Senra. “É quase uma fidelização automática, porque o desenvolvedor entra em um ambiente atraente, conhece melhor nossas ferramentas e já sai dali pensando, ‘É isso que eu quero’.” Só na terça-feira de lançamento foram 600 inscritos e a empresa espera chegar aos mil até esta sexta.
A MoIP pagamentos foi criada em 2007 e hoje possui mais de 115 mil clientes cadastrados, movimentando o montante financeiro de R$ 350 milhões em e-commerce. Os passos iniciais para a criação do MoIP Labs foram dados já em 2008.

Desenvolvedores interessados devem entrar em contato no labs@moip.com.br, @moiplabs ou labs.moip.com.br para saber mais sobre o programa.

Fonte: Site PEGN www.globo.com/pegn

Por meio dessa rede de contatos profissionais, pequenas empresas contatam clientes, divulgam seus serviços e captam investimentos para seus negócios

Há aproximadamente um ano, o português Fernando de Freitas trocou seu cargo de diretor numa empresa do ramo de plásticos para empreender em um negócio próprio. Trouxe para o Brasil um braço da Harco, empresa europeia que comercializa insumos químicos. Um dos maiores desafios de Freitas e, talvez, da maioria dos pequenos e médios empresários, vem sendo entrar no mercado, estabelecer contato com potenciais clientes e conseguir vender o seu produto. No caso da empresa de Freitas, a Harco, o mercado para seu produto é muito restrito, e seus principais clientes são grandes companhias, como a Petrobras.

A solução encontrada pelo empresário para chegar até essas empresas foi utilizar o LinkedIn, uma rede social mundial, lançada em 2003 nos Estados Unidos, voltada exclusivamente para contatos profissionais. Basicamente, Freitas criou um perfil, alimentou o espaço com vasto material de divulgação do produto que sua empresa oferece e enviou mensagens para diretores, presidentes e gerentes de grandes empresas – como a Petrobrás – que poderiam abrir portas para ele. A princípio, a tática parece um tanto quanto simples, entretanto, para a empresa de Freitas os resultados foram mais do que satisfatórios: ele recebeu respostas positivas de cerca de 70% das mensagens que enviou.

Participação brasileira no LinkedIn
O LinkedIn atualmente reúne mais de 75 milhões de usuários cadastrados em todo o mundo. O grupo detentor da rede detectou no Brasil uma grande oportunidade de ampliar esse número e lançou, em abril deste ano, a versão em português do site, que já conta com mais de 2 milhões de usuários. “Acreditamos muito no mercado brasileiro. Muitos empresários estavam nos perguntando sobre esse país, queriam fazer negócios com o Brasil e entrar em contato com empresas e profissionais daqui”, comenta Arvind Rajam, vice-presidente de operações internacionais do LinkedIn.

Esse portal de relacionamentos pode ser uma importante ferramenta para esses empresários, uma vez que disponibiliza uma série de recursos de grande utilidade para esse público. Além do seu perfil profissional, o usuário tem acesso a grupos de discussões, pode buscar pessoas específicas cadastradas na rede usando diferentes filtros, entre outras coisas. “Apostamos no LinkedIn pois é uma ferramenta que possibilita aos pequenos empresários entrar diretamente em contato com pessoas-chave de outras empresas, que, talvez, eles demorassem muito para conseguir contatar”, explica Rajam. Esse foi o caso de Freitas. “Eu consegui entrevistas, marquei reuniões e até já fechei contratos. Tudo por intermédio dessa rede”, conta.

Entretanto, facilitar o contato direto com grandes companhias não é a única oportunidade que essa rede pode proporcionar ao pequeno empresário. No LinkedIn há um espaço destinado a rodadas de debates e discussões de temas relacionados ao mundo empresarial. “As empresas estão buscando sempre experts nas mais variadas áreas. Mostrar as suas qualificações e participar dos debates de forma séria, com respostas que agreguem, é um excelente passo para o sucesso”, diz Rajam. Esse tipo de interação realmente funciona. Freitas conta que, por meio da participação em debates e rodadas de discussão via LinkedIn, foi contatado por uma empresa americana e agora, além de gerir a Harco, também presta serviços de consultoria para essa companhia.

Recentemente, um caso chamou a atenção dos membros da rede. Por meio do LinkedIn, Frank Hannigan, um empresário escocês, enviou 700 mensagens para possíveis investidores. Em uma semana recebeu 200 respostas, e após 8 dias já tinha conseguido uma quantia de US$ 230 mil (aproximadamente R$ 400 mil) para tocar o seu negócio. O brasileiro Alberto Blanco, diretor da Grudaemmim, uma agência de comunicação e relacionamento digital, passou por uma situação semelhante. Ele foi contatado, via LinkedIn, por duas empresas de venture capital querendo investir em seu negócio. “Esses investidores são focados em empresas de redes sociais e, por meio do meu perfil, chegaram até o meu negócio”, conta. O contrato ainda está em fase de negociação, mas a ponte que o LinkedIn fez entre a empresa de Blanco e os investidores, sem dúvida, contribuiu muito para que o processo fosse mais ágil.

Em tempos de globalização e da explosão dos contatos via internet, ferramentas como essa podem funcionar como verdadeiros catalisadores de negócios. Abordar uma pessoa que você ainda não conhece pelo LinkedIn é uma boa ideia quando você está abordando a pessoa certa. “Basicamente, tudo o que uma rede de contatos como essa faz é aumentar o potencial e o alcance das pequenos e médias empresas”, finaliza Rajam.

Fonte: Site PEGN – http://revistapegn.globo.com

Segundo análise da agência PictureWeb, quase 62% dos entrevistados afirmaram que deixam de seguir empresas quando se irritam com ações de comunicação mal elaboradas

 Perguntas respondidas por 270 usuários do Facebook em uma análise realizada pela agência de comunicação digital PictureWeb revelou que 54,81% deles “curtem” alguma empresa na rede social. Dentre os entrevistados, quase 27% disseram que a “relevância de conteúdo” é a principal razão para seguir uma empresa nessa rede. “Interesse por produtos ou serviços” foi a segunda justificativa apontada (22,78%), à frente de “admiração pela marca” (17,72%) e “acompanhar lançamentos e tendências” (15,61%). O “interesse por promoções” foi o motivo apontado por apenas 3,8% dos participantes.

O levantamento foi realizado entre seguidores da agência e seus respectivos amigos. Deles, 4,44% são presidentes de empresas, 24,81%, diretores e 20,74%, gerentes. “O Facebook tem se mostrado uma ferramenta de comunicação extremamente eficiente para ações corporativas, especialmente por ter um público mais qualificado em relação às redes mais populares”, afirma Marcelo Abdo, diretor executivo da agência. Segundo ele, o objetivo deste levantamento é apontar a relevância do Facebook para a realização de ações digitais corporativas.

Entre as ações que mais irritam os seguidores de empresas no Facebook, foram apontadas a repetição e a grande quantidade de posts, além da falta de atualização, o que leva 61,73% deles a deixarem de seguir a marca. “De nada adianta uma empresa conquistar seguidores para perdê-los pouco tempo depois. Por isso, é preciso manter uma comunicação adequada e periódica”, diz Abdo.

Questionados sobre participações em outras redes sociais, mais de 85% das pessoas afirmaram utilizar diferentes sites: Twitter (34,46%), Orkut (26,40%) e LinkedIn (25,28%). MySpace, Sonico e outras somaram 13,87% das respostas.

Fonte: Site PEGN www.globo.com/pegn

 

De acordo com pesquisa “WebShoppers”, faturamento do setor foi de R$ 6,7 bi, aumento de 40% em relação aos R$ 4,8 bi do 1º semestre de 2009.

Os primeiros seis meses do ano foram aquecidos para o comércio eletrônico no Brasil. De acordo com dados da 22ª edição do relatório “WebShoppers”, elaborado pela e-bit, com o apoio da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), o faturamento do setor foi de R$ 6,7 bilhões, aumento de 40% em relação aos R$ 4,8 bilhões do primeiro semestre de 2009.

Depois de passar praticamente inabalado pela crise global que afetou a economia do final de 2008 até meados de 2009, o e-commerce vem se fortalecendo. 

Segundo o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti, o primeiro semestre do ano foi turbinado pela Copa do Mundo. “A primeira metade de 2010 foi excelente em faturamento. Com certeza, a Copa influenciou os resultados, já que as pessoas adquiriram produtos de maior valor agregado, como TVs de tela plana. Além disso, por conta do final da redução do IPI, os consumidores decidiram antecipar a compra de produtos de linha branca para aproveitar impostos ainda reduzidos”, disse Guasti.

As categorias de produtos mais vendidas no 1º semestre foram: ‘Livros e Assinaturas de Revistas e Jornais’;‘Eletrodomésticos’; ‘Saúde, Beleza e Medicamentos’ e ‘Informática’ e ‘Eletrônicos’. A compra média foi de R$ 379. 

De acordo com a pesquisa, o setor caminha a passos largos para mais um recorde de faturamento, já que, historicamente, a segunda metade do ano é geralmente mais relevante e pode representar até 55% do faturamento total do canal. No 2º semestre, espera-se que as lojas virtuais alcancem R$ 7,6 bilhões em vendas de bens de consumo – isso sem incluir a venda de automóveis e sites de leilão virtual. 

Com isso, a projeção é que o faturamento seja de R$ 14,3 bilhões ao final de 2010, um crescimento de 35% em relação a 2009, quando o setor faturou cerca de R$ 10,6 bilhões. Esses números também superariam a previsão inicial feita pela e-bit e março, de R$ 13,6 bilhões.

Em 2010, o número de pessoas que fizeram pelo menos uma compra na internet deverá aumentar consideravelmente, diz o estudo. A projeção é de 23 milhões de e-consumidores. Ao final de 2009, a e-bit havia registrado 17,6 milhões. Na última Copa do Mundo, na Alemanha, havia apenas 6 milhões de “e-shoppers”.

De acordo com os dados levantados pela e-bit, cerca de 55% dos e-consumidores que fizeram uma compra pela internet estimulados por rede social são mulheres, o que pode indicar maior propensão do público feminino em ser seduzido pelas ofertas ou recomendações nesse canal. 

No comércio eletrônico em geral, a divisão é igual: 50% são homens, 50% mulheres. Em relação  à idade, os compradores provenientes de redes sociais são, em média, sete anos mais jovens  que os do mercado: 34 contra 41. A categoria preferidas dos e-consumidores vindos de redes sociais é “Moda e acessórios”, com cerca de 20% do volume.

Pesquisa de resistência a compra

Nessa edição do relatório, a e-bit preparou uma pesquisa sobre resistência à compra, além dos principais motivos que levam o e-consumidor a não finalizar o pedido.  

O estudo descobriu que, entre os e-consumidores que visitaram sites e decidiram não comprar produtos, 62% disseram ter consultado preço, valor do frete ou o custo total, além de ter procurado por promoções e descontos. 

Dos entrevistados, 86% disseram que apenas olharam alguns itens e saíram da loja, não chegando a começar o processo de compra. Já 14% disseram que deram inicio, mas acabaram não concluindo o procedimento. 

Para o diretor de Marketing da e-bit, Alexandre Umberti, acompanhar esse tipo de comportamento dos consumidores é de suma importância para as lojas online. “Conhecer os motivos pelos quais seus consumidores abandonam a compra pode ser uma maneira eficaz de evitar perda de receita, além de permitir traçar estratégias interessantes para fidelizar o novo e-consumidor, que está acessando o site pela primeira vez”, diz Umberti.

Fonte: Redação IDG Now