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Muito se tem falando em Compras Coletivas nos últimos meses, mas a pergunta que não quer calar é: Veio realmente para ficar? Ou é apenas mais uma febre da internet?

A resposta é bem simples e categórica! Não só veio para ficar como já é uma realidade no Brasil, como já é no Exterior!

As compras coletivas caíram realmente no gosto do povo brasileiro, porque já é nosso costume brigar e “chorar” por descontos em todas as compras que fazemos.

A realidade das compras coletivas é tão grande em nosso país, que grandes empresas e pessoas famosas estão desenvolvendo ou entrando em sociedade a essas empresas. Entre esses casos podemos citar o apresentador Luciano Huck que comprou 5% do Peixe Urbano.

Também temos o caso do Google que tentou comprar o site número 1 do mundo nesse segmento, que é o Groupon, por US$ 6 bilhões de Dólares. Tendo a empresa recusado a oferta, querendo assim manter a linha e postura de estratégia que atua desde o início.

Nós da Agência Vibe, que também temos uma visão muito realista desse segmento de mercado do Comércio Eletrônico, também estamos apostando nossas fichas nesse segmento. Aonde lançaremos no dia 05/01/2011 nacionalmente o site de compras coletivas www.OtimaOferta.com.br, com o diferencial de atendermos aos usuários como atendemos hoje aos clientes da agência. Com muito carinho e dedicação. Tanto que nossos consultores da área comercial somente estão trazendo Ofertas de Verdade para todos.

Os números não mentem, já é público e notório que esse segmento está a todo o vapor e a cada dia crescendo mais. O que vejo nesse segmento daqui para frente é justamente cada uma das grandes empresas como a nossa em um futuro muito breve começar a apostar em Nichos de Mercado. Criando Sub-Sites por assim dizer com ofertas geradas somente dentro daquele tipo de segmento. Um exemplo é criar um Sub-site aonde será ofertado somente Clínicas de Estéticas, SPAS etc…

Sendo assim o próprio consumidor ficará muito atento aquele tipo de oferta que está exposta e será muito mais fácil dele poder achar nessa imensidão da WEB o que ele realmente procura.

Um bom exemplo é que hoje já existem sites que já estão anunciando os produtos em um Funil para a cidade de São Paulo dividindo a mesma em Blocos por Zona de atuação.

Quem sai ganhando com toda essa inovação é o consumidor que irá comprar produtos ou serviços de qualidade a preços inacreditáveis. Não perca a oportunidade de visitar o site do Ótima Oferta em janeiro. www.OtimaOferta.com.br

 

Bob Bernstein

Após ser demitido por conta da recessão na economia americana causada pela crise em 2008, o corretor de imóveis Bob Bernstein, de 60 anos, resolveu empreender na internet e criar empregos, em vez de procurar por um. “Como todo mundo, eu me perguntei, o que eu faço agora?”, lembra.

A solução foi encontrada na internet. Juntou-se à DevHub.com, start-up que desenvolve sites, e criou doze negócios diferentes, entre eles o DealstoVegas.com, agência de descontos em viagens, o Outtrek.com, loja de artigos esportivos ao ar livre, o Careersquick.com, centro de pesquisa de emprego, e o RXCare.org, site dedicado à comparação de cotações de seguros de saúde.

Até o momento, o negócio mais lucrativo Bernstein é o ZipQuote.com. O negócio está indo tão bem que moveu para fora da plataforma DevHub e agora trabalha integralmente na empresa. Além disso, está investindo na divulgação e em estratégias de marketing.

O empreendedor diz estar absolutamente satisfeito com o rumo de sua vida e seus negócios. “Eu consigo trabalhar em casa, estou totalmente concentrado no que faço, porque sei que é tudo por minha família e o nosso futuro, e estou construindo um negócio que é meu. É absolutamente gratificante e totalmente satisfatório. Eu poderia fazer isso dezesseis horas por dia”, diz.

Fonte: Site PEGN

 

De acordo com pesquisa “WebShoppers”, faturamento do setor foi de R$ 6,7 bi, aumento de 40% em relação aos R$ 4,8 bi do 1º semestre de 2009.

Os primeiros seis meses do ano foram aquecidos para o comércio eletrônico no Brasil. De acordo com dados da 22ª edição do relatório “WebShoppers”, elaborado pela e-bit, com o apoio da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), o faturamento do setor foi de R$ 6,7 bilhões, aumento de 40% em relação aos R$ 4,8 bilhões do primeiro semestre de 2009.

Depois de passar praticamente inabalado pela crise global que afetou a economia do final de 2008 até meados de 2009, o e-commerce vem se fortalecendo. 

Segundo o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti, o primeiro semestre do ano foi turbinado pela Copa do Mundo. “A primeira metade de 2010 foi excelente em faturamento. Com certeza, a Copa influenciou os resultados, já que as pessoas adquiriram produtos de maior valor agregado, como TVs de tela plana. Além disso, por conta do final da redução do IPI, os consumidores decidiram antecipar a compra de produtos de linha branca para aproveitar impostos ainda reduzidos”, disse Guasti.

As categorias de produtos mais vendidas no 1º semestre foram: ‘Livros e Assinaturas de Revistas e Jornais’;‘Eletrodomésticos’; ‘Saúde, Beleza e Medicamentos’ e ‘Informática’ e ‘Eletrônicos’. A compra média foi de R$ 379. 

De acordo com a pesquisa, o setor caminha a passos largos para mais um recorde de faturamento, já que, historicamente, a segunda metade do ano é geralmente mais relevante e pode representar até 55% do faturamento total do canal. No 2º semestre, espera-se que as lojas virtuais alcancem R$ 7,6 bilhões em vendas de bens de consumo – isso sem incluir a venda de automóveis e sites de leilão virtual. 

Com isso, a projeção é que o faturamento seja de R$ 14,3 bilhões ao final de 2010, um crescimento de 35% em relação a 2009, quando o setor faturou cerca de R$ 10,6 bilhões. Esses números também superariam a previsão inicial feita pela e-bit e março, de R$ 13,6 bilhões.

Em 2010, o número de pessoas que fizeram pelo menos uma compra na internet deverá aumentar consideravelmente, diz o estudo. A projeção é de 23 milhões de e-consumidores. Ao final de 2009, a e-bit havia registrado 17,6 milhões. Na última Copa do Mundo, na Alemanha, havia apenas 6 milhões de “e-shoppers”.

De acordo com os dados levantados pela e-bit, cerca de 55% dos e-consumidores que fizeram uma compra pela internet estimulados por rede social são mulheres, o que pode indicar maior propensão do público feminino em ser seduzido pelas ofertas ou recomendações nesse canal. 

No comércio eletrônico em geral, a divisão é igual: 50% são homens, 50% mulheres. Em relação  à idade, os compradores provenientes de redes sociais são, em média, sete anos mais jovens  que os do mercado: 34 contra 41. A categoria preferidas dos e-consumidores vindos de redes sociais é “Moda e acessórios”, com cerca de 20% do volume.

Pesquisa de resistência a compra

Nessa edição do relatório, a e-bit preparou uma pesquisa sobre resistência à compra, além dos principais motivos que levam o e-consumidor a não finalizar o pedido.  

O estudo descobriu que, entre os e-consumidores que visitaram sites e decidiram não comprar produtos, 62% disseram ter consultado preço, valor do frete ou o custo total, além de ter procurado por promoções e descontos. 

Dos entrevistados, 86% disseram que apenas olharam alguns itens e saíram da loja, não chegando a começar o processo de compra. Já 14% disseram que deram inicio, mas acabaram não concluindo o procedimento. 

Para o diretor de Marketing da e-bit, Alexandre Umberti, acompanhar esse tipo de comportamento dos consumidores é de suma importância para as lojas online. “Conhecer os motivos pelos quais seus consumidores abandonam a compra pode ser uma maneira eficaz de evitar perda de receita, além de permitir traçar estratégias interessantes para fidelizar o novo e-consumidor, que está acessando o site pela primeira vez”, diz Umberti.

Fonte: Redação IDG Now

A expectativa é de um crescimento de 35% no faturamento em relação a 2009

A trajetória de crescimento do comércio eletrônico continua em ritmo acelerado. Após um primeiro semestre aquecido, principalmente em função da Copa do Mundo, que trouxe diversas ofertas para o e-consumidor, o setor agora volta suas expectativas para o Dia dos Pais.

De acordo com a e-bit, empresa especializada em informações de e-commerce, as lojas virtuais devem movimentar R$ 590 milhões no Dia dos Pais deste ano, o que representaria um acréscimo de 35% em relação a 2009, quando o faturamento foi de R$ 437 milhões.

Segundo a e-bit, esse crescimento deve ocorrer porque os filhos costumam presentear os pais com produtos de maior valor agregado, como eletrônicos de grande e pequeno porte (televisores, MP3 players, aparelhos de som e DVD, câmeras digitais, barbeadores, etc.) e artigos de informática e acessórios automotivos.

No entanto, para facilitar o pagamento das compras de valor mais elevado, os filhos podem tirar proveito do prazo mais elástico, uma das conveniências do varejo eletrônico, que pode chegar a até 18 vezes sem juros.

Fonte: Site Pequenas Empresas Grandes Negócios – PEGN

RIO – Quem nunca fez uma compra sem pensar muito, apenas para aproveitar um bom desconto? A mais nova modalidade de oferta de produtos e serviços pela internet, conhecida como compra coletiva ou clube de compras, é a prova de que aproveitar pechinchas é praticamente irresistível. Ao vender por R$ 13,20 uma pizza que custa originalmente R$ 33, por exemplo, uma badalada pizzaria carioca conquistava, até as 11h da manhã, 92 consumidores.

Negócio que começou em 2008 nos Estados Unidos e está ganhando o mundo, o tipo de venda baseada no conceito de oferecer preço muito menor para ganhar no volume de compradores pegou o internauta brasileiro de jeito.

Saiba mais: Como funcionam os sites de compra coletiva

– O conceito do negócio é conceder um forte desconto para gerar a compra por impulso – admite Pedro Guimarães, um dos sócios do site Imperdível, do segmento de compras coletivas.

Para o empresário, o segredo do negócio é aliar uma marca conceituada, um serviço excelente e um preço mais que excepcional. Pelo menos para a economista Ananda Farias, estes três fatores pesam mais do que a necessidade na hora da escolha.

– Comprei um total de 48 latinhas de Coca-Cola Light, por R$ 0,20 cada. Não consumo tanto refrigerante assim, mas fica para oferecer às visitas – conta Ananda.

A economista, que já adquiriu também um mês de academia porque estava muito barato, é apenas um exemplo de como os sites de compra coletiva têm atraído cada vez mais consumidores. O contágio tem sido crescente. Quem usou uma vez, indica aos amigos e a moda se espalha na rede de forma viral.

Novos 11 sites, em cinco meses
Atualmente já existem no país 12 sites em funcionamento, espalhados por 10 cidades brasileiras. O primeiro site deste segmento, o Peixe Urbano, começou em março de 2010. Isso quer dizer que em cinco meses, mais 11 sites iniciaram operação. Somando-se todos estes sites e cidades, existem hoje, em média 28 ofertas diárias.

Serviço: Veja quais são os sites de compra coletiva no Brasil

Com esta ‘febre’ já surgiu um novo segmento de negócio, uma espécie de variação dos sites de compra coletiva. Trata-se do Zipme, que surgiu no dia 1º de julho como um agregador, no qual é possível ver de uma só vez todas as ofertas do dia, por cidade. No ar há apenas 19 dias, o site já bateu a marca de 10 mil acessos diários.

– Temos um disparo diário de email para a base cadastrada no qual colocamos todas as ofertas de cada cidade em um único email. Não há necessidade do internauta se cadastrar ou abrir dezenas de emails de ofertas. Basta abrir o email do Zipme – conta Guilherme Wroclawski, um dos sócio do Zipme.

Brasil pode se tornar 2º maior mercado mundial
De acordo com o presidente do Grupo Urbano, site de venda coletiva brasileiro que faz parte do Groupon – pioneiro do segmento com sede em Chicago – o potencial de crescimento deste mercado no país é enorme. Para Otto, o brasileiro gosta muito de oferta e as cidades são grandes.

Nos Estados Unidos, já são mais de 90 sites de clube de compras. Na China, onde já existem mais de 400 sites de compra coletiva, uma oferta de um deles chegou a vender 99.000 unidades

– É um mercado em franca expansão e o Brasil tem a perspectiva de se tornar o segundo maior mercado para este tipo de negócio no mundo – acredita Florian Otto, presidente do Clube Urbano, de acordo com o presidente do Grupo Urbano, site de venda coletiva brasileiro que faz parte do Groupon, o pioneiro neste modelo de negócio em 2008, em Chicago.

Com o conhecimento de quem foi pioneiro no negócio, o presidente do Grupo Urbano aposta que o diferencial do segmento é promover os empresários de serviços locais. Isso quer dizer que o parceiro do site – que são os reais vendedores dos serviços – podem tornar suas marcas mais conhecida, além de criar clientes cativos, que jamais os conheceriam se não fosse pela primeira compra feita por impulso.

Fonte: Site O Globo – Ofertas na Rede – Por: Ana Paula Cardoso

Em parceria com a Microsoft, site de e-commerce colocou no ar hoje uma versão com recursos que facilitam pesquisas e interação com o Mercado Livre.
A Microsoft e o MercadoLivre lançaram nesta quinta-feira (27/5) uma versão personalizada do Internet Explorer 8.

O browser customizado traz alguns recursos diferenciados, como busca visual do MercadoLivre na barra de ferramentas; acesso direto ao conteúdo da seção de favoritos, opiniões e catálogos etc. e “web slices”, uma guia no navegador que permite ver a lista de produtos mais vendidos naqule momento.

Além disso, essa versão personalizada utiliza o recurso “aceleradores”, que permitem pesquisas no MercadoLivre relacionadas à determinada palavra ou produto que o usuário encontra enquanto navega pela internet, assim como visualizar comentários e opiniões de usuários feitos no site sobre um determinado produto.

A edição Mercado Livre do IE8 pode ser baixada gratuitamente em http://www.mercadolivre.com.br/IE8.

Fonte: IDG NOW

Com presença de parlamentares e representantes do setor, audiência pública tem o objetivo de discutir proposta de regulação.
O Fórum do Comércio Eletrônico será discutido em audiência pública marcada para a quarta-feira (19/5), às 14h30, na Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados. Composto por representantes de entidades de defesa do consumidor, de empresas, da sociedade civil, da comunidade internacional e do poder público, o fórum tem por objetivo uma proposta de regulação do comércio eletrônico no Brasil.

O debate foi proposto pelo deputado Claudio Cajado (DEM-BA). Segundo ele, é preciso debater medidas que aumentem a segurança nas transações pela internet.

Participarão da audiência o diretor do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC/MJ), Ricardo Morishita Wada; a coordenadora-executiva do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Lisa Gunn; o procurador-geral do Ministério Público Federal (MPF) Roberto Monteiro Gurgel Santos; o presidente da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, Manuel Dantas Matos; o coordenador do Comitê de Produtos e Processos da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (ABECS), Raul Francisco Moreira.

Com informações da Agência Câmara

Fonte: IDG NOW