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O Site Blindado, empresa especializada em segurança para web sites focada no e-commerce, anunciou que está disponibilizando uma ferramenta gratuita desenvolvida pela companhia que permitirá aos usuários detectarem se uma determinada plataforma está protegida ou não de vulnerabilidades. Através dela os usuários saberão se o site está seguro antes de acessarem o link, evitando que um site comprometido danifique seu computador.

Para incentivar o download e promover sua marca que é fortíssima neste segmento o Site Blindado concebeu um Hot Site somente para esta finalidade, bastando ao usuário apenas baixar e instalar em seu navegador, com suporte ao Internet Explorer e Firefox. Depois de finalizado este procedimento, sempre quando for realizada alguma busca no Google o Plug-in se encarrega de apontar aqueles sites que são considerados pela empresa como seguros, e aqueles classificados como inseguros.

Para o diretor do Site Blindado, Mauricio Kigiela, esta ferramenta se trata de uma inovação importante para o mercado de e-commerce brasileiro, colaborando para que o medo presente em muitos consumidores que evitam esta modalidade de comércio somente por não se sentirem seguros seja eliminado.

 “Isso é um marco na história da segurança na internet. O consumidor ainda é resistente a compras pela web por conta da segurança e agora terá muito mais facilidade na hora de checar a confiabilidade de um portal antes do clique em qualquer loja virtual. A iniciativa visa algo muito maior: democratizar a internet e agir em prol do crescimento do comércio eletrônico, uma vez que estamos trazendo ferramentas que incentivam o consumo online e de forma segura”, explica Mauricio Kigiela, Diretor da Site Blindado S/A. Para acessar o Hot Site clique aqui

Fonte: Site E-Commerce News http://ecommercenews.com.br

 

De acordo com pesquisa “WebShoppers”, faturamento do setor foi de R$ 6,7 bi, aumento de 40% em relação aos R$ 4,8 bi do 1º semestre de 2009.

Os primeiros seis meses do ano foram aquecidos para o comércio eletrônico no Brasil. De acordo com dados da 22ª edição do relatório “WebShoppers”, elaborado pela e-bit, com o apoio da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), o faturamento do setor foi de R$ 6,7 bilhões, aumento de 40% em relação aos R$ 4,8 bilhões do primeiro semestre de 2009.

Depois de passar praticamente inabalado pela crise global que afetou a economia do final de 2008 até meados de 2009, o e-commerce vem se fortalecendo. 

Segundo o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti, o primeiro semestre do ano foi turbinado pela Copa do Mundo. “A primeira metade de 2010 foi excelente em faturamento. Com certeza, a Copa influenciou os resultados, já que as pessoas adquiriram produtos de maior valor agregado, como TVs de tela plana. Além disso, por conta do final da redução do IPI, os consumidores decidiram antecipar a compra de produtos de linha branca para aproveitar impostos ainda reduzidos”, disse Guasti.

As categorias de produtos mais vendidas no 1º semestre foram: ‘Livros e Assinaturas de Revistas e Jornais’;‘Eletrodomésticos’; ‘Saúde, Beleza e Medicamentos’ e ‘Informática’ e ‘Eletrônicos’. A compra média foi de R$ 379. 

De acordo com a pesquisa, o setor caminha a passos largos para mais um recorde de faturamento, já que, historicamente, a segunda metade do ano é geralmente mais relevante e pode representar até 55% do faturamento total do canal. No 2º semestre, espera-se que as lojas virtuais alcancem R$ 7,6 bilhões em vendas de bens de consumo – isso sem incluir a venda de automóveis e sites de leilão virtual. 

Com isso, a projeção é que o faturamento seja de R$ 14,3 bilhões ao final de 2010, um crescimento de 35% em relação a 2009, quando o setor faturou cerca de R$ 10,6 bilhões. Esses números também superariam a previsão inicial feita pela e-bit e março, de R$ 13,6 bilhões.

Em 2010, o número de pessoas que fizeram pelo menos uma compra na internet deverá aumentar consideravelmente, diz o estudo. A projeção é de 23 milhões de e-consumidores. Ao final de 2009, a e-bit havia registrado 17,6 milhões. Na última Copa do Mundo, na Alemanha, havia apenas 6 milhões de “e-shoppers”.

De acordo com os dados levantados pela e-bit, cerca de 55% dos e-consumidores que fizeram uma compra pela internet estimulados por rede social são mulheres, o que pode indicar maior propensão do público feminino em ser seduzido pelas ofertas ou recomendações nesse canal. 

No comércio eletrônico em geral, a divisão é igual: 50% são homens, 50% mulheres. Em relação  à idade, os compradores provenientes de redes sociais são, em média, sete anos mais jovens  que os do mercado: 34 contra 41. A categoria preferidas dos e-consumidores vindos de redes sociais é “Moda e acessórios”, com cerca de 20% do volume.

Pesquisa de resistência a compra

Nessa edição do relatório, a e-bit preparou uma pesquisa sobre resistência à compra, além dos principais motivos que levam o e-consumidor a não finalizar o pedido.  

O estudo descobriu que, entre os e-consumidores que visitaram sites e decidiram não comprar produtos, 62% disseram ter consultado preço, valor do frete ou o custo total, além de ter procurado por promoções e descontos. 

Dos entrevistados, 86% disseram que apenas olharam alguns itens e saíram da loja, não chegando a começar o processo de compra. Já 14% disseram que deram inicio, mas acabaram não concluindo o procedimento. 

Para o diretor de Marketing da e-bit, Alexandre Umberti, acompanhar esse tipo de comportamento dos consumidores é de suma importância para as lojas online. “Conhecer os motivos pelos quais seus consumidores abandonam a compra pode ser uma maneira eficaz de evitar perda de receita, além de permitir traçar estratégias interessantes para fidelizar o novo e-consumidor, que está acessando o site pela primeira vez”, diz Umberti.

Fonte: Redação IDG Now

A C&C Casa e Construção, maior rede varejista de materiais para construção, reforma e decoração do Brasil, e única do país a oferecer mais de 30.000 itens para compras pela Internet teve um movimento de vendas muito superior aos anos anteriores. Os resultados das vendas estão bem acima dos resultados do mercado on-line brasileiro, que cresceu 30% na comparação 2007-2008, e 15% no mês do Natal, segundo dados da e-bit, consultoria especializada em e-commerce, colocando assim a C&C em uma posição de destaque no comércio eletrônico do mercado varejista.

Entre os produtos mais procurados se destacaram eletrodomésticos, ferramentas elétricas e equipamentos para cozinha. “Presentes que auxiliam a prática de atividades caseiras, como pequenas reformas, jardinagem ou mesmo um hobby como a gastronomia, vêm se consolidando como nossos carros-chefe nas vendas geradas por meio do site”, diz o gerente geral de e-commerce da empresa, Mauricio Grandeza.

Com capital 100% nacional, a C&C Casa e Construção é líder do mercado varejista de materiais para construção, reforma e decoração do País. Atualmente a rede conta com 40 unidades espalhadas pelos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro, sendo 37 home-centers e 3 lojas Express. Em São Paulo são 32 lojas distribuídas pela capital, Grande São Paulo, interior e baixada santista. No Rio de Janeiro são oito lojas, seis na capital do Estado, uma em Niterói e outra em Duque de Caxias.

Fonte: SEGS