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Fecomercio altera metodologia da PCCV e, em parceria com a e-bit, passa a acompanhar o e-commerce na Região Metropolitana de São Paulo

O comércio eletrônico faturou R$ 7,8 bilhões no Brasil de janeiro a julho deste ano, um crescimento de 41,2% em comparação ao mesmo período do ano passado. Esse faturamento supera o total de vendas dos shoppings centers da Grande São Paulo, no mesmo período, estimado em R$ 7,2 bilhões. Os dados resultam de uma pesquisa desenvolvida pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) em parceria com a empresa e-bit.

A maior presença do e-commerce no varejo levou a Fecomercio a rever a metodologia de apuração da Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista (PCCV), desenvolvida mensalmente desde 1970. A partir de agora, o comércio eletrônico passa a ser acompanhado como um segmento do varejo, denominado, dentro da pesquisa, como “e-PCCV”.

“Sempre dentro do objetivo de se manter moderna e adequada ao perfil do varejo, a PCCV vem sofrendo, ao longo dos anos, atualizações técnicas e metodológicas, buscando preservar o seu reconhecido grau de precisão e de confiabilidade, em função da dinâmica que caracteriza o segmento comercial e que exige aprimoramentos constantes”, afirma o diretor executivo da Fecomercio, Antonio Carlos Borges. “Incorporamos na PCCV o faturamento acompanhado pela e-bit nas transações de vendas efetuadas pela internet como forma de reconhecimento à crescente e inegável expressividade que o segmento vem assumindo no âmbito do varejo brasileiro”, acrescenta.

O processo de incorporação dos dados relativos ao e-commerce na PCCV exigiu uma revisão profunda da metodologia, o que permitiu viabilizou a apresentação de informação inédita em levantamentos de conjuntura varejista: o volume mensal estimado das vendas, em valores monetários, para todas as atividades pesquisadas pela PCCV e e-bit. Dessa forma, chegou-se ao valor de R$ 55,62 bilhões o faturamento total do varejo na Grande São Paulo nos sete primeiros meses do ano, expansão de 10% sobre o mesmo período do ano anterior.

De acordo com o diretor de marketing e produtos da e-bit, Alexandre Umberti, a parceria estabelecida é positiva para os dois lados. “A presença da e-bit em indicadores importantes como os da Fecomercio consolida ainda mais a empresa como referência em informações de e-commerce, além de acrescentar ao PCCV números importantes de um mercado que vem ocupando um espaço cada vez maior na economia brasileira”, afirma o executivo.

O e-commerce movimentou R$ 1,25 bilhão, de janeiro a julho de 2010, na RMSP, alta de 29,3% ante igual período de 2009. Em julho, o segmento correspondeu a 2,3% do total das vendas na Grande São Paulo. “Estima-se que o comércio eletrônico cresça na ordem de 30% ao ano e, se isso acontecer, nos próximos dois anos as vendas desse segmento tendem a superar as de lojas de departamentos e de móveis e decoração. O comércio eletrônico deixará de ser, no futuro, a nona força do varejo paulista para ficar em sétimo lugar”, projeta Borges.

As estimativas da e-bit indicam que o comércio eletrônico deve fechar o ano de 2010 com um faturamento da ordem de R$ 14,3 bilhões, uma expansão de 35% em relação ao ano anterior. Como referência, esse valor supera, segundo cálculos da Assessoria Econômica da Fecomercio, 10% superior a o orçamento do Programa Bolsa Família de 2010; a soma dos orçamentos anuais de cinco ministérios (Comunicações, Cultura, Meio Ambiente, Esportes e Turismo), e também representa 6,5 vezes o orçamento anual do Ministério da Cultura; corresponde à venda 350 mil veículos; e equivale ao valor gasto, anualmente, por todas as famílias brasileiras com roupa feminina; e maior do que a despesa total das famílias do País com gás doméstico.

Para o total do varejo na Grande São Paulo em 2010, a Fecomercio projeta um crescimento total de 7% (6,6% no varejo tradicional e 25% no eletrônico). A única variável que pode comprometer tal prognóstico, alerta a Assessoria Econômica da Federação, é a prorrogação por um prazo muito extenso do ciclo de altas na taxa básica de juro, contaminando, assim, os custos dos empréstimos para pessoas físicas.

Nos primeiros sete meses do ano, as lojas de eletrodomésticos e eletroeletrônicos registraram as maiores altas no varejo da Grande São Paulo, com expansão de 23,8% nas vendas em relação ao mesmo período de 2009. Em seguida, com alta de 15,7% na mesma base comparativa, veio o setor de vestuário, tecidos e calçados. Considerando o faturamento, os supermercados lideram o varejo da RMSP, ao atingir R$ 18,98 bilhões, elevação de 4,7% ante o mesmo período do ano passado.

De acordo com a Assessoria Econômica da Fecomercio, a prolongada continuidade, em níveis positivos, dos indicadores determinantes do consumo – renda, emprego, crédito, inflação e confiança do consumidor – e a ausência de ameaças a esse cenário, no curto prazo, mantêm e mantiveram as vendas em níveis aquecidos no primeiro semestre e em julho passado, dando um tom otimista para o desempenho do comércio até o final deste ano.

Fonte: E-Bit

O faturamento do comércio eletrônico deve fechar 2010 com R$ 15 bilhões

 O Índice e-bit / Internet Segura atingiu 87,29% nos meses de julho e agosto, o melhor desempenho desde fevereiro de 2009, quando o número começou a ser divulgado. O resultado empatou com o recorde anterior, também de agosto do ano passado. De acordo com a camara-e.net (Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico) e com a consultoria e-bit, que medem o índice de confiança, o faturamento do comércio eletrônico deve fechar 2010 com R$ 15 bilhões, contra R$ 10,8 bilhões em 2009 e R$ 850 milhões em 2001.

O indicador de confiança do e-consumidor reflete a média de satisfação das pessoas que fizeram compras em lojas de comércio eletrônico conveniadas com o programa de avaliação da e-bit. Hoje, o Brasil conta com 70 milhões de usuários de internet, sendo que 43 milhões possuem conta de internet banking. Dados de 2009 dão conta ainda de que o País tem 17,2 milhões e–consumidores, mas esse número deve crescer para 23 milhões ao final deste ano.

Para o estudo, consumidores são convidados a responder duas pesquisas de satisfação: a primeira após realizarem uma compra em uma das 2.500 lojas conveniadas à e-bit e outra imediatamente após a entrega do produto. O total de questionários recolhidos passa de 1 milhão.

Fonte: PEGN – http://revistapgn.globo.com

Crescimento do E-commerce Brasileiro

É cada vez mais comum vermos lojistas ingressando no mundo virtual. Isso se deve ao crescimento constante do e-commerce que, em 2009, faturou R$ 10,6 bilhões, o que representa expansão de 30% sobre o valor alcançado em 2008.

No Brasil, cerca de 17,6 milhões de consumidores compraram pela internet em 2009, ou seja, 26% dos internautas brasileiros. Segundo pesquisa feita pela e-bit, esse movimento representa expansão de 33% sobre 2008, mas esse segmento ainda tem muito a crescer.

Qual a conclusão que tiramos disso? Que cada vez mais as empresas precisam investir no comércio eletrônico e se adequar a ele. Para isso não basta apenas colocar seu produto à venda na internet, mas sim desenvolver todo um planejamento estratégico de comercialização, logística, estoque e administração para não frustrar o cliente e comprometer o futuro dos negócios da companhia.

Outro aspecto importante que alavancou esse serviço está no fato de, no início de 2009, grandes empresas varejistas brasileiras ingressaram no mundo virtual. Como se pode ver o médio e pequeno comerciante não podem ficar de fora dessa concorrência, seja ela direta ou não. Para isso, companhias de tecnologia estão investindo pesadamente no desenvolvimento de shoppings virtuais para atender a essas necessidades.

Pesquisas apontam que, em 2010, a previsão é de que o comércio eletrônico movimente R$ 13,6 bilhões e mantenha seu crescimento em 30%. Essa projeção é crescente, pois o número de brasileiros que compram pela internet ainda é baixo em relação ao volume de internautas que o país possui.

Sabemos também que, mais cedo ou mais tarde, as empresas terão de se adequar às tecnologias para otimizar suas atividades na web e a palavra-chave para o sucesso desse segmento é “confiabilidade”. Se o consumidor realiza suas compras pela internet é porque ele confia nesse serviço. As empresas precisam cada vez mais enxergar esse consumidor como seu principal canal de vendas e manter o compromisso assumido desde a geração da compra até a entrega final.

Fonte: PC Magazine

Marisa, Renner, C&A, Cantão, Redley, Osklen e Checklist apostam em suas lojas virtuais

O hábito de comprar roupas pela internet ainda é pouco comum no Brasil, mas a evolução do e-commerce e o aumento de marcas especializadas em vestuário e acessórios que apostam neste canal está mudando este cenário. Enquanto empresas como Marisa mostram-se experientes no varejo de moda pela internet, outras se aventuram e começam a lançar suas lojas virtuais ou apostam numa reformulação de seu e-commerce. É o caso de marcas como Marisa, Renner, C&A, Cantão, Redley, Osklen e Checklist.

O segmento de moda e acessórios registrou um crescimento de 108% na variação de pedidos na comparação de outubro de 2009 com o mesmo período do ano anterior. Já o faturamento do varejo de moda no e-commerce obteve alta de 115%, aponta a e-bit. Os números indicam que este mercado ainda tem muito a evoluir no Brasil, especialmente se comparado ao modelo americano.

Nos Estados Unidos, o costume de comprar por catálogos levou o consumidor a aderir mais rapidamente a compra de roupas pela internet. Por aqui, o contexto é diferente. Um dos principais desafios para as marcas é convencer o cliente a abrir mão da experiência de compra no ponto-de-venda, tendo contato direto com os produtos e vendedores, em prol do conforto e da praticidade oferecidos pela internet.

Tamanhos precisam de padronização
Outro obstáculo para a indústria de moda brasileira refere-se à questão da falta de um padrão nos tamanhos. “A grande maioria das empresas não tem padronização. Mas a indústria está se movimentando para mudar isso, visando o mercado internacional. E, uma vez que obtém-se produtos padronizados, o comércio eletrônico vem de carona”, explica Pedro Guasti, diretor geral da e-bit, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Pensando nisso, a Associação Brasileira de Normas e Técnicas (ABNT) está definindo novas normas de medidas. A ação em parceria com a Associação Brasileira do Vestuário (Abravest) começou com a padronização de meias. Desde de julho de 2009 foi colocado em consulta pública o projeto de norma infantil e, nos próximos meses, serão analisados tanto o vestuário masculino quanto o feminino.

No entanto, isto não deve ser encarado como uma barreira para as marcas que desejam vender seus produtos virtualmente. “O Brasil deve uniformizar os tamanhos. Mas a partir do momento que o consumidor tem preferência por uma determinada marca que tem loja física, ele passa a conhecer a sua modelagem e tem mais facilidade para comprar os produtos também pela internet”, acredita Alessandra Marins, consultora e sócia do Instituto Rio Moda, em entrevista ao site.

Mais importante do que a uniformização das medidas é a experiência que se oferece no e-commerce. Atualmente, a tecnologia contribui para aprimorar a compra na internet. Lá fora já é possível, inclusive, ver as peças em uma espécie da avatar que retrata o consumidor, facilitando a escolha. No Brasil, o e-commerce de moda caminha a passos mais lentos, mas tem recebido investimentos maiores nos últimos meses.

Marisa: 10 anos de e-commerce
Ainda sem loja virtual, a Renner planeja entrar no e-commerce nos próximos meses. A estratégia da marca é fundamentada em muita pesquisa e relacionamento com o consumidor. Já a C&A realiza a pré-venda das peças C&A Collection, coleções em parcerias com estilistas brasileiros, como Amir Slama, Reinaldo Lourenço e Isabela Capetto. As marcas têm um concorrente de peso: a Marisa, que completa 10 anos de e-commerce e é uma das pioneiras nesta área. Para acompanhar a evolução do mercado eletrônico, a empresa lançará ainda neste semestre a sua nova loja virtual.

Mensalmente, o canal recebe 1,2 milhão de visitantes e é responsável por 0,7% do faturamento da marca, que conta hoje com 226 lojas físicas e um lucro líquido de R$ 1,4 bilhão em 2009. Entre os atrativos da loja virtual estão as vantagens oferecidas ao cliente Cartão Marisa. “Sabemos que muitos clientes virtuais são clientes Marisa porque boa parte compra com o cartão da loja, que oferece benefícios como promoções, frete grátis, brindes e descontos”, diz Thiago Barros Pereira, Gerente de e-commerce da marca, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Outro diferencial é a integração entre o e-commerce e as lojas físicas. O cliente que compra pela internet pode trocar a mercadoria em qualquer uma das unidades presentes em todos os estados brasileiros. Além disso, toda vez que uma loja é inaugurada no país, o site oferece descontos para os consumidores. Nos pontos-de-venda da marca, os clientes também encontram materiais de divulgação, assim como algumas roupas têm etiquetas que comunicam a loja virtual.

Cantão e Redley oferecem conveniência
Desde o final de 2009 na internet, o Cantão e a Redley também preocupam-se com a política de troca. As empresas não só permitem que o cliente troque as peças nas unidades físicas, como – a partir de uma parceria firmada com os Correios – coletam os produtos na casa do consumidor e efetuam a troca gratuitamente.

Para oferecer uma experiência de compra agradável e conquistar a confiança dos clientes virtuais, as marcas ainda contam com um guia de medidas para todas as peças e dicas sobre outros produtos para compor o look, além da descrição técnica das peças.

Uma vantagem do e-commerce para as empresas é o tíquete médio elevado em relação ao varejo tradicional. Tanto a Marisa quanto o Cantão e a Redley observam uma alta no valor das compras efetuadas em seu canal eletrônico. “No e-commerce, o internauta tem mais tempo para ver as vitrines virtuais e os detalhes das roupas. A loja virtual também oferece mais variedade do que a física, por uma questão de estoque”, aponta Yan Gracindo, Diretor de Novos Negócios do Cantão e da Redley, durante entrevista ao site.

Jovens são a maioria
Outra justificativa para o aumento do tíquete médio é o fato de que os consumidores costumam comprar várias peças de uma vez só para pagarem apenas um frete ou, até mesmo, ficarem isentos do valor, como acontece na Marisa. “Nas compras acima de R$ 150,00 a entrega é gratuita para o sul e o sudeste. O frete hoje barra as vendas, por isso o cliente prefere juntar todos os itens numa compra só”, conta o Gerente de e-commerce da empresa.

Pereira explica ainda que a loja virtual da Marisa, apesar de ser focada na classe C, assim como as lojas tradicionais, também recebe consumidores com mais poder aquisitivo, interessados nas ofertas. De forma geral, a procura por itens em oferta ou com preços mais baixos é um consenso na internet.

O perfil destes consumidores é, em sua maioria, composto por mulheres jovens, especialmente adolescentes, em busca do chamado fast fashion. Ou seja, a moda rápida, que segue tendências, mas não demanda um grande investimento. “Os consumidores já têm vontade de comprar moda pela internet, especialmente a geração mais nova, que acessa sites internacionais e monitora o que as marcas estão lançando. Procuram produtos mais baratos, se não der certo, vendem para a amiga”, compara a consultora Alessandra Marins.

A procura dos jovens pela moda na internet leva empresas especializadas neste público a investirem no mercado. Ainda este semestre, a carioca Checklist colocará sua loja virtual no ar, depois de muitos pedidos das consumidoras. Já a Osklen reformula o seu e-commerce nos próximos dois meses. Para os que ainda planejam entrar no mercado virtual, Alessandra dá a dica. “É importante que o site tenha personalidade, transmita o lifestyle, a mesma história e o posicionamento da marca para que o consumidor conheça, identifique-se e deseje”.

Fonte: Mundo do Marketing

Média foi calculada com base nos levantamentos mensais realizados por e-bit e Movimento Internet Segura; em dezembro, índice foi de 85,98%.

O índice de confiança nas lojas virtuais brasileiras em 2009 foi de 86,3% em média, informou nesta quarta-feira (3/2) a empresa de pesquisa em comércio eletrônico e-bit.

Para chegar a esse índice, que reflete a média dos índices mensais, o e-bit coletou mais de 1,4 milhão de questionários entre janeiro e dezembro do ano passado.

Os dados mensais revelam que o índice mais baixo foi o de fevereiro (85,59%) e o mais alto, de agosto (87,29%). Em dezembro, a satisfação ficou em 85,98%, abaixo da média. Como o índice foi criado no ano passado, não há dados comparativos de 2008.

Desenvolvido em parceria com o Movimento Internet Segura, da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, o Índice de Confiança do e-consumidor mede a satisfação dos pesquisados com o desempenho das lojas virtuais.

Fonte: Redação do IDG Now!

Smartphones e acessórios para celular foram os itens mais vendidos em 2009 no MercadoLivre.com. Roupa masculina ganha posições no ranking.

Os smartphones foram os itens mais vendidos no site de leilões MercadoLivre.com, em 2009, mantendo a liderança alcançada no ano anterior, de acordo com o balanço de vendas divulgado pela empresa nesta quarta-feira (13/1).

Acompanhando a onda dos telefones portáteis, os assessórios para celulares também venderam mais no ano passado, tomando a segunda posição entre os produtos mais vendidos.

O terceiro lugar foi ocupado pelas câmeras digitais, seguidas por acessórios para veículos na quarta posição.

Separando por categorias, os aparelhos celulares e telefônicos foram responsáveis por 20% das vendas de 2009, seguidos por 15%, de produtos de informática. Em terceiro lugar, com 9%, ficou a parcela de acessórios para veículos.

Já em 2008, o primeiro lugar foi ocupado pelo setor de informática com 18%, seguido por celulares e telefonia, com 13%, e depois assessórios para veículos, com 9%.

Embora os eletroeletrônicos sejam os itens mais representativos em unidades vendidas, o ranking deste ano também mostra o crescimento de categorias como a de Roupas Masculinas, que subiu da décima para a sétima posição, em um ano, e deve ganhar espaço em 2010. “São categorias que refletem o estilo de vida dos usuários (…) assim como  a categoria de perfumes”, observa o Chief Operating Officer (COO) do MercadoLivre.com para a América Latina, Stelleo Tolda.

Hoje, 79% dos 5 milhões de itens oferecidos no site são novos e 88% possuem preço fixo. Apesar disso, o tíquete médio é de 100 dólares, que está abaixo dos 325 reais registrados no e-commerce brasileiro, segundo a consultoria e-bit .Tolda explica que a diferença se deve à da variedade de itens de menor valor, como artigos de artesanato, por exemplo.

Confira os produtos mais vendidos no MercadoLivre.com:

  • Produtos mais Vendidos em 2009

1º Smartphones
2º Acessórios para Celulares
3º Câmeras Digitas 10 ou mais Megapixels
4º Acessórios p/ Veículos (Tunning, Peças, Som, Vídeo)
5º MP3 e MP4 Players
6º Pen Drives
7º Roupas Masculinas
8º Consoles de Games
9º Peças e Acessórios para Notebook
10º Perfumes e Fragrâncias

  • Produtos mais Vendidos em 2008

1º Smartphones
2º MP3 e MP4 Players
3º Acessórios para Celulares
4º Câmeras Digitais 7 e 8 Megapixels
5º Acessórios p/ Veículos (Tunning, Peças, Som,Vídeo)
6º Redes e Wi-FI
7º Pen Drives
8º Consoles de Games
9º Cartões de Memória
10º Roupas Masculinas

Fonte: IDGNOW

Menos livrarias brasileiras trabalham com o livro didático. O e-commerce está cada vez mais presente e começa a avançar na participação do faturamento. Persiste a tendência de centralização das livrarias em grandes centros.

Essas são algumas tendências detectadas pelo novo diagnóstico do setor livreiro no Brasil, elaborado pela ANL (Associação Nacional de Livrarias). Desde 2006, a associação não realizava um levantamento do gênero. O estudo deve ficar pronto nos próximos meses, e ser divulgado juntamente com a nova edição do “Anuário Nacional de Livrarias”.

Segundo a ANL, um objetivo do estudo é “ser um instrumento utilizado, tanto pelos empresários em suas tomadas de decisões, como pelos dirigentes das entidades que representam este grupo de empresários em suas negociações de políticas para o setor junto ao governo”.

Para o presidente da ANL, Vitor Tavares (Livraria Loyola), estas tendências já eram esperadas –não tão positivas, como o fechamento de um grande número de pontos de vendas no Brasil, principalmente devido a “concorrência predatória”.

Em outubro do ano passado, Tavares enviou carta ao Ministério da Cultura com sugestões de ações práticas em benefício para os livreiros, como a aprovação de linha de crédito em bancos oficiais para a abertura de pequenas e médias livrarias, desoneração fiscal, criação de cursos para profissionais do setor, entre outras propostas.

A ANL também defende a adoção da lei do preço único para a venda de livros no Brasil, que vigora em diversos países como França, Espanha, Portugual, México e Argentina. Mas a ideia de que os livros sejam vendidos por um preço fixo divide opiniões dentro do setor. O SNEL (Sindicato Nacional de Editores de Livros) e outras entidades são contrários à proposta.

Fonte: Folha Online