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A expectativa é de um crescimento de 35% no faturamento em relação a 2009

A trajetória de crescimento do comércio eletrônico continua em ritmo acelerado. Após um primeiro semestre aquecido, principalmente em função da Copa do Mundo, que trouxe diversas ofertas para o e-consumidor, o setor agora volta suas expectativas para o Dia dos Pais.

De acordo com a e-bit, empresa especializada em informações de e-commerce, as lojas virtuais devem movimentar R$ 590 milhões no Dia dos Pais deste ano, o que representaria um acréscimo de 35% em relação a 2009, quando o faturamento foi de R$ 437 milhões.

Segundo a e-bit, esse crescimento deve ocorrer porque os filhos costumam presentear os pais com produtos de maior valor agregado, como eletrônicos de grande e pequeno porte (televisores, MP3 players, aparelhos de som e DVD, câmeras digitais, barbeadores, etc.) e artigos de informática e acessórios automotivos.

No entanto, para facilitar o pagamento das compras de valor mais elevado, os filhos podem tirar proveito do prazo mais elástico, uma das conveniências do varejo eletrônico, que pode chegar a até 18 vezes sem juros.

Fonte: Site Pequenas Empresas Grandes Negócios – PEGN

Vendas do varejo online no Brasil cresceram 30% em relação a 2008, superando expectativa de faturamento de R$ 10 bilhões, informa a e-bit.

O comércio eletrônico brasileiro faturou 10,6 bilhões de reais em 2009, o que representa aumento de 30% em relação ao resultado de 2008, de acordo com a 21ª edição da pesquisa WebShoppers, divulgada pela consultoria e-bit nesta terça-feira (16/3).

O resultado superou a expectativa de faturamento de 10 bilhões de reais para o setor prevista anteriormente pela consultoria. A compra média foi avaliada em 335 reais durante 2009, segundo os dados.

O total de consumidores que já fizeram compras na internet brasileira chegou a 17,6 milhões de pessoas em 2009. O volume considera usuários que compraram online desde o início da medição, em 2001.

O número representa praticamente um quarto (26%) dos 66,6 milhões de internautas registrados pelo Ibope Nielsen Online em dezembro de 2009.

O e-bit espera que, no final de 2010, o setor atraia 23 milhões de consumidores online e atinja faturamento de 13,6 bilhões de reais no País, o que representa um crescimento de 28,3% em relação a 2009.

Segundo o diretor executivo da e-bit, Pedro Guasti, o público de baixa renda sustentou o crescimento nas vendas pela internet no Brasil em 2009. A maioria dos novos consumidores digitais provinham das classes C e D, de acordo com ele.

Entre os produtos mais populares,  a categoria Livros e Assinaturas de Jornais e Revistas aparece na liderança, responsável por 20% das vendas. Seguem as categorias Saúde, Beleza e Medicamentos (13%); Eletrodomésticos (11%); Informática (9%) e Eletrônicos (6%).

O índice de satisfação geral do consumidor brasileiro com o e-commerce nacional caiu para 86,3% em razão tanto da greve dos Correios, ocorrida em setembro, como da incapacidade das lojas online entregarem um número de pedidos maior que o esperado no período do Natal.

O e-bit compila os dados por meio de formulários oferecidos para consumidores que compram produtos em cerca de 5 mil lojas online brasileiras.

A consultoria não contabiliza transações de carros e passagens aéreas pela web, além de sites de leilão, como o Mercado Livre.

O 21º WebShoppers poderá ser consultado na íntegra a partir desta quarta-feira (17/3) no site do e-bit.

Fonte: IDG Now

Marisa, Renner, C&A, Cantão, Redley, Osklen e Checklist apostam em suas lojas virtuais

O hábito de comprar roupas pela internet ainda é pouco comum no Brasil, mas a evolução do e-commerce e o aumento de marcas especializadas em vestuário e acessórios que apostam neste canal está mudando este cenário. Enquanto empresas como Marisa mostram-se experientes no varejo de moda pela internet, outras se aventuram e começam a lançar suas lojas virtuais ou apostam numa reformulação de seu e-commerce. É o caso de marcas como Marisa, Renner, C&A, Cantão, Redley, Osklen e Checklist.

O segmento de moda e acessórios registrou um crescimento de 108% na variação de pedidos na comparação de outubro de 2009 com o mesmo período do ano anterior. Já o faturamento do varejo de moda no e-commerce obteve alta de 115%, aponta a e-bit. Os números indicam que este mercado ainda tem muito a evoluir no Brasil, especialmente se comparado ao modelo americano.

Nos Estados Unidos, o costume de comprar por catálogos levou o consumidor a aderir mais rapidamente a compra de roupas pela internet. Por aqui, o contexto é diferente. Um dos principais desafios para as marcas é convencer o cliente a abrir mão da experiência de compra no ponto-de-venda, tendo contato direto com os produtos e vendedores, em prol do conforto e da praticidade oferecidos pela internet.

Tamanhos precisam de padronização
Outro obstáculo para a indústria de moda brasileira refere-se à questão da falta de um padrão nos tamanhos. “A grande maioria das empresas não tem padronização. Mas a indústria está se movimentando para mudar isso, visando o mercado internacional. E, uma vez que obtém-se produtos padronizados, o comércio eletrônico vem de carona”, explica Pedro Guasti, diretor geral da e-bit, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Pensando nisso, a Associação Brasileira de Normas e Técnicas (ABNT) está definindo novas normas de medidas. A ação em parceria com a Associação Brasileira do Vestuário (Abravest) começou com a padronização de meias. Desde de julho de 2009 foi colocado em consulta pública o projeto de norma infantil e, nos próximos meses, serão analisados tanto o vestuário masculino quanto o feminino.

No entanto, isto não deve ser encarado como uma barreira para as marcas que desejam vender seus produtos virtualmente. “O Brasil deve uniformizar os tamanhos. Mas a partir do momento que o consumidor tem preferência por uma determinada marca que tem loja física, ele passa a conhecer a sua modelagem e tem mais facilidade para comprar os produtos também pela internet”, acredita Alessandra Marins, consultora e sócia do Instituto Rio Moda, em entrevista ao site.

Mais importante do que a uniformização das medidas é a experiência que se oferece no e-commerce. Atualmente, a tecnologia contribui para aprimorar a compra na internet. Lá fora já é possível, inclusive, ver as peças em uma espécie da avatar que retrata o consumidor, facilitando a escolha. No Brasil, o e-commerce de moda caminha a passos mais lentos, mas tem recebido investimentos maiores nos últimos meses.

Marisa: 10 anos de e-commerce
Ainda sem loja virtual, a Renner planeja entrar no e-commerce nos próximos meses. A estratégia da marca é fundamentada em muita pesquisa e relacionamento com o consumidor. Já a C&A realiza a pré-venda das peças C&A Collection, coleções em parcerias com estilistas brasileiros, como Amir Slama, Reinaldo Lourenço e Isabela Capetto. As marcas têm um concorrente de peso: a Marisa, que completa 10 anos de e-commerce e é uma das pioneiras nesta área. Para acompanhar a evolução do mercado eletrônico, a empresa lançará ainda neste semestre a sua nova loja virtual.

Mensalmente, o canal recebe 1,2 milhão de visitantes e é responsável por 0,7% do faturamento da marca, que conta hoje com 226 lojas físicas e um lucro líquido de R$ 1,4 bilhão em 2009. Entre os atrativos da loja virtual estão as vantagens oferecidas ao cliente Cartão Marisa. “Sabemos que muitos clientes virtuais são clientes Marisa porque boa parte compra com o cartão da loja, que oferece benefícios como promoções, frete grátis, brindes e descontos”, diz Thiago Barros Pereira, Gerente de e-commerce da marca, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Outro diferencial é a integração entre o e-commerce e as lojas físicas. O cliente que compra pela internet pode trocar a mercadoria em qualquer uma das unidades presentes em todos os estados brasileiros. Além disso, toda vez que uma loja é inaugurada no país, o site oferece descontos para os consumidores. Nos pontos-de-venda da marca, os clientes também encontram materiais de divulgação, assim como algumas roupas têm etiquetas que comunicam a loja virtual.

Cantão e Redley oferecem conveniência
Desde o final de 2009 na internet, o Cantão e a Redley também preocupam-se com a política de troca. As empresas não só permitem que o cliente troque as peças nas unidades físicas, como – a partir de uma parceria firmada com os Correios – coletam os produtos na casa do consumidor e efetuam a troca gratuitamente.

Para oferecer uma experiência de compra agradável e conquistar a confiança dos clientes virtuais, as marcas ainda contam com um guia de medidas para todas as peças e dicas sobre outros produtos para compor o look, além da descrição técnica das peças.

Uma vantagem do e-commerce para as empresas é o tíquete médio elevado em relação ao varejo tradicional. Tanto a Marisa quanto o Cantão e a Redley observam uma alta no valor das compras efetuadas em seu canal eletrônico. “No e-commerce, o internauta tem mais tempo para ver as vitrines virtuais e os detalhes das roupas. A loja virtual também oferece mais variedade do que a física, por uma questão de estoque”, aponta Yan Gracindo, Diretor de Novos Negócios do Cantão e da Redley, durante entrevista ao site.

Jovens são a maioria
Outra justificativa para o aumento do tíquete médio é o fato de que os consumidores costumam comprar várias peças de uma vez só para pagarem apenas um frete ou, até mesmo, ficarem isentos do valor, como acontece na Marisa. “Nas compras acima de R$ 150,00 a entrega é gratuita para o sul e o sudeste. O frete hoje barra as vendas, por isso o cliente prefere juntar todos os itens numa compra só”, conta o Gerente de e-commerce da empresa.

Pereira explica ainda que a loja virtual da Marisa, apesar de ser focada na classe C, assim como as lojas tradicionais, também recebe consumidores com mais poder aquisitivo, interessados nas ofertas. De forma geral, a procura por itens em oferta ou com preços mais baixos é um consenso na internet.

O perfil destes consumidores é, em sua maioria, composto por mulheres jovens, especialmente adolescentes, em busca do chamado fast fashion. Ou seja, a moda rápida, que segue tendências, mas não demanda um grande investimento. “Os consumidores já têm vontade de comprar moda pela internet, especialmente a geração mais nova, que acessa sites internacionais e monitora o que as marcas estão lançando. Procuram produtos mais baratos, se não der certo, vendem para a amiga”, compara a consultora Alessandra Marins.

A procura dos jovens pela moda na internet leva empresas especializadas neste público a investirem no mercado. Ainda este semestre, a carioca Checklist colocará sua loja virtual no ar, depois de muitos pedidos das consumidoras. Já a Osklen reformula o seu e-commerce nos próximos dois meses. Para os que ainda planejam entrar no mercado virtual, Alessandra dá a dica. “É importante que o site tenha personalidade, transmita o lifestyle, a mesma história e o posicionamento da marca para que o consumidor conheça, identifique-se e deseje”.

Fonte: Mundo do Marketing

Alta foi de 28% em relação ao mesmo período no ano passado. Livros foram os produtos mais procurados, seguido pelos eletrodomésticos.

As vendas do comércio eletrônico brasileiro movimentaram R$ 1,6 bilhão em bens de consumo no período natalino de 2009, uma alta de 28% em relação ao ano anterior, de acordo com números divulgados nesta quarta-feira (30) por uma empresa de pesquisa.

Segundo levantamento realizado no período entre 15 de novembro e 24 de dezembro pela empresa de pesquisa e-bit, as vendas de cerca de R$ 1,6 bilhão representam novo recorde para o varejo on-line do país e um avanço sobre a marca de R$ 1,25 bilhão registrada em 2008. A expectativa da companhia de medição é que a haja expansão maior nos próximos anos.

“Com esse faturamento expressivo, nota-se que o consumidor está mais preparado e programado para comprar pela web, além de estar com a confiança retomada para fazer compras. Para os próximos anos, o crescimento deverá ser ainda maior”, afirmou em comunicado Pedro Guasti, diretor geral da e-bit.

O estudo aponta que a categoria mais procurada foi a de livros, seguida pela de eletrodomésticos, segmento ainda impulsionado pela redução de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), e saúde, beleza e medicamentos. Itens de informática e eletrônicos ficaram, respectivamente, na quarta e quinta posições.

O maior dia de vendas foi 16 de dezembro, no qual registraram-se 150 mil encomendas, cerca de 50 % acima do volume de um dia normal.

A pesquisa afirma que a preferência do consumidor cresceu em relação a produtos de alto valor agregado, como bens de informática e eletrodomésticos, contra a dominância de itens mais baratos até poucos anos atrás, como CDs e DVDs.

A e-bit destaca a comparação entre as vendas físicas e on-line. Enquanto o comércio eletrônico apresentou um crescimento de 28% no período do Natal na comparação anual, o varejo físico cresceu 6,8%, afirma a empresa, citando dados da Serasa Experian.

Dados mais recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de outubro passado mostram que o varejo físico brasileiro cresceu 8,4% em relação ao mesmo mês de 2008, ante expectativa do mercado de expansão de 6,5%. Uma pesquisa do IBGE aponta que o número de brasileiros com acesso à internet cresceu 75,3% entre 2005 e 2008, passando a 56,4 milhões de usuários.

Fonte: G1

Resultado aproxima-se da média do ano, de 86,43%; pesquisa de satisfação ouviu 130 mil pessoas que fizeram compras na web no período.

Pesquisas realizadas com mais de 130 mil pessoas que fizeram compras pela internet no mês de novembro revelaram que 86,71% delas estão satisfeitas com o desempenho do comércio eletrônico brasileiro.

Este estudo refere-se ao Índice de Confiança do e-consumidor, um relatório mensal desenvolvido pela consultoria e-bit em parceria com o Movimento Internet Segura (MIS), que apontou o resultado como a terceira melhor marca de 2009.

O percentual de 86,71% de aprovação em novembro só fica atrás dos de julho e agosto, quando o índice superou a casa dos 87%. Em relação aos percentuais registrados de janeiro a novembro deste ano, a média atingida é de 86,43% de satisfação.

Os consultados responderam a um questionário de satisfação com base em 10 quesitos: Facilidade de Comprar, Seleção de Produtos, Informação sobre os Produtos, Preços, Navegação, Entrega no Prazo, Qualidade dos Produtos, Qualidade do Atendimento a Clientes, Política de Privacidade e Manuseio e Envio dos Produtos.

Segundo a e-bit, o período de compras que antecede ao Natal, compreendido entre os dias 15/11 e 24/12, deve proporcionar um faturamento de 1,63 bilhão de reais – uma alta de 30% em relação ao ano passado, quando o setor atingiu 1,25 bilhão de reais em vendas.

A consultoria espera que, com o resultado do Natal, o e-commerce nacional feche 2009 com um faturamento superior a 10,5 bilhões de reais.

Fonte: IDG Now!

Segmentos como moda, esporte e joalheria crescem na web e já querem lugar entre os mais vendidos

Alguns segmentos presentes nas lojas virtuais vêm ganhando mais espaço e conquistando cada vez mais a preferência do consumidor do comércio eletrônico. São os casos de Moda e Acessórios, Esporte e Lazer e Joalherias, que cresceram 108%, 145% e 55%, respectivamente, na variação de pedidos na comparação de outubro deste ano com o mesmo mês de 2008.

A briga esquentou, segundo a e-bit, na busca de um posto entre as categorias mais vendidas no e-commerce.

Para o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti, “a evolução das plataformas nos conceitos Web 2.0 contribuem para a linha de crescimento dessas categorias. As lojas que comercializam esses tipos de produtos podem disponibilizar vídeos, reviews e imagens 3D para que seus clientes sintam-se mais confiantes em efetuar pedidos de produtos que antes necessitavam ser obrigatoriamente tocados e experimentados pessoalmente”.

O faturamento dessas categorias também teve elevação expressiva. Em Moda e Acessórios, o acréscimo foi de 115%, enquanto Esporte e Lazer cresceu 99%, e Joalheria, 62%.

Segundo Guasti, a venda de roupas no comércio eletrônico brasileiro só tende a evoluir, principalmente se for levado em conta os moldes americanos. “É um segmento com grande potencial para desenvolvimento. Até porque representa uma pequena fatia do total de vendas na web. Se tomarmos como exemplo a venda de bens de consumo nos EUA, essa categoria é a segunda mais vendida, perdendo somente para Livros”, explica o executivo.

Fonte: Cidade Biz

Novo ‘Selo Internet Segura’, da camara-e.net, vai oferecer certificado SSL ICP-Brasil por cerca de 500 reais ao ano, com parcelamento.
O valor da anuidade de um certificado digital para servidor web, SSL, da Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), que costuma custar 3 mil reais, pode ficar até seis vezes menor para empresas que fazem negócios na internet brasileira.

O subsídio deve entrar em prática em fevereiro de 2010, com o lançamento do Selo Internet Segura, uma iniciativa da camara-e.net em parceria com a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) para validar empresas que operam no e-commerce brasileiro, por meio de auditorias, em todo o País.

“Desta forma poderemos incluir as micro e pequenas empresas no certificado SSL de servidor”, afirma Gerson Rolim, diretor executivo da camara-e.net, que teve a ideia de incluir o subsidio da certificação digital no selo.

Com um certificado de servidor próprio, não somente o fornecido por empresas de hospedagem e de pagamentos eletrônicos, a empresa garante sua identidade e seu ‘CNPJ online’ dando mais segurança ao consumidor, explica o diretor executivo da associação.

Em parceria com a Certisign, emissoras de certificados digitais associada à camara-e.net, Rolim calcula que o valor do certificado chegue a cerca de 500 reais. “Estamos estudando o parcelamento em até 12 vezes”, informa.

Fonte: IDG Now – Por Daniela Braun