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O ticket médio ou TM é um indicador básico do desempenho de vendas, ou seja, uma média. Esse número é obtido através da divisão do volume de vendas, em um determinado período, pelo número de pedidos feitos. Por exemplo, se você fez em um mês, mil vendas e faturou R$30 mil, é apenas dividir um valor pelo outro. Assim, seu ticket médio é de R$30,00.

O aumento do ticket médio, numa loja virtual, pode ser buscado através de duas formas: fazendo com que seu cliente compre mais, de você e ainda fazendo com ele compre mais no momento em que já está dentro da loja. Supondo que seu ticket seja de R$30,00 é interessante que você faça uma promoção que o atraia a superar esse valor. Por exemplo: “A cada R$35,00 em compras, você concorre a uma cesta de produtos cosméticos da marca tal…”, ou “A cada R$40,00 em compras, Frete Gratis…”

Dessa maneira, cria-se uma motivação para a compra. Essa ação induzirá o cliente a fazer compras com um adicional buscando chegar ao patamar de premiação. Contudo, é importante que se saiba a média correta da sua loja, pois, corre-se o risco de estipular um valor alto demais, e ninguém aderir, ou baixo demais, ao ponto de não expressar nenhuma diferença aos dados anteriores.

Há ainda, duas ferramentas das lojas virtuais que podem facilitar o aumento do ticket médio: o “Up-Selling”- estratégia na qual o site sugere um adicional para o produto que está sendo comprado, por exemplo, “Na compra de outro desodorante, você paga 50% do valor”, e o “Cross-Selling”- estratégia de sugestão de produtos complementares à compra que está sendo feita: “Compre também essa linda capa para proteger seu Mp10”. Para isso, é importante ficar atento para que o sistema não sugira itens errados nem muitos itens, ou seja, é preciso mostrar apenas o que é relevante ao cliente.

Enfim, para aumentar o ticket médio de sua loja virtual, é indispensável que se mantenha o foco no cliente: o que ele está comprando, quanto ele está gastando e o quanto ainda pode gastar; não o confundindo na hora de fechar a compra, mas auxiliando-o para que compre mais, aproveitando as promoções e vantagens oferecidas por você.

Fonte: Redação Dotstore

Com previsão de estrear até o final de março, novo site de e-commerce do Carrefour oferecerá desconto de 20% e acesso exclusivo a quem se cadastrar.

O Carrefour anunciou nesta quarta-feira (24/2) que oferecerá descontos e acesso prioritário a seu novo serviço de e-commerce para consumidores que se cadastrarem online.

Consumidores deverão informar dados como e-mail, CPF e uma senha para fazerem parte do Cadastro VIP, que dará desconto de 20% em compras feitas no site no dia da estreia, além de “acesso exclusivo”.

O Carrefour confirmou que sua operação nacional de e-commerce será oficializada até o final de março.

A operação online da rede francesa de varejo é desdobramento da contratação, em julho de 2009, de Jonas Antônio Ferreira, responsável por desenvolver os sites de e-commerce das Casas Pernambucanas e do Grupo Pão de Açúcar.

Na ocasião, o Carrefour confirmou que sua operação seria iniciada no primeiro semestre de 2010. Inicialmente, o varejo tinha planos de começar a oferecer produtos pela internet em 2008.

Com a estreia da sua operação online, o Carrefou entra na briga tanto com gigantes de e-commerce, como a B2W (responsável pelo Submarino e pela Americanas.com) e a Nova PontoCom (nascida da fusão entre Pão de Açucar e Casas Bahia), como com redes de varejo “independentes”, como Wal-Mart e Magazine Luiza.

Fonte: IDG Now

A Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo notificou o Mercado Livre, empresa americana que abriga e intermedeia vendas de lojas virtuais na América Latina, a apresentar a movimentação de vendas e os dados cadastrais dos 200 maiores usuários do comércio virtual, segundo a Folha apurou.

O Mercado Livre confirma a notificação e informa, por meio de sua assessoria de imprensa, que tem como prática “colaborar permanentemente com as autoridades, fornecendo as informações necessárias de acordo com as solicitações oficiais”.

Na terça-feira passada, a Fazenda paulista realizou ações de fiscalização para participar da Operação Nacional de Combate à Sonegação Fiscal, realizada pelos Ministérios Públicos dos Estados e da União.

A ação mais importante, denominada Matrix, ocorreu no comércio eletrônico, com a participação de cerca de cem fiscais da Fazenda paulista e da Receita Federal e policiais. Dez locais em São Paulo e no interior, onde pessoas físicas e jurídicas realizam negócios por meio da internet, foram alvos da fiscalização.

O fisco tem indícios de que essas pessoas físicas e jurídicas faturem cerca de R$ 60 milhões por ano, mas declarem que movimentam apenas 4% desse valor.

Em julho, a Fazenda paulista informou que iria apertar o cerco às lojas virtuais que não pagam impostos, tanto que encaminhou neste mês à Assembleia Legislativa projeto de lei que faz mudanças na legislação do ICMS para facilitar a fiscalização e a cobrança de imposto devido no comércio virtual.

O projeto de lei obriga as empresas que operam na internet a informar dados cadastrais (como endereço e CNPJ) e de vendas feitas pelas lojas virtuais, inclusive das empresas que operam em intermediação e gerenciamento de vendas.

As vendas virtuais devem movimentar R$ 10 bilhões neste ano, valor 22% maior do que o negociado no ano passado, segundo estimativas do setor.

O fisco informa que tem dificuldade para identificar e localizar quem são os donos dos sites de vendas. Com regras específicas para o comércio eletrônico, a Fazenda paulista entende que será mais fácil saber quem é esse contribuinte virtual e cobrar dele o imposto.

O foco das ações do fisco são os sites que operam de forma irregular e driblam o pagamento de impostos, e não as lojas e provedores legalmente estabelecidos. Com a nova legislação, os sites de intermediação da internet que não informarem ao fisco o que for solicitado, como as operações comerciais feitas em ambiente virtual, serão responsabilizados solidariamente a pagar o ICMS devido.

Estima-se que hoje 20 mil sites atuem no país na venda de bens de consumo (exceto carros, passagens aéreas e produtos usados). Há cinco anos, eram 4.000. Um único site de venda de eletroeletrônicos monitorado pela recém-criada Supervisão de Fiscalização de Comércio Eletrônico da Fazenda paulista faturou no ano passado R$ 6 milhões, mas não recolheu um centavo de ICMS.

Fonte: Folha Online – Por: FÁTIMA FERNANDES e CLAUDIA ROLLI da Folha de S.Paulo

Para tentar ampliar as receitas junto ao mercado de varejo on-line, o Google está comercializando um produto especial de busca.

O produto foi anunciado na última quarta-feira com o nome de Google Commerce Search, colocado à venda pelo valor inicial de US$ 50 mil por ano. A experiência do Google como buscador atribui ao site de varejo uma qualidade especial: a capacidade do consumidor para localizar os produtos e serviços. Para isso, o buscador quer usar um canal de dados para os catálogos de cada grupo de varejo.

“Os varejistas me convenceram de que existia a necessidade de um produto desse tipo,”, disse Nitin Mangtani (gerente de produtos de busca para empresas do Google) para a Reuters. “O desempenho lento de buscas em sites de varejo poderia enviar os usuários a outros sites, prejudicando os índices de conversão de uma loja” – acrescenta.

Mangtani afirmou ainda que os varejistas poderiam economizar em infraestrutura e manutenção, pois o produto do Google usa computação em nuvens, em termos gerais, o software fica hospedado nas centrais de dados do Google e não nos servidores do grupo de varejo.

Este novo produto mostra a clara expansão do Google em direção a clientes empresariais. Dos US$ 22 bilhões faturados pelo Google em 2008, 97% do faturamento veio da publicidade. No mês passado, o site expandiu a campanha publicitária para os aplicativos que fornece.

Em um estudo recente, Van Baker, analista do Gartner, constatou que poucos dos grandes grupos de varejo eletrônico pretendem mudar sua tecnologia básica de e-commerce.

Fonte: Redação Adnews

Operação será realizada por US$ 342 milhões, informou. Empresa é o maior grupo de mídia da África.

O maior grupo de mídia da África, Naspers, anunciou nesta terça-feira (29) que comprou 91% do site brasileiro de comparações de preços BuscaPé por US$ 342 milhões, como parte de estratégia para expandir-se em mercados emergentes. 

O site brasileiro, cuja base de negócio é a comparação de preços de produtos em diversos segmentos, poderá manter sua equipe administrativa mesmo com a aquisição. A compra será feita com recursos próprios, segundo informou a Naspers em comunicado.

“Depois de investimentos na (editora) Abril e na Compera nTime, a Naspers desenvolveu um bom entendimento do mercado brasileiro que atravessa rápido crescimento. O BuscaPé é um dos poucos nomes estabelecidos na indústria e que pode crescer mais”, afirmou o presidente-executivo das operações latino-americanas da Naspers, Hein Brand.

 

A estratégia do grupo sul-africano é expandir sua atuação ao redor do mundo com foco na América Latina. Em sua expansão, recentemente a companhia passou a operar a europeia Allegro, plataforma de e-commerce, e comprou a Tradus, serviço de leilões europeu. No Brasil, a companhia tem uma parte da Editora Abril e da Compera nTime.

“Dada a extensa experiência da Nasper na internet, eles podem nos ajudar a crescer em outro nível. Uma futura colaboração entre a Allegro e o BuscaPé é possível”, adiantou o presidente da BuscaPé, Romero Rodrigues.

A Naspers, que detém participações em companhias na China, na Rússia e na Europa, além do Brasil, informou que a aquisição será realizada com recursos próprios disponíveis. 

(Com informações da Reuters e do Valor Online)

Fonte G1 – Globo.com

A geração atual de jovens, que nasceram na Sociedade da Informação, tem ao seu dispor uma série de inovações tecnológicas, que facilitam suas vidas. Esses jovens não devem nem imaginar o quanto uma simples mensagem poderia demorar a ser entregue ao seu destinatário na época de seus avôs. Hoje em dias as mensagens são enviadas quase que instantaneamente, e das mais variadas formas, sendo as mais utilizadas no nosso cotidiano o celular e a internet.

           As crianças que ingressam na escola já têm como matéria básica da grade escolar a Informática. A inclusão dessa matéria no currículo escolar dos jovens estudantes acaba se tornando natural, uma vez que sem saber lidar com essas máquinas, seria como se eles tivessem regredido no tempo, para a época das pesadas enciclopédias e das várias anotações feitas em papéis que quase sempre se perdiam entre os livros.

           Esta geração também costuma demonstrar seus sentimentos com mais facilidade, e não tem medo de expor o que pensam, do que gostam, e o que fazem em suas vidas. A internet permite essa “liberdade de expressão” nos sites de relacionamento, onde se pode encontrar amigos, e por que não conhecer novas pessoas que compartilham dos mesmos gostos, ou até comentar experiências vividas por eles?

           Toda essa introdução era necessária para que se pudesse imaginar como será a internet, mais especificamente o comércio virtual, daqui a alguns anos, quando chegar a vez desses jovens consumirem.

           Claro, que com o conhecimento e o domínio que eles possuem sobre informática, e sobre o que se é possível fazer pela internet, não resta muitas dúvidas que eles serão usuários assíduos da rede mundial de computadores, e adeptos a solucionar todos os seus problemas através dela, que lhes proporcionará soluções rápidas, economia de tempo e dinheiro, conforto, e segurança. A internet já tem conquistado seu espaço em nossas vidas, e se desenvolvendo de forma ágil para se adaptar as necessidades de todos os tipos de públicos.

           Dessa maneira, torna-se difícil imaginar esses jovens realizando compras no comércio tradicional, enfrentando grandes filas, ou tendo que pesquisar preços em várias lojas em um dia que fizer um forte calor, ou pior, que cair uma tempestade. Afinal, se tudo isso pode ser feito no conforto de sua casa, pra que arriscar nos lotados centros comerciais?

           Esses jovens já são praticamente clientes hoje em dia, pois são eles que escolhem os produtos que desejam nos sites de vendas virtuais, pesquisam os melhores preços e formas de pagamento, e apenas pedem para seus pais, ou qualquer pessoa que possuir um cartão de crédito com disposição para gastar com eles, efetuarem o pedido. A única coisa que irá mudar quando eles forem os consumidores, é justamente essa dependência de outra pessoa, pois eles já terão os seus próprios cartões.

           O que já é prioridade hoje em dia, e a cada dia que passa será mais e mais buscada pelas lojas, é a plena satisfação de seus clientes, e com as várias ferramentas que a internet dispõe, a relação entre consumidor e cliente será ainda mais estreita, tudo para agradar o consumidor.

           Até as formas de pagamento vão evoluir, e ficarão cada vez mais facilitadas e fáceis, como por exemplo o pagamento via aparelho celular ou até mesmo pela televisão.

E não podemos esquecer que eles contarão com a internet móvel, que vem se desenvolvendo, e já estará popularizada na geração desses jovens que poderão acessá-la de onde desejarem. Ou seja, em viagens de lazer, ou em reuniões de trabalho, a internet poderá estará presente para ajudá-los.

           Enfim, o e-commerce vem crescendo junto com seus futuros consumidores, e se adaptando para agradá-los em todas as suas necessidades. Procurando novas formas de interação com os clientes para conhecer suas vontades, aumentando cada vez mais a segurança na hora das compras, e facilitando as formas de pagamento, e claro, mantendo a tradição de preços mais baixos dos que são encontrados no comércio tradicional.

           O e-commerce já está instituído na cultura desses jovens, e já faz parte de suas rotinas. Mais do que uma nova forma de fazer compras, para essa futura geração de e-consummers as compras on-line já são um estilo de vida.

Fonte: Assessoria de imprensa Dotstore