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Por meio dessa rede de contatos profissionais, pequenas empresas contatam clientes, divulgam seus serviços e captam investimentos para seus negócios

Há aproximadamente um ano, o português Fernando de Freitas trocou seu cargo de diretor numa empresa do ramo de plásticos para empreender em um negócio próprio. Trouxe para o Brasil um braço da Harco, empresa europeia que comercializa insumos químicos. Um dos maiores desafios de Freitas e, talvez, da maioria dos pequenos e médios empresários, vem sendo entrar no mercado, estabelecer contato com potenciais clientes e conseguir vender o seu produto. No caso da empresa de Freitas, a Harco, o mercado para seu produto é muito restrito, e seus principais clientes são grandes companhias, como a Petrobras.

A solução encontrada pelo empresário para chegar até essas empresas foi utilizar o LinkedIn, uma rede social mundial, lançada em 2003 nos Estados Unidos, voltada exclusivamente para contatos profissionais. Basicamente, Freitas criou um perfil, alimentou o espaço com vasto material de divulgação do produto que sua empresa oferece e enviou mensagens para diretores, presidentes e gerentes de grandes empresas – como a Petrobrás – que poderiam abrir portas para ele. A princípio, a tática parece um tanto quanto simples, entretanto, para a empresa de Freitas os resultados foram mais do que satisfatórios: ele recebeu respostas positivas de cerca de 70% das mensagens que enviou.

Participação brasileira no LinkedIn
O LinkedIn atualmente reúne mais de 75 milhões de usuários cadastrados em todo o mundo. O grupo detentor da rede detectou no Brasil uma grande oportunidade de ampliar esse número e lançou, em abril deste ano, a versão em português do site, que já conta com mais de 2 milhões de usuários. “Acreditamos muito no mercado brasileiro. Muitos empresários estavam nos perguntando sobre esse país, queriam fazer negócios com o Brasil e entrar em contato com empresas e profissionais daqui”, comenta Arvind Rajam, vice-presidente de operações internacionais do LinkedIn.

Esse portal de relacionamentos pode ser uma importante ferramenta para esses empresários, uma vez que disponibiliza uma série de recursos de grande utilidade para esse público. Além do seu perfil profissional, o usuário tem acesso a grupos de discussões, pode buscar pessoas específicas cadastradas na rede usando diferentes filtros, entre outras coisas. “Apostamos no LinkedIn pois é uma ferramenta que possibilita aos pequenos empresários entrar diretamente em contato com pessoas-chave de outras empresas, que, talvez, eles demorassem muito para conseguir contatar”, explica Rajam. Esse foi o caso de Freitas. “Eu consegui entrevistas, marquei reuniões e até já fechei contratos. Tudo por intermédio dessa rede”, conta.

Entretanto, facilitar o contato direto com grandes companhias não é a única oportunidade que essa rede pode proporcionar ao pequeno empresário. No LinkedIn há um espaço destinado a rodadas de debates e discussões de temas relacionados ao mundo empresarial. “As empresas estão buscando sempre experts nas mais variadas áreas. Mostrar as suas qualificações e participar dos debates de forma séria, com respostas que agreguem, é um excelente passo para o sucesso”, diz Rajam. Esse tipo de interação realmente funciona. Freitas conta que, por meio da participação em debates e rodadas de discussão via LinkedIn, foi contatado por uma empresa americana e agora, além de gerir a Harco, também presta serviços de consultoria para essa companhia.

Recentemente, um caso chamou a atenção dos membros da rede. Por meio do LinkedIn, Frank Hannigan, um empresário escocês, enviou 700 mensagens para possíveis investidores. Em uma semana recebeu 200 respostas, e após 8 dias já tinha conseguido uma quantia de US$ 230 mil (aproximadamente R$ 400 mil) para tocar o seu negócio. O brasileiro Alberto Blanco, diretor da Grudaemmim, uma agência de comunicação e relacionamento digital, passou por uma situação semelhante. Ele foi contatado, via LinkedIn, por duas empresas de venture capital querendo investir em seu negócio. “Esses investidores são focados em empresas de redes sociais e, por meio do meu perfil, chegaram até o meu negócio”, conta. O contrato ainda está em fase de negociação, mas a ponte que o LinkedIn fez entre a empresa de Blanco e os investidores, sem dúvida, contribuiu muito para que o processo fosse mais ágil.

Em tempos de globalização e da explosão dos contatos via internet, ferramentas como essa podem funcionar como verdadeiros catalisadores de negócios. Abordar uma pessoa que você ainda não conhece pelo LinkedIn é uma boa ideia quando você está abordando a pessoa certa. “Basicamente, tudo o que uma rede de contatos como essa faz é aumentar o potencial e o alcance das pequenos e médias empresas”, finaliza Rajam.

Fonte: Site PEGN – http://revistapegn.globo.com

O jornalista William Bonner é o líder da categoria jornalística do prêmio Shorty Awards, cuja segunda edição se propõe a coroar os melhores conteúdos feitos por usuários e desenvolvedores no serviço de microblogs Twitter.

A votação começou na segunda-feira (1º) e termina na sexta. Para votar, é preciso ter um perfil na rede social.

A premiação ocorre no dia 11 de fevereiro em Nova York. Os ganhadores serão convidados pelo evento para recebê-lo pessoalmente nos Estados Unidos.

William Bonner é o jornalista mais votado em Oscar que premia conteúdo no Twitter

Até o fechamento da reportagem, Bonner registrou mais de 610 votos –o número é mais que o dobro da segunda colocada, Rachel Maddow, da rede de TV norte-americana MSNBC, que conseguiu quase 300.

Há, no entanto, diversas categorias além da de jornalismo. São elas: propaganda, aplicativos, arte, marcas, celebridades, instituição cultura, serviços ao consumidor, design, entretenimento, finanças, alimentação, governo, saúde, humor, inovação, jornalismo, literatura, música, notícias, sem fins lucrativos, política, ciência, esportes, tecnologia, viagens e esquisitos.

As inscrições e indicações foram feitas por usuários do serviço de microblogs. Os indicados foram encorajados a responder um questionário, para que os organizadores soubessem as razões da indicação.

Segundo o site de votação, o resultado vai combinar o julgamento da Real-Time Academy of Short Form Arts & Sciences, que organiza o evento, com a votação popular.

A Real-Time Academy of Short Form Arts & Sciences é formada por diversas personalidades, geralmente adeptas do Twitter –vão desde a atriz Alyssa Milano, passando pelos fundadores do site de classificados Craigslist e pelo executivo-chefe do Creative Commons, até um colunista do jornal “The New York Times”.

Para acessar a votação, clique aqui.

Fonte: da Folha Online

ICQ era febre na década passada; tenta se reerguer integrado com redes como Twitter

O ICQ, que foi lançado em 1996 e era febre entre os internautas para comunicação instantânea, ganhou uma nova versão, que pretende competir no novo mundo de redes sociais e mensagens em tempo real.

Sua versão 7, cujo download pode ser feito no site do produto, possibilita integrar diferentes serviços de redes sociais, como Facebook, Twitter, YouTube e Flickr.

A versão 7 do ICQ, que acaba de ser lançada pela AOL, aposta em integração com redes sociais

Novas abas, explica o site TechCrunch, permitem fluxos de dados dessas redes para o novo cliente messenger do ICQ –de maneira similar ao serviço Ping.fm.

A interface do ICQ ganhou novas cores e supostamente também toma menos espaço e funciona mais rápido. Outras funções disponíveis são relativas a compartilhamento de fotos e ao perfil de usuário.Por enquanto, o serviço está disponível somente para Windows.

No entanto, apesar da novidade e achar interessante a possibilidade de instalar o ICQ novamente após mais de uma década sem pensar nele, o TechCrunch acredita que os recursos estão atrasados e duvida que haja razões para as pessoas voltarem a utilizar o comunicador instantâneo.

De acordo com comunicado do ICQ, há atualmente 42 milhões de usuários do serviço atualmente –apesar de ser difícil conhecer pessoas que afirmem ser usuárias do serviço atualmente, ao menos no Brasil.

A AOL é proprietária do ICQ há quase 12 anos, desde que comprou a Mirabilis, antiga dona, por US$ 407 milhões.

Fonte: Folha Online

Pesquisa coloca o país em terceiro lugar em uso do site. São Paulo está entre as cidades que mais usa o microblog.

Brasileiros estão entre os que mais usam o serviço de microblog Twitter. (Foto: Reprodução)

Uma pesquisa divulgada nesta sexta-feira (14) mostra que o Brasil é um dos principais países em quantidade de usuários do Twitter. Os brasileiros são a segunda maior população do site de microblog, correspondendo a 8,7% de seu total de usuários.

Os americanos ficaram em primeiro lugar no estudo da Sysomos, correspondendo a mais de 50% dos usuários do serviço. O Reino Unido aparece na terceira posição, com 7,2%. Na pesquisa divulgada em junho passado, os EUA tinham 62% do total de pessoas registradas no site e os brasileiros correspondiam a 2%.

Em número de mensagens publicadas no Twitter, os Estados Unidos lidera com 56% das “twittadas” em todo o mundo. Neste quesito, os brasileiros caem para a terceira posição, representando 6,7% do movimento do microblog. O Reino Unido fica com a segunda colocação com 8%.

No ranking das cidades que mais usam o Twitter, Londres ficou em primeiro lugar, com 2%, seguindo por Los Angeles, nos EUA, com 1,6% e São Paulo, com 1,4%. O Rio de Janeiro aparece na nona posição com 0,75%.

Fonte: G1 – www.g1.com

Embora o Facebook seja apenas uma ameaça ao reinado do Orkut entre as redes sociais no Brasil, o site do Google começa a perder força em média semanal de visitas. Segundo pesquisa feita pela InPress Porter Novelli em parceria com a empresa de monitoramento E-life, o brasileiro acessa o Orkut entre duas a quatro vezes por semana, em média. Já o Twitter, que exige interação praticamente em tempo-real, recebe visitas de um mesmo usuário até 7 vezes na mesma semana, indicando hábito diário.

Apesar de perder em frequência, o Orkut ainda é a rede social com o maior número de usuários cadastrados: quase 90%, contra 80% do Twitter e YouTube, e 57% do Facebook. A pesquisa ainda ressalta que a forma de interação do usuário com o site varia entre as redes analisadas, com o Twitter sendo mais usado para a leitura de notícias, enquanto o Orkut serve para contato entre amigos.

Fonte: Link – Estadão