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Cerca de 60% das pequenas e médias empresas latino-americanas que administram um site próprio se servem das possibilidades oferecidas pela internet para fazer propaganda de seu trabalho empresarial, segundo revelou um relatório encomendado pelo Google e apresentado neste sábado (22) em Bogotá.

Das 3.600 pequenas e médias empresas de países como Brasil, Argentina, Chile, Colômbia e México (que foram entrevistadas pela empresa de consultoria Pyramid Research para o Google), 86% contam com um site, o que permitiu identificar o grau de vinculação destas empresas com a internet.

As pequenas e médias empresas da região sem site, que correspondem a 14% das consultadas, confirmaram que utilizam alguma forma a publicidade on-line ou que têm a intenção de fazê-lo nos próximos meses.

Dentre os tipos de publicidade às quais pequenas e médias empresas recorrem estão os anúncios contextuais e em buscadores (como Google ou AdWords); os gráficos (como banners); e anúncios multimídia.

Por outro lado, o “Estudo de tendências de uso de internet nas pequenas e médias empresas da América Latina” ressaltou que apenas 18% dos sites de pequenas e médias empresas permite, atualmente, as transações on-line.

Os dados sobre publicidade e comércio eletrônico refletem, segundo este reporte, que aumentou o interesse das pequenas e médias empresas latino-americanas em incorporar as ferramentas de internet entre suas estratégias, mas que “muitas estão ainda começando”.

“Observamos um tremendo potencial para a adoção de ferramentas on-line entre as pequenas e médias empresas da região”, considerou o diretor de vendas on-line do Google América Latina, John Ploumitsakos. “Cerca de 31% da população da América Latina e do Caribe utiliza internet.”

Para o executivo, “o consumidor está pedindo novas funcionalidades e maiores opções no comércio eletrônico, logo, os comerciantes tradicionais devem seguir a tendência traçada pelo usuário para não ficar fora do jogo”.

As pequenas e médias empresas latino-americanas representam 95% do total de empresas da região e se levantaram como os motores e grandes geradores de emprego da economia regional, segundo reconheceu o presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Luis Alberto Moreno, o março passado.

O Brasil lidera com 29% a lista de países de maior adoção de comércio eletrônico em sites da internet, seguido pela Colômbia, onde 23% de pequenas e médias empresas implementaram ferramentas para desenvolver o comércio eletrônico.

Chile, México e Argentina os seguem com menores níveis de envolvimento.

O estudo da Pyramid Research mostrou que não só o nível de aproveitamento tecnológico poderia ser melhorado, mas também concluiu que, “em termos gerais, a sofisticação tecnológica na América Latina continua sendo baixa”.

“As pequenas e médias empresas precisam otimizar seus sites na internet, habilitar funcionalidades que permitam uma maior interatividade, assim como utilizar as diferentes ferramentas disponíveis para fazer propaganda on-line”, destacou Ploumitsakos.

Fonte: Folha Online

Por mais contraditório que possa parecer, um Natal em tempos de crise é promessa de crescimento para as vendas do comércio eletrônico. Isso não se deve a apenas um fator, mas a uma conjuntura que tem gerado expectativas bem positivas para os especialistas e executivos da área: aumento do acesso aos sites de compras em 2008, facilidade de usar a rede para comparar preços sem sair de casa e ainda grandes promoções oferecidas pelos sites.

De acordo com a 18ª edição da pesquisa Web Shoppers, desenvolvida pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) em parceria com a consultoria e-bit, no primeiro semestre de 2008 o e-commerce cresceu acima dos 40%, faturando R$ 3,8 bilhões. Para o segundo semestre, a expectativa é que o consumo chegue à casa dos R$ 8,5 bilhões no ano. Nesse levantamento, entram todos os bens de consumo, exceto carros, pacotes de viagens e passagens aéreas. Segundo o diretor-executivo da camara-e.net, Gerson Rolim, a previsão é modesta, pois leva em consideração a possibilidade de um leve desaquecimento em virtude do ciclo de alta das taxas de juros promovida pelo Banco Central para controlar e reduzir a inflação.

“Se prestarmos atenção que nos Estados Unidos, onde há recessão, houve um crescimento de 25% nas compras em comércio físico após o Dia de Ação de Graças, podemos esperar do e-commerce no Brasil um salto maior do que o previsto.”

E no que depender do número de internautas acessando os sites de comércio eletrônico, o otimismo será concretizado. De acordo com dados do Ibope NetRatings, de outubro de 2007 até o mesmo período de 2008, houve aumento de 20% no segmento. No levantamento referente ao terceiro trimestre do ano, constatou-se que aproximadamente 12 milhões e 900 mil usuários acessaram sites do setor, o que representa 54% do total de pessoas que navegam na rede no País em outubro. Para o fim do ano, a previsão é superar a média de crescimento de 0,5% ao mês, que vem ocorrendo nos últimos meses.

“No ano passado, o mês de dezembro comparado a outubro apresentou um crescimento de 14%, mas talvez esse número aumente em 2008”, diz o analista de mídia do Ibope NetRatings José Calazans.

O crescimento dos acessos e, conseqüentemente, dos valores envolvidos nas transações tem vários fatores. Um deles é a migração de marcas tradicionais que atuavam apenas no varejo físico para a internet, como por exemplo os grupos Wall Mart, Carrefour e Casas Bahia. E nem as empresas bem segmentadas ficam fora dessa tendência. É o caso da AmBev, que acaba de lançar sua loja virtual, a Empório da Cerveja.

“O objetivo é nos aproximar ainda mais do consumidor e oferecer a eles a experiência de marca”, conta a especialista da área de trade marketing da AmBev, Flaviana Rocha. Outro fator importante é a satisfação dos consumidores. Ainda de acordo com a 18ª edição da pesquisa Web Shoppers, de 2001 para 2007, o número de clientes satisfeitos subiu de 78% para 87%. Isso significa que apenas 13,52% dos e-consumers estão insatisfeitos com as lojas virtuais. A internet colaborativa, também conhecida como web 2.0, é um ponto a mais para o comércio eletrônico.

A tendência permite a integração entre as duas partes da transação e possibilita que o site melhore aspectos criticados pelos usuários. A expansão do acesso à banda larga e o aumento da aquisição de bens de consumo pela web por consumidores da classe C também são fatores que prometem contribuir para a contínua expansão do segmento. Então, prepare o bolso e fique de olho na tela.(M.A.)

Fonte: FNDC

O e-commerce aposta em brindes e “combos” para atrair compradores neste fim de ano.

O e-commerce aposta em brindes e “combos” para atrair compradores neste fim de ano. No Submarino, o site de Natal tem ofertas como “Almanaque Anos 80”, de Mariana Claudino e Luiz André Alzer (Ediouro, 296 págs.), que custa R$ 31,50 e vem com o jogo de perguntas e respostas sobre o livro.

No site do Wal-Mart, quem compra a TV LCD Full HD de 40 polegadas da Samsung, por R$ 3.398, leva um home theater da marca.

Na Lojas Americanas on-line, o chamariz é o sorteio de um Mercedes-Benz Classe C. A cada R$ 100 em compras com cartões Visa ou Visa Electron, a pessoa ganha um cupom para concorrer.

Na promoção do Extra, o internauta precisa escrever dizendo se foi um “bom menino” em 2008. O autor da melhor frase leva R$ 1.000 em vale-compras no site.
As páginas especiais de Natal das lojas tentam dar uma mão na escolha de presentes, com sugestões divididas por faixas de preço e por idade e sexo. O problema é que as dicas segmentadas acabam não ajudando tanto.

No site do Extra, das 23 sugestões para homens entre 26 e 35 anos, duas eram lavadores de alta pressão, quatro eram barbeadores ou máquinas de cortar cabelo, e oito eram monitores LCD. Já o Wal-Mart sugere o mesmo item para “marido, namorado, pai, irmão e amigo”: um cortador elétrico de pêlos de orelha e nariz.
Segurança — A empresa WebTraffic, especializadas em marketing on-line, chama a atenção para que os consumidores façam compras apenas em lojas virtuais conhecidas.

Mesmo que o consumidor se utilize os serviços de pesquisa de preços, uma outra dica é que se fique atento aos preços. Quanto eles estiverem muito baixos, é melhor desconfiar das ofertas e procurar realizar a compra em loja conhecida.
A previsão é de vender 50% mais neste ano,mas consumidore deve ficar atento, pois nessa época do ano muitas fraudes acontecem na internet.

Fonte: Bem Paraná.com.br

Já há quem se sustente com programa de parcerias da empresa, com compartilhamento de receita publicitária

Fazer vídeos para o YouTube – há três anos um passatempo para milhões de pessoas que surfam na internet – tornou-se hoje um ganha-pão. Um ano depois que o YouTube convidou seus membros a se tornarem “parceiros”, e incluiu publicidade em seus vídeos, os usuários mais bem-sucedidos já ganham cifras de seis dígitos com o site. Para alguns, como Michael Buckley, o apresentador autodidata de um programa de bate-papo com celebridades, filmar vídeos engraçados virou uma ocupação em tempo integral.

Em setembro, Buckley deixou seu emprego, depois que seu faturamento online ultrapassou consideravelmente o salário de assistente administrativo de uma empresa de promoção musical. Seu programa online exibido três vezes por semana “é bobinho”, ele disse, mas o ajudou a se livrar da dívida com o cartão de crédito.

Buckley, 33, era o apresentador em tempo parcial de um programa semanal em um canal de acesso público de Connecticut, em meados de 2006, quando seu primo começou a postar fragmentos do programa no YouTube. Os textos humorísticos sobre celebridades atraíram espectadores online; logo Buckley começou a preparar seus segmentos para este público, e chamou o programa exibido na internet “What the Buck?”. Buckley sabia que o programa “só poderia ir até ali em matéria de acesso do público”.

“Mas no YouTube”, afirmou, “recebi 100 milhões de visitas. É uma coisa absolutamente louca.” Precisou apenas de uma câmera Canon de US$ 2 mil, um pedaço de tecido que custou US$ 6 como pano de fundo e um par de holofotes da Home Depot. Buckley é um exemplo do efeito da democratização da comunicação pela internet. Sites como o YouTube permitem que qualquer um que tenha uma conexão de banda larga encontre um público, postando material e promovendo-o online.

É claro que criar um público cativo leva algum tempo. “Passei 40 horas por semana no YouTube por mais de um ano, antes de ganhar alguma coisa”, disse Buckley, mas, pelo menos em alguns casos, o esforço compensou. Buckley é um dos primeiros participantes do programa de parceria do YouTube, que agora tem milhares de participantes, desde realizadores de vídeo de fundo de quintal até grandes companhias de mídia.

O YouTube, subsidiária do Google, coloca anúncios dentro e em volta dos vídeos e divide os ganhos com os criadores. A empresa não quis comentar quanto os parceiros ganham em média, mas o porta-voz Aaron Zamost disse: “Centenas de parceiros do YouTube recebem milhares de dólares ao mês”. Pelo menos alguns fizeram dos vídeos um ganha-pão em tempo integral: Buckley afirmou que ganha mais de US$ 100 mil com anúncios no YouTube.

Fonte: Estado de São Paulo

Grupos varejistas com lojas no mundo real e no virtual estão contando mais do que nunca com o braço eletrônico de sua operação para aumentar o faturamento na semana do Natal, mesmo diante da crise financeira. Estimativas da consultoria e-bit indicam que, entre 15 e 24 de dezembro, as vendas on-line chegarão a R$ 1,35 bilhão, 25% superiores às do mesmo período de 2007. Apesar do otimismo, previa-se que o índice seria de 40% antes de a crise atingir a economia real.

“Os brasileiros estão preocupados, mas irão às compras”, diz Pedro Guasti, presidente da e-bit. Pesquisa do Provar (Programa de Administração de Varejo) da FIA-USP mostra que, neste Natal, 21% dos consumidores comprarão pela rede, contra 11,6% no de 2007.

Segundo Paula Carvalho Pereda, pesquisadora do Provar, a intenção de compra pela internet quase dobrou, enquanto no varejo tradicional praticamente não houve alteração. “Só 74% dos consumidores pretendem fazer compras nas lojas tradicionais neste ano, contra 73,8% em 2007”, diz Pereda.

Nesse mesmo período, o número de consumidores eletrônicos passou de 9,5 milhões para 13 milhões, crescimento de 37%. A receita prevista para este ano é de R$ 10 bilhões, contra os R$ 6,3 bilhões registrados em 2007. “Hoje 25% dos internautas compram pela rede”, afirma Guasti. Há três anos, esse índice não chegava a 10%.

Comodidade e preço

Vários motivos explicam a preferência dos consumidores pelo varejo eletrônico. O primeiro é prático. “Não tenho tempo e as lojas nesta época ficam lotadas”, diz Manoel Netto, gerente de uma empresa de criação de produtos. “Pesquisei produtos e preços e já escolhi tudo. Entregam na minha casa, com embalagem especial.”

Mas é o preço a principal atração da internet. Segundo o Provar, algumas categorias apresentam deflação nos últimos 12 meses, queda que não ocorre no varejo convencional.

A pesquisa do Provar revela que, no acumulado do ano, as maiores quedas foram as de aparelhos celulares (19,93%), seguidas pelas de eletroeletrônicos (12,72%) e bens de informática (11,85%). Há dois anos, CDs, livros e DVDs tinham mais saída pela internet. “Agora são eletrônicos e bens de informática,” diz Guasti.

Além disso, as facilidades de pagamento pela internet são maiores. “Boa parte dos produtos mais caros continua sendo parcelada em até 12 vezes”, afirma Guasti. “No varejo tradicional dá para pagar em até seis vezes no cartão de crédito. Dez vezes já é difícil de achar.”

No Extra.com, a previsão é que os eletrônicos respondam por até 70% das vendas no Natal. “Esperamos dobrar o faturamento deste Natal”, diz Oderi Leite, diretor do Extra.com. “Vamos monitorar a concorrência com uma ferramenta eletrônica e responderemos às promoções na velocidade de um clique no mouse” diz Leite.

As previsões de vendas na internet são otimistas porque os produtos deverão ter aumento só no próximo trimestre. As dificuldades de crédito, no entanto, também se repetem na rede.

Carlos Montenegro, sócio da Sack’s, loja virtual de perfumes e cosméticos importados, afirma que fornecedores tinham estoque e não repassaram a variação cambial.

Mas, segundo ele, está mais caro oferecer o parcelamento. A venda em até 12 vezes está mantida, mas, no mercado, houve uma alta dos juros de 1,40% ao mês para 1,80% a quem vai tomar financiamento para capital de giro. Para compensar, uma saída é vender produtos mais baratos do que no mundo real. Na Sack’s, a diferença é de 15%.

Essa política comercial não chega a ser uma competição entre o “real” e o “virtual”. Afinal, as vendas pela internet não chegam a 3% do total do comércio. Mas, em alguns casos, essa atuação faz muita diferença.

Além disso, a maior parte das grandes lojas virtuais pertence a grupos do mundo real. A Americanas, por exemplo, faturou no terceiro trimestre R$ 1,7 bilhão. O braço eletrônico do grupo, a B2W (Americanas.com, Submarino e Shoptime), obteve receita de R$ 1,1 bilhão. Há nove anos, a Americanas.com não respondia por 2% da receita do grupo.

Fonte: Folha Online

SÃO PAULO – O Brasil é um mercado em plena expansão para o comércio eletrônico, que deve crescer 40% em 2008.

 

O CEO do Pontofrio.com, Gérman Quiroga, apresentou a estimativa na sua apresentação no Seminário INFO sobre E-commerce na era da Web 2.0, realizado nesta segunda-feira (20) em São Paulo. Segundo ele, o mercado brasileiro já é maduro para o e-commerce e deve alcançar de 8 a 10 bilhões de reais em 2008. “As lojas virtuais são como barcos a vela, com o vento soprando ao favor”, disse.

 

No mundo virtual, o mais importante é ser veloz, na opinião de Quiroga. “Para isso, é importante que a operação de e-commerce seja independente, para tomar decisões na velocidade exigida, pois os ciclos de decisão são mais curtos”, disse.

 

Na visão de Quiroga, para crescer ainda mais, o e-commerce pode aprender muito com o mercado norte-americanos, que deve fechar 2008 obtendo 150 bilhões de dólares em vendas online, o que equivale a 6% do valor total de todo o varejo. O CEO do Pontofrio.com observa que nos EUA há diversos casos em que a loja virtual vende quase tanto quanto a loja física: o site TigerDirect.com, especializada em eletrônicos e informática, já obtém 45% das vendas da marca.

 

No mundo virtual, o cliente ganha poder, observa Quiroga. “O boca a boca e o boca no trombone ganham força”, disse. Por outro lado, seus hábitos na internet são acompanhados constantemente. Quiroga cita a Amazon como um exemplo de site que conhece profundamente o seu cliente. “A Amazon foi a precursora e ainda hoje é uma grande escola para os varejista, que sabe o que o cliente gosta”, diz. Para conseguir isso, o site promove a interação com o cliente, que produz o próprio conteúdo do site e faz recomendações. “É um poder viral, que contamina outros internautas.

Fonte: Revista Info

A rede de lojas Ponto Frio pretende buscar o segundo lugar no comércio eletrônico brasileiro com a reforma da loja virtual Pontofrio.com.

Além da reestruturação do site, a marca – hoje a segunda maior varejista de eletroeletrônicos e móveis do país – criou há dois meses a Pontofrio.com Comércio Eletrônico S.A., responsável pela gestão dos negócios na web, informa o DCI.

A idéia é participar ativamente de um mercado que, segundo dados da consultoria e-bit, movimentará R$ 8,5 bilhões este ano. 

Conforme o CEO do PontoFrio.com, Germán Quiroga, a meta é ampliar a participação de mercado da empresa no e-commerce, que hoje fica em cerca de 4%.

O principal player deste segmento no país tem 50% das vendas nacionais. Pudera: sob a marca B2W, a companhia detém as vendas na web das Americanas, do Submarino e do Shoptime, tendo faturado mais de R$ 5 bilhões em 2007.

Além do Ponto Frio, disputam a vice-liderança do e-commerce brasileiro o Extra.com.br, Magazine Luiza, Pernambucanas e Lojas Colombo, entre outros varejistas com faturamento anual entre R$ 200 e R$ 400 milhões.
 
Para Quiroga, a tendência é que ocorra uma descentralização no comércio eletrônico nacional, tendo em vista a estréia do Wal-Mart no final de setembro e a expectativa em torno da chegada da Casas Bahia e do Carrefour, mantidas de pé pelas empresas para ainda este ano.