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Serviço da Vudu disponibiliza milhares de vídeos a usuários. ‘A operação será concluída nas próximas semanas’, diz comunicado.

A empresa americana Wal-Mart, número um mundial do varejo, se lançou no ramo de distribuição de vídeos pela internet com a compra da pequena Vudu, cujo sistema está integrado a um crescente número de televisores conectados à rede mundial de computadores.

“A operação será concluída nas próximas semanas”, disse o Wal-Mart em um comunicado, divulgado na segunda (22), sem detalhar valores ou termos da aquisição.

Essa compra permite ao Wal-Mart, um dos maiores distribuidores de DVD do mundo, entrar no promissor mercado dos vídeos pela internet. Assim, a empresa enfrentará a concorrência da Netflix e da Blockbuster, além da Hulu, criada em 2007 por vários dos principais estúdios de Hollywood e especializada na livre difusão de programação de qualidade.

“O verdadeiro vencedor aqui é o consumidor”, destacou o vice-presidente do Wal-Mart, Eduardo Castro-Wright, citado no comunicado. “Combinar a tecnologia e a experiência da Vudu e o tamanho do Wal-Mart dará aos consumidores um acesso sem precedentes a uma ampla gama de ofertas de entretenimento, enquanto evolui a migração para o digital”, acrescentou.

Fonte: G1 – www.g1.com

Tráfego na internet vai aumentar seis vezes até 2012 em relação a um período de cinco anos, devido ao uso maior de vídeos on-line

O tráfego na internet vai aumentar seis vezes até 2012 em relação a um período de cinco anos, devido ao aumento na visualização e na postagem de vídeos on-line. A previsão foi dada em um fórum sobre internet na quarta-feira (18).

De 2007 a 2012, “o tráfego irá crescer em sêxtuplo”, disse o vice-presidente da Cisco durante o Internet Governance Forum (IGF, na sigla em inglês), que ocorre no Egito durante esta semana.

“[O tráfego] está crescendo 46% ao ano, e [o crescimento] é conduzido pelo vídeo”, disse. “O vídeo é o condutor. Não há questões a se fazer sobre isso.”

O vídeo supera barreiras de linguagem, conteúdo local e alfabetização, diz ele, enquanto usuários interagem mais facilmente com a internet.

O fórum no Egito reúne mais de 1.500 representantes do governo, sociedade civil, ONGs e setor privado de mais de cem países, com o intuito de discutir o futuro da internet.

Fonte: Folha Online

O maior site de videos da internet lançou o YouTube Direct, em que TVs e sites de vídeo online poderão obter vídeos captados pelos cidadãos-jornalistas, além de poder, inclusive, pautar esses vídeos.

O serviço funciona de maneira simples: um site de notícias anuncia que quer imagens de determinado evento. Quando o usuário sobe o vídeo, ele vai direto para uma página interna, fechada para o editor do site em questão, que pode aprovar ou reprovar o filme. Se o filme for aprovado, ele entra no ar tanto no site em questão quanto no YouTube, com link para a página em que o vídeo foi postado.

Ainda, o serviço faz que seja mais fácil para os editores entrarem em contato com o autor do filme, para verificar informações e checar detalhes. “Organizações de notícias sempre querem verificar o conteúdo que usam”, diz Steve Grove, diretor de notícias e políticas do YouTube.

Segundo Steve Grove, diretor de notícias e políticas do YouTube, o objetivo do novo serviço é “incentivar o upload de vídeos bons, de olho no reconhecimento que o autor das imagens terá na mídia”.

Fonte: Blog Estadão por Heloisa Lupinacci

Já há quem se sustente com programa de parcerias da empresa, com compartilhamento de receita publicitária

Fazer vídeos para o YouTube – há três anos um passatempo para milhões de pessoas que surfam na internet – tornou-se hoje um ganha-pão. Um ano depois que o YouTube convidou seus membros a se tornarem “parceiros”, e incluiu publicidade em seus vídeos, os usuários mais bem-sucedidos já ganham cifras de seis dígitos com o site. Para alguns, como Michael Buckley, o apresentador autodidata de um programa de bate-papo com celebridades, filmar vídeos engraçados virou uma ocupação em tempo integral.

Em setembro, Buckley deixou seu emprego, depois que seu faturamento online ultrapassou consideravelmente o salário de assistente administrativo de uma empresa de promoção musical. Seu programa online exibido três vezes por semana “é bobinho”, ele disse, mas o ajudou a se livrar da dívida com o cartão de crédito.

Buckley, 33, era o apresentador em tempo parcial de um programa semanal em um canal de acesso público de Connecticut, em meados de 2006, quando seu primo começou a postar fragmentos do programa no YouTube. Os textos humorísticos sobre celebridades atraíram espectadores online; logo Buckley começou a preparar seus segmentos para este público, e chamou o programa exibido na internet “What the Buck?”. Buckley sabia que o programa “só poderia ir até ali em matéria de acesso do público”.

“Mas no YouTube”, afirmou, “recebi 100 milhões de visitas. É uma coisa absolutamente louca.” Precisou apenas de uma câmera Canon de US$ 2 mil, um pedaço de tecido que custou US$ 6 como pano de fundo e um par de holofotes da Home Depot. Buckley é um exemplo do efeito da democratização da comunicação pela internet. Sites como o YouTube permitem que qualquer um que tenha uma conexão de banda larga encontre um público, postando material e promovendo-o online.

É claro que criar um público cativo leva algum tempo. “Passei 40 horas por semana no YouTube por mais de um ano, antes de ganhar alguma coisa”, disse Buckley, mas, pelo menos em alguns casos, o esforço compensou. Buckley é um dos primeiros participantes do programa de parceria do YouTube, que agora tem milhares de participantes, desde realizadores de vídeo de fundo de quintal até grandes companhias de mídia.

O YouTube, subsidiária do Google, coloca anúncios dentro e em volta dos vídeos e divide os ganhos com os criadores. A empresa não quis comentar quanto os parceiros ganham em média, mas o porta-voz Aaron Zamost disse: “Centenas de parceiros do YouTube recebem milhares de dólares ao mês”. Pelo menos alguns fizeram dos vídeos um ganha-pão em tempo integral: Buckley afirmou que ganha mais de US$ 100 mil com anúncios no YouTube.

Fonte: Estado de São Paulo